Me reuni hoje pela manhã com ministros do meu governo e determinei ao ministro da Justiça e ao diretor-geral da Polícia Federal que fossem ao Rio para encontro com o governador.
Não podemos aceitar que o crime organizado continue destruindo famílias, oprimindo moradores e espalhando drogas e violência pelas cidades. Precisamos de um trabalho coordenado que atinja a espinha dorsal do tráfico sem colocar policiais, crianças e famílias inocentes em risco.
Foi exatamente o que fizemos em agosto na maior operação contra o crime organizado da história do país, que chegou ao coração financeiro de uma grande quadrilha envolvida em venda de drogas, adulteração de combustível e lavagem de dinheiro.
Com a aprovação da PEC da Segurança, que encaminhamos ao Congresso Nacional, vamos garantir que as diferentes forças policiais atuem de maneira conjunta no enfrentamento às facções criminosas.
A Professora e Vereadora Janaina Paschoal sabe que essas informações não procedem.
Isso porque a afirmação de que a PEC da Segurança Pública “subordina” os Estados ao Governo Federal é falsa.
A proposta trata de coordenação, não de hierarquia. O texto busca integrar esforços entre as esferas federal, estadual e municipal diante do crescimento das facções que atuam em múltiplos territórios — algo que o modelo atual não enfrenta de forma eficaz.
A Constituição já prevê a autonomia dos Estados (art. 18 e 144, CF/88) e qualquer norma infraconstitucional ou regulamentar não pode suprimir essa autonomia. O Conselho Nacional de Segurança Pública teria caráter consultivo e integrador, jamais de comando.
Em momentos de crise, é essencial discutir segurança pública com base em técnica, dados e realidade operacional, e não com discursos de medo ou distorções jurídicas.
O país precisa de cooperação e inteligência, não de isolamento institucional.
128 mortos até o momento, muitos com sinais óbvios de tortura e execução sumária, braços amarrados, tiros de fuzil no rosto para "estragar o velório" e dificultar o reconhecimento. Se você não condena essa imagem, você não faz parte da solução, você faz parte para o problema!
Apreenderam mais drogas no avião presidencial do Bolsonaro, do q na operação de hj no Alemão e na Penha.
Apreenderam mais drogas com o primo do Nikolas, do q na operação de hj no Alemão e na Penha.
Apreenderam mais fuzis com o Ronnie Lessa, do que com o Doca.
A tortura e as mortes no presídio de Ilha Grande criaram o CV nos anos 80.
O massacre do Carandiru gerou o PCC nos anos 90.
Toda violação de Direitos Humanos volta em forma de mais violência.
Décadas nisso e ainda tem imbecil que defende essa porra como solução pra segurança.
Vasco desde a condenação do ex-presidente da República:
10 jogos
6 vitórias
3 empates
1 derrota (por 80 milhões de reais)
Briguem com os números. Meu compromisso é com a informação
A lição sociológica do caso Esquerdogata
O episódio envolvendo Aline Bardy Dutra, a Esquerdogata, é mais do que um escândalo individual. É um retrato das contradições de uma época em que a militância virou performance e a vaidade se disfarça de consciência política.
Aline não é apenas uma figura pública que se excedeu. Ela simboliza um tipo de militância contemporânea moldada pelas redes sociais, onde o engajamento se mede em curtidas, o discurso crítico se confunde com autopromoção e a luta coletiva se dilui na construção de uma persona. Quando o ego toma o lugar da causa, o compromisso político se transforma em espetáculo.
O comportamento arrogante durante sua prisão, ao comparar sua sandália com o carro dos policiais e debochar da origem social deles, expõe uma contradição profunda. É a de quem critica o elitismo, mas reproduz os valores de distinção e superioridade típicos das elites que diz combater. Essa é uma das grandes ironias da sociedade de consumo, em que até a revolta precisa parecer sofisticada.
Sociologicamente, o caso de Aline revela a crise da representação política nas redes. A esquerda digital, ao tentar competir com a estética populista da extrema direita, criou seus próprios ídolos de linguagem afiada e conteúdo superficial. E quando esses ídolos falham, não é só a imagem individual que desaba. É também a credibilidade de uma militância que deveria pautar ética, coerência e empatia.
Sou de esquerda e defendo as lutas populares e progressistas. Mas não vou amenizar o dano que ela causou a lutas reais e históricas. O que Aline fez não é apenas um deslize ou um erro de comunicação. É um ato que reforça estereótipos, fragiliza causas legítimas e dá munição aos que atacam a esquerda todos os dias. E não adianta pedir desculpas por um ato indesculpável.
O caso não é sobre a queda de uma influenciadora, mas sobre a necessidade de reconstruir uma militância menos narcísica e mais comprometida com o real. Aquela que não busca aplauso, mas transformação. Porque o que ruge nas redes não é necessariamente o que constrói o mundo fora delas.
Na época da Constituinte de 88 não havia emendas milionárias de execução obrigatória pelo Executivo. Nem organizações criminosas tão poderosas como as que o Brasil tem agora.
No @ICLNoticias:
ATENÇÃO:
“O papel descomunal dos lobistas MAGA infelizmente ainda não está no radar dos analistas”.
Muito além de ideologia.
Os negócios da extrema-direita: tem gente lucrando com as ditaduras no continente.
LEIA: https://t.co/iVf1vB2EOb
- O Lula é Presidente da República.
- A Dilma é Presidente dos BRICS
- O Haddad é Ministro da Fazenda.
- O Brasil ganhou o Oscar.
- E a Carla Zambelli está presa na Itália.
O povo brasileiro precisa ser respeitado. A justiça brasileira precisa ser respeitada. Somos um país grande, soberano, e de tradições diplomáticas históricas com todos os países. O Brasil vai adotar as medidas necessárias para proteger seu povo e suas empresas.
#EntrevistaRecord