Editorial de O Estado de S. Paulo foi preciso no diagnóstico: a decisão da Corte de Cassação da Itália representa mais um grave episódio de desgaste internacional do Supremo Tribunal Federal. O problema não é Carla Zambelli. O problema é o STF.
A mais alta corte italiana não absolveu a deputada nem entrou no mérito de sua condenação. Examinou algo muito mais importante: se o processo observou os requisitos mínimos de imparcialidade exigidos por um Estado de Direito. E a conclusão foi contundente. Os magistrados italianos identificaram elementos capazes de suscitar dúvidas objetivas sobre a imparcialidade do julgamento.
Não se trata de uma crítica de adversários políticos ou de comentaristas das redes sociais. Trata-se da manifestação formal de uma das mais respeitadas cortes da Europa. Uma advertência jurídica grave, feita por magistrados que enxergaram aquilo que muitos juristas brasileiros denunciam há anos.
O centro da controvérsia tem nome e sobrenome: Alexandre de Moraes.
No caso analisado pela Justiça italiana, Moraes apareceu como suposta vítima dos fatos investigados, conduziu a apuração, relatou o processo, participou do julgamento e acompanhou a execução da pena. A anomalia é tão evidente que ultrapassou as fronteiras nacionais. O que muitos apontavam como distorção institucional passou a ser reconhecido também no exterior.
O mais preocupante é a incapacidade de autocrítica do STF. Diante de questionamentos cada vez mais frequentes, a Corte responde com notas protocolares e declarações de auto validação. Age como se bastasse reafirmar sua imparcialidade para dissipar dúvidas legítimas.
O inquérito das Fake News simboliza essa degradação institucional. Há seis anos, o país assiste à consolidação de um modelo que concentra poderes excessivos e relativiza garantias fundamentais.
A autoridade de uma Suprema Corte não decorre da força de suas decisões, mas da confiança que inspira. E a confiança nasce do respeito rigoroso ao devido processo legal. A decisão italiana não é um ataque ao Brasil. É um alerta. O STF deveria ouvi-lo com humildade. A desmoralização internacional da Corte não é obra de seus críticos. É consequência direta de suas próprias escolhas.
Saio da Casa Família Rosetta com o coração cheio de gratidão.
Existem lugares que nos lembram do valor da solidariedade, do cuidado e do amor ao próximo. E a Casa Rosetta é um desses lugares.❤️
CCJ acabou de APROVAR a REDUÇÃO DA MAIORIDADE PENAL de 18 para 16 anos.
A segurança no Brasil é tão VERGONHOSA que até os ESQUERDOPATAS aprovam essa medida!
NINGUÉM AGUENTA MAIS O LULA E O PT
Médica afastada da Fiocruz critica “silenciamento” de críticas a va@inas https://t.co/vGrJDABmQ6
A discussão Tecnica é absolutamente necessária ! Não à censura !
Até quando vão normalizar a violência política contra a direita?
Durante um evento em Goiás, Lula chamou os filhos de Jair Bolsonaro de “traidores da pátria”, citou Joaquim Silvério dos Reis e falou sobre o destino dos traidores. A pergunta é simples: quando um presidente associa adversários políticos à traição e menciona um episódio histórico ligado à execução de um homem, isso ajuda a pacificar o país ou aumenta ainda mais a tensão política?
E existe uma ironia histórica difícil de ignorar.
Joaquim Silvério dos Reis, o delator da Inconfidência Mineira, não foi enforcado. Quem terminou na forca foi Tiradentes. Quem desafiou o poder. Quem enfrentou os governantes da época. Quem pagou com a própria vida por suas ideias.
Ao tentar usar a história para atacar opositores, Lula acabou lembrando justamente o contrário do que pretendia. A principal lição daquele episódio não é que os traidores foram punidos. É que o poder usou seus instrumentos para eliminar quem o enfrentava.
Toda tragédia política começa da mesma forma: primeiro vem o ódio, depois a desumanização, depois o rótulo. O adversário vira inimigo. O inimigo vira ameaça. E, quando alguém é tratado como ameaça, sempre aparece quem acredita que qualquer violência contra ele pode ser justificada.
Agora faça um exercício: se fosse Bolsonaro chamando Lula ou ministros do STF de “traidores” e citando uma execução histórica, qual seria a reação da imprensa, da classe política e do próprio Supremo?
ALGUÉM SABE EXPLICAR?
Policial foi morto a tiros na Maré. No mesmo local em que a Polícia é recebida a tiros, o Lula e o Dino entram de boa sem seguranças. Alguem aí sabe me explicar o por quê?