@xilojoao As músicas delas parecem ser as mesmas . A Lexa dos EUA. O povo força muito ela, tem músicas boas mas todas com a mesmas pegada de preguiçoso que teve medo de inovar
@vahphor Girl, look what you're writing on the internet. Are you serious? Do you have any kind of education or anything? Because it's impossible, any four-legged creature is smarter than you. It can't be real.
E é assim que se perde impacto cultural e artístico. O Drake passa uma energia industrializada demais, plástica demais, misericórdia.
Muito foco em alta performance e resultados e pouca arte, nada de intenção ou propósito.
O que o Drake fez hoje é aula de market share, papo reto. Ele entendeu que na economia da atenção, volume é poder. Cerca de 40 músicas pra atacar vários nichos e ritmos... ele basicamente cercou o inventário do streaming.
É o fim da era do single descartável pra quem tem esse tamanho. O cara virou um monopólio.
Shakira linda e talentosa, mas que burrice reciclar o show da tour pra esse evento. Ficou uma bagunça sem tamanho, direção artística péssima, músicas do último album que ngm ouviu. Antes fosse um show mais curto com 3 looks e greatest hits, tava ótimo pq ela sustenta no carisma.
Quis dúvidas são essas, gente? A Beyoncé é a celebridade das celebridades kkkkkkkkkk ela é tratada como uma entidade. As pessoas iriam só pelo fato dela ser uma das maiores MARCAS do mundo. Ela é o show, amor.
Dúvida sincera: entendo o peso que a Beyonce tem, mas um show em Copacabana renderia algo pro público grande? Quando foi o último hit solo que a Beyonce teve? Qual foi a última música de sucesso dela no Brasil? Halo?
O que teve impacto cultural no Brasil foi o RENAISSANCE, não os singles. As músicas tiveram seus auges em números mas o que ficou de legado foi a era como um todo, principalmente a estética prateada/espelhada que todo mundo reproduziu. E honestamente? Ela conseguiu o que queria.
Ai fia volta a falar de pinto e xana que vc ganha mais
Eu tbm critico a Anitta em vários aspectos mas dizer que ela não tem carreira internacional é tapar os olhos pros FATOS.
E morri com o "feito artificialmente". Desde quando as decisões no mundinho fonográfico são naturais?
Que cara de pau! Penélope Nova afirma que Anitta não tem carreira internacional e que tudo foi fabricado:
“É ‘sabor’ internacional. Ela fez contatos, fez contratações, negociatas comerciais […] Isso não significa que, aqui no Brasil, ela não seja bem-sucedida, mas a pauta é sobre a carreira internacional dela.”
Como cereja do bolo ainda temos visuais que misturam preto e branco, cinza e off-white, sagrado e profano, couro e renda... uma atmosfera que provoca mistério e nos seduz a tocar a maçaneta da porta dessa residência. Um dos melhores do ano, e olha que ainda estamos em abril!
IMPRESSIONADO com o VITA'S HOUSE. Tracklist com a sequência perfeita, o house como fio condutor vai apresentando o tema que te entorpece até você cair no funk eletrônico. Não estamos arrombando a porta, estamos entrando e visitando cada espaço dessa casa bem devagarinho, sabe?
Os feats enaltecem as pessoas que vieram antes, estão vindo agora e vão vir depois. A presença da Linn vem pra coroar o Pajubá (o oficial e o remix) como precursor desse movimento musical, tanto nas brincadeiras com as palavras quanto nos beats que foram evoluindo até aqui.