A maioria dos filhos de Òsòlúfón não são lerdos nem calmos como prega o estereótipo do velhinho frágil sobre o cajado. Que Èsù te livre da fúria de um filho de Òsòlúfón! Água mansa também afoga! Epa Bàbá!
Não rogue pela justiça de Sàngó se você e suas ações são o motivo da desavença, creia, isso pode ser bem devastador em sua vida. O machado de Sàngó corta o injusto independente do lado que ele esteja. Kábíèsílè!
Ògún não é só o decepador de cabeças, existe uma erudição tecnológica pouco lembrada a seu respeito, remontando sobre Ele apenas a truculência do guerreiro e esquecendo de sua genialidade, aliás, algo que se replica sobre seus filhos. Ògún é mais do que se diz por aí. Ògún o!
A mão de pilão que Òsògìyán impunha com vigor, presenta o eterno movimento e equilíbrio entre o Orun e o Aiyê. Òrìsà otintó: CERTO, CORRETO E DIRETO! Epa Guerreiro!
Yewá, aquela que marca suas filhas com olhos rasos, olhos oblíquos de quem olha a alma. Yewá aquela que governa o mundo dos sonhos, que nesse dia, Yewá abençoe aquele seu sonho mais profundo!
Hi Hó!
O kelê é o cordão umbilical que liga Orun e Aiyê, se enrosca no pescoço do neófito e o lembra eternamente do parto sagrado do Òrìsà, da cabeça raspada, do cheiro das folhas, das vestes sempre brancas, do som dos atabaques como corações pulsantes da vida que se renova. #yawo
O mar, tal qual a vida, é inconstante, profundo e imprevisível. As marés e as ondas não são inimigas do marujo, são apenas o reflexo das intempéries naturais. O bom marujo é aquele que aprende a lidar com o movimento que o mar/vida requer. Êla Marujo!
Gente ferida é bicho acuado que reage com violência quando algo lhe dói, e até quando ameaça doer, já doeu! Que a água fresca de Òsàlá seja remédio e curativo para as feridas da alma.
Epa Bàbá
Ela rodopia tal qual meus sonhos mais lúdicos e é tão rápida que mal consigo respirar... tonteio, bambeio e já não sou mais eu... sou Ela! Que em mim é toda ELA! Tudo em mim é ELA! Da respiração ao fio de razão que me resta: ELA!
Epa Heyi bela Oyá!