tamos lado a lado, sorrimos, um misto de timidez e prazer, ela passa a mão pelo meu corpo enquanto me olha, parecia não ter medo do perigo, isso me dava coragem também.
ca mais tinha me sentido tão atraída por alguém depois de casar... Já que a nossa relação já não se baseava mais no toque físico fazia tempo. Senti um calor que não sentia há anos, uma atração natural que nos aproximava.
- Calma... Tá tudo bem, só tem você e eu aqui – ela diz co
nica que é impossível descrever, só não dava mais vontade de parar, nos esfregamos cada vez mais, ouvimos o barulho do atrito delas, molhadas e inchadas. Eu rebolo na buceta dela, enquanto ela aperta os meus seios, o ritmo acelera e como um vulcão em erupção, gozamos juntas.
Dei
miseta regata, rosