Las selecciones ahora tienen que entrenar y prepararse para un posible robo de Argentina, increíble a lo que hemos llegado, han manchado a este hermoso deporte.
Ou seja: a seleção brasileira convocou o jogador lesionado para vender para um time europeu e o jogador não estava apto para jogar a copa e nem por clubes. Selo de credibilidade CBF
No es debate, es realidad, las iglesias evangélicas hacían parte de la operación cóndor y fue la misma forma en la manipularon a la población afro en USA pero la gente sigue ignorando la historia
La culpa siempre es del aire acondicionado, de las duchas de más de 5’, del coche a gasolina del pobre… pero curiosamente nunca lo es de los jets privados, los campos de golf, la industria fast fashion, los centros de datos, de las toneladas de residuos y gases de las fabricas..
Eu estou vendo mt gente apontando que o pentecostalismo está destruindo o futebol, a polícia, a política e a verdade é que esse movimento está destruindo a sociedade como um todo. Não tem UMA esfera sequer q escape.
Tá na hora de acordar.
En Brasil están atribuyendo el declive de su selección de fútbol al avance del evangelismo. Y no me parece descabellado pensarlo. Por lo siguiente:
1. El fútbol brasileño tenía una identidad enraizada en la exuberancia, fiesta y colorido propios de una cultura hija del sincretismo entre lo católico y los imaginarios religiosos de origen africano. Cuando Brasil arrasaba en los mundiales sus jugadores llegaban a los estadios cantando samba y tocando tambores afrobrasileños. El juego en la cancha no era más que la extensión del festejo. Pero así era cuando los jugadores eran católicos y practicantes del sincretismo afrobrasileño. Hoy los jugadores de Brasil son mayormente evangélicos. Y el evangelismo, dada su matriz dispensacionalista y su escatología cerrada, expulsa toda forma de sincretismo: de diversidad. Es decir, acaba con el fútbol-fiesta. Los actuales jugadores de la selección brasileña llegan rezando a los partidos...Ahora tocar los tambores e invocar los santos del sincretismo afrobrasileño es cosa del diablo. Está muy mal visto. Se volvieron tristes, marciales y predecibles. Tanto en sus vidas como en la cancha.
2. En el catolicismo cuando uno se equivoca o le va mal debe reflexionar y buscar causas para mejorar. En la escatología evangélica ya todo está escrito. Si ganan el mundial es porque Dios así lo quiso. Y si pierden estrepitosamente como ahora es porque los tiempos de Dios son perfectos...En tales condiciones el jugador nunca es responsable, en última instancia, de los malos resultados. Se busca ganar y mejorar, pero siempre pensando en que pase lo que pase todo está en manos de Dios quien de antemano determina lo que va a pasar.
3. El evangelismo que llega a Brasil (y al resto de América Latina) es individualista. Es una religiosidad que articula la noción calvinista del esfuerzo individual como devoción por Dios, con la teología de la prosperidad neopentecostal. El evangélico privilegia lo individual frente a lo colectivo. La salvación es de cada uno. El fútbol brasileño de los Pelé, Garrincha, Zico, Ronaldo, Romario, Rivaldo y Ronaldinho (cuando Brasil era insuperable en la cancha) tenía un componente profundamente colectivo tanto en su aspecto táctico como estético. Cosa muy difícil de cultivar hoy en jugadores evangélicos que se ven a sí mismos como actores individuales cada uno en búsqueda de su salvación privada.
4. El evangelismo es severo y castigador. Mientras que el catolicismo (sincrético) que imperaba en Brasil era abierto y matizado. Esto amplía la creatividad y la búsqueda de distintas opciones. El futbolista brasileño del jogo bonito era ante todo creativo. Veía los partidos cerrados como algo a superar creando e inventando jugadas. Hoy, con jugadores evangélicos, la selección brasileña luce predecible y sin imaginación.
