Vi o vídeo de Lacombe. Mais de quarenta minutos de monólogo sobre Allan. Mais de quarenta minutos de meditação inquieta e as razões que o levaram a deixar a Timeline. Dois momentos, sobretudo, me prenderam a atenção, como faróis no nevoeiro da retórica. O primeiro foi o modo como pintou Allan de malaco. A palavra, aplicada assim, paira entre dois extremos: não chega à vileza pura do delinquente, mas tampouco alcança a acepção mais nobre do termo: a do sujeito vivido, astuto, cheio de manhas e de malícia, um tipo que navega o mundo com o radar sempre ligado. Lacombe, no entanto, escolheu as tintas mais baratas da paleta: nos fez imaginá-lo de bermuda de poliéster, cueca à mostra, corrente de prata balançando, gingando num híbrido grotesco de rap, hip-hop e funk, barrando caminhão na rodovia com o grito clássico do aqui não, moleque! Aqui não!.
Era, claro, mais do que suficiente para que gente de fina estampa torcesse o nariz. E a gente fina torceu. Gente fina saiu da sociedade. Direito dela, aliás. Elegante, Lacombe não disse que teve noje, mas, ainda que elegantemente, pintou um quadro onde aparece a pobreza do estereótipo; aparece uma redução caricatural que transforma um homem complexo numa figura de cordel suburbano.
O segundo ponto que me prendeu a atenção foi mais revelador. Lacombe descreveu um Allan sonhador, daqueles que param diante de um edifício ultramoderno, de linhas implacáveis, e murmuram, quase para si: isso é para mim. Sem querer, ou, quem sabe, querendo sem saber, o cronista elevou o rapaz ao panteão dos grandes ambiciosos brasileiros. Colocou-o, por instantes, ao lado de Assis Chateaubriand e Silvio Santos, esses dois titãs que olharam para o impossível e decidiram que o impossível lhes pertencia por direito natural.
Creio nos dois Allans que habitam o mesmo peito. Há, sim, algo de malandro nele. Malandro no sentido bom, o da inteligência viva que não se deixa engolir pela mediocridade ambiente. Mas há, sobretudo, algo de Chateaubriand: a fome desmedida, a convicção quase arrogante de que o mundo deve curvar-se ao seu projeto. Dêem-lhe maré e vento favorável, e ele surfará ondas tão altas quanto as que Silvio Santos surfou. Por tudo isso, quer Lacombe o tenha pretendido ou não, o vídeo só reforçou uma velha certeza minha: Allan é um tipo diferenciado. Gostemos ou não. E, em tempos de uniformidade medíocre, ser diferenciado já é quase um ato de coragem. Gostemos ou não, ele caminha por um caminho próprio, e nisso reside o seu mistério... e a sua beleza.
JORNAL NACIONAL DE 2005!
Fraude no INSS envolvendo a alta cúpula do PT e Sindicatos, quem poderia imaginar né!? Deve ter sido culpa do Bolsonaro também!!
Compartilhem, esta prática do PT já é antiga!
A BRILHANTE RAINHA DO MUNDO ATUAL?
A LÍDER TOP 1 !
*A primeira-ministra australiana, Julia Gillard, deveria se tornar rainha do mundo. O que ela disse requer muita coragem e confiança. Todos os países do mundo deveriam ter líderes como ela. Diz:*
"Os muçulmanos que exigem a lei Sharia foram convidados a deixar a Austrália até quarta-feira, pois a Austrália considera os muçulmanos fanáticos como terroristas. Todas as mesquitas serão registradas e os muçulmanos cooperarão connosco neste processo. Todos os muçulmanos que emigraram de outro país para a Austrália terão de adaptar-se e mudar para o nosso país e não esperar que mudemos para eles. Se eles não puderem fazer isso, preferiríamos que deixem a Austrália. Muitos australianos estão preocupados com a possibilidade de ofendermos uma religião específica. Mas posso garantir ao povo da Austrália que aconteça o que acontecer será para o bem da Austrália e do seu povo. Nós falamos inglês aqui, não árabe, urdu ou qualquer outra língua islâmica, então se você quiser ficar em nosso país, é melhor aprender a falar inglês. Na Austrália acreditamos em Jesus que é o nosso Deus e acreditamos em Deus. O fato de acreditarmos no Cristianismo e segui-lo, e não em outra religião, nos torna uma comunidade e é por isso que você pode encontrar imagens de Deus e livros religiosos em todos os lugares. Se você tiver reservas quanto a isso, poderá sair da Austrália e ir para qualquer lugar do mundo. A Austrália é o nosso país e esta é a nossa cultura. Não seguimos sua religião, mas respeitamos seus sentimentos, então se você quiser ler o Alcorão e orar, não faça barulho com os alto-falantes e não leia em voz alta. Por favor, NÃO leia o Alcorão nem reze em nossas escolas, escritórios ou locais públicos. Você pode fazer isso no conforto da sua casa ou na mesquita, o que não nos importaremos. “Se você tiver qualquer problema com nossa bandeira ou hino nacional, nossa religião ou modo de vida, por favor, deixe a Austrália imediatamente e nunca mais retorne.”
Primeira-ministra australiana Julia Gillard
👏👏👏👏👏😎👍
É assim que toda Nação deve fazer. Viralizem e vamos colocar ordem no
Mundo. Esse texto serve para comunistas, socialistas, progressistas e afins também.
Repassando....
@flferronato@spacenews22@marcosdgb1 @EdervaneRodrig1 @KingPatriota22@gabiazcastro @FlaviaCensurada @Relvas_BR @debbymassa17 Desculpa mas fico muito triste q todos tem muitos seguidores mas não sai p rua pedir voto se saen e do Morumbi a paulista mas aqui no campo limpo sto amaro ninguém nos ajuda na preferia todos teríamos que estar mas presente desculpa estou preocupado
@EsmaelDAlmeida1@Miltonneves aí fica a pergunta uma mulher que foi candidata da república e chamava o PT de corrupto e agora tá no mesmo barco está pessoa e o quê
@Miltonneves@miriamleitao Só quem mora em Minas sabe o estrago do Pimentel e o que o Zema teve que fazer pro estado não acabar de vez! Os professores mal recebiam salários de tão atrasado que estava, Zema teve que rebolar pra conseguir colocar a casa em ordem.