Ele a amava.
Ele a amava.
Ele a amava.
Ele a amava tanto que reescrevera a própria história. Tinha aberto mão do que acreditava ser sua única chance de amar. E, agora, tinha finalmente quebrado o feitiço do qual pensou que jamais se livraria.
“Foi a canção de Eyllwe.
Então a canção de Charco Lavrado. E Melisande. E Terrasen. Cada nação que tinha pessoas naqueles campos de trabalhos.
E, por fim, não por pompa ou triunfo, mas em luto pelo que haviam se tornado, tocaram a canção de Adarlan.”