En fin, invito a que sigan el debate que hay hoy en Brasil en relación a lo que consideran son los efectos nocivos del evangelismo en la identidad de su fútbol. Porque ese debate puede extrapolarse a muchos otros ámbitos de esa sociedad. Y, por tanto, a cualquier otro país latinoamericano donde el evangelismo haya sustituido a la matriz católica (sincrética) como religiosidad mayoritaria. Al final, estos discursos de odio, vaciamiento democrático y destrucción de lo público que vemos en nuestros países no vienen de la nada.
As religiões de matriz africana, ao lado do catolicismo e das culturas indígenas, pertencem ao núcleo formador da civilização brasileira.
O neopentecostalismo é uma importação; não é uma continuação da formação do Brasil, mas um corpo estranho que pretende reescrevê-la.
Si el fracaso colectivo de Latinoamérica en este mundial sirve para que despierten frente a la manipulación de las iglesias evangélicas para montar gobiernos de ultraderecha y arruinar nuestra cultura, el futbol, nuestros procesos comunitarios y nuestra política, valió la pena
Sobre a atuação da CIA e dos Estados Unidos para implementar o neopentecostalismo na América Latina:
Embora pareça teoria da conspiração, não é. Os Estados Unidos ativamente trabalharam, na década de 1980, para disseminar o neopentecostalismo na América Latina. O objetivo era, a princípio, barrar a Teologia da Libertação, uma corrente católica que incorpora elementos de esquerda e tem como princípio norteador diminuir as injustiças e desigualdades sociais.
O Relatório de Santa Fé (1980), produzido pelo Council for Inter-American Security, um think tank ligado à campanha do Ronald Reagan, afirmava que a política externa americana deveria "começar a contra-atacar (e não apenas reagir) a Teologia da Libertação". O documento tratava a Igreja como instrumento político e a corrente progressista como vetor de infiltração marxista na América Latina, que era disputada entre as potências bipolares da Guerra Fria.
Também é amplamente documentado o apoio de operações americanas a governos que perseguiram clero católico progressista, como a Guatemala sob Ríos Montt, El Salvador durante o assassinato de Romero e das freiras americanas, Nicarágua com o financiamento aos Contras (guerrilha armada).
Missões protestantes em solo latino-americano não foram raras. Ao contrário, se tornaram cada vez mais comuns e, por fim, começaram a influenciar a própria Igreja Católica, turbinando a já existente Renovação Carismática Católica (RCC), que incorpora elementos protestantes e neopentecostais. É na década de 1980 que começam a ganhar força os grandes movimentos da RCC no Brasil (como a Canção Nova e a Comunidade Católica Shalom), muito pela legitimação internacional que receberam (dos EUA, que impulsionavam práticas neopentecostais e queriam ocupar espaço na América Latina e, também, do Vaticano, que queria parar a Teologia da Libertação).
Aí surge uma competição entre Teologia da Libertação x Neopentecostalismo no Brasil e na AL. Quem ganharia?
Quem venceu foi a teologia da prosperidade, uma das partes importantes do neopentecostalismo.
Começa pela geografia. Um templo neopentecostal fica a três quadras, abre todo dia, e o culto acontece à noite, depois do turno. A paróquia católica fica a quarenta minutos de ônibus e celebra missa obrigatória aos domingos. O Brasil tem cerca de 1 padre para cada 10 mil católicos. A razão pastor/fiel do lado evangélico é uma ordem de grandeza menor. Onde a Igreja Católica não chega, alguém chega.
Aí, vem a hierarquia. Um homem sem escolaridade formal entra como obreiro, vira diácono, pode virar pastor. Ganha título, terno, microfone, autoridade sobre outras pessoas. Para o mesmo homem, a Igreja Católica exige seminário (3 anos de graduação em Teologia + 3 anos de graduação em Filosofia), latim e celibato obrigatórios.
Há também um efeito material que, inclusive, tá documentado por pesquisadores. A Cecília Mariz e a Elizabeth Brusco mostraram que a conversão pentecostal redireciona o salário do boteco para dentro de casa. O marido para de beber, para de bater, e a renda familiar sobe. No Brasil, em geral, mulheres convertem primeiro e trazem o marido depois.
