“Isto quer dizer que o que há nela de 'direito divino' só existiu dentro de condições humanas [...] As atividades administrativas, como nomear bispos [...], não derivam de direito da primazia, esta poderia [...] ser aceita sem aceitar tudo que se aglutinou a ela.”
vai falando 🗣️
“Esses dois aspectos, valores ou dimensões se encontrarão no ‘sucessor de Pedro’. É uma certa estrutura da apostolicidade da Igreja. Ela se autonomizou e se definiu não apenas na história, mas também pela história. Isto quer dizer que o que há nela de ‘direito divino’ só existiu e existe concretamente dentro de condições humanas, relativas, que conheceram, e podem vir a conhecer, mudanças. Está claro, por exemplo, que o fato de manter núncios junto aos Estados, ou de ser o soberano de um Estado — último dos títulos do papa no Annuario pontificio — deriva da história, não do direito divino. [...] O exercício e o próprio modo de ver a função primacial do bispo de Roma conheceram mais de uma forma ao longo da história. Precisamente estas formas são históricas. Produziu-se em particular um bloqueio entre o papel de metropolita, o de patriarca do Ocidente e a autoridade da primazia. As atividades administrativas, o fato, por exemplo, de nomear os bispos — com exceção, é claro, daqueles das Igrejas orientais e de duas dioceses suíças — não deriva, de direito, da primazia. Esta poderia, portanto, ser aceita sem que se deva aceitar tudo que se aglutinou a ela. Cristo instituiu Pedro, mas é a história que o moldou em papado, com seu magnífico ativo e seu pesado passivo. [...] “A primazia romana refere-se mais de perto à apostolicidade da Igreja, mas atinge também todas as suas propriedades [...]. A apostolicidade é una, santa e católica. [...] Ela deriva da cathedra Petri, segundo os dois sentidos principais que lhe havíamos reconhecido: autenticidade ou ortodoxia da fé [...] e capacidade universal. [...] Na Antiguidade cristã, são muito numerosos os testemunhos dados à fé da Igreja romana, a ponto de ela se tornar um referencial de critério para as outras. Isto não é expresso em termos jurídicos de autoridade, mas antes em termos de carisma radiante ‘para a utilidade comum’. Posteriormente isto será visto como carisma e autoridade do papa [...] até chegar, ao final de uma longa história, ao dogma de 18 de julho de 1870. Continua sendo um carisma, mesmo se definido em termos de autoridade apostólica.”
— São Yves-Marie-Joseph-Mijada-Violenta Cardeal Congar, “Igreja e Papado”
O novo imitador do Neymar é um caso curioso, é especulado que ele naverdade imita o outro imitador do Neymar imitando o Neymar.
Da mesma forma, ele imita bem e tem bastante semelhança fisica com o ney verdadeiro, recebendo o apelido "Menino Fey".
Pessoalmente, eu prefiro o novo:
Análise de imitadores do Neymar:
Esse imitador do neymar não parece com o neymar de verdade, mas imita os trejeitos do Neymar muito bem, além de ser "pioneiro" que faz isso na vertical.
Problema dele é a já mencionada falta de semelhança e também que esse cara bate na mãe!
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eu odeio mt esse video pq eu odeio mt esse cara pq ele nao sabe imitar o neymar como o imitador OFICIAL do Neymar faz e eu soh mt defensora e fã do imitsdor oficial do neymar
Não sou Sedevacantista, mas se eu fosse eu ia ser daquela linha que fala que tava tudo indo bem, até Paulo VI ser sequestrado e torturado por maçons kkkkkkkkk
Que tipo de argumento é esse??
Essa analogia se tivesse ordenação feminina a melhor seria até mais legal: a sacerdotisa "gesta e nutre" a eucaristia, assim como Jesus encarnou e entrega ele depois ao povo.
Pessoal é doído.