E há, ainda, a rede de apoio. Emprego, empréstimo, creche, indicação, carona, doação de alimentos, escolinha dominical. Numa periferia onde o Estado não chega, a igreja neopentecostal chega.
A Teologia da Libertação, que era a frente católica mais próxima às perfiferias, oferecia um diagnóstico estrutural com promessa de longo prazo, mediada por organização política. As frentes católicas pediam que o pobre se reconhecesse como classe e agisse coletivamente. Numa favela dos anos 1990, entre desemprego, cocaína e milícia (que estavam em alta em toda a América Latina), venceu quem prometeu resolver hoje, não quem prometeu resolver coletivamente.
As missões neopentecostais vieram para a América Latina com o objetivo de substituir o catolicismo "marxista", mas acabaram rachando ainda mais a sociedade. Enquanto as classes econômicas mais privilegiadas continuaram católicas, as classes mais vulneráveis encontraram amparo no neopentecostalismo.
Só que aí a gente volta no ponto inicial, que eu fiz no meu primeiro post sobre isso: o catolicismo sempre foi comunitário, coletivo e, a nível individual, sempre exigiu responsabilização do indivíduo por seus erros, além de exigir a revolta com as coisas que são ruins na teologia da libertação. No catolicismo, você alcança a salvação confessando seus erros e tentando não cometê-los novamente.
A lógica neopentecostal que bebe da predestinação calvinista e de princípios arminianos é oposta a isso. Seus êxitos vêm do seu esforço (porque a teologia da prosperidade é arminiana e aceita a ascensão positiva pelo dízimo, pela fé e pelo esforço), mas suas falhas são "plano divino" (porque existem elementos de predestinação como mecanismo de cope para situações negativas). Exceto, é claro, quando a comunidade decide humilhar a pessoa: aí você fracassou porque teve pouca fé, pagou pouco dízimo e tem o demônio no corpo. Mas se você é pobre, se você perdeu o emprego, se seu marido é alcoólatra e abandona você e seus filhos... Tudo isso é plano divino, Deus já predestinou sua vida.
Sobre o futebol e a política:
A questão não é que jogador/político A ou B, lá em 1990, já usava camisa enaltecendo Jesus Cristo. O problema não é a fé individual dos jogadores.
A questão aqui é que o neopentecostalismo se dissemina social e culturalmente na América Latina e, principalmente, no Brasil. É uma maneira de pensar, uma maneira de construir imaginário coletivo e influenciar a sociedade.
O imaginário coletivo é cada vez menos responsável por suas falhas, confessa cada vez menos seus erros e se individualiza cada dia mais. Afinal, os meus êxitos ocorrem porque eu tenho muita fé em Deus; as milhas falhas ocorrem porque Deus sabia o que era melhor para mim e, assim, eu só me responsabilizo pelas coisas boas. As coisas ruins não são culpa minha, não me geram revolta, não me deixam desconfortável, não me tiram do lugar. Elas apenas são o que são.
É assim que a América Latina caminha.
Sería algo muy cagado que la herramienta de manipulación de sociedades que generó EEUU con el Evangelismo se rompa gracias al coraje y enojo de la sociedad Brasileña en busca de recuperar su libertad social con el fútbol.
Presidentes da CBF:
- Ednaldo Rodrigues, o homem que firmou contrato com o IDP, a faculdade de Gilmar Mendes
- Samir Xaud, ex-aluno do IDP. Deve deixar o cargo em breve.
- Francisco Mendes, o favorito para assumir o cargo, filho de Gilmar Mendes e atual diretor do IDP.
A gente nunca mais vai ser campeão de COPA alguma
O nosso futebol foi reduzido a lobby.
Mulherengos, cachaceiros, sambistas e "inimigos da Argentina": éramos assim antes dos evangélicos, das BETs e dos bolsonaristas destruírem o nosso futebol... 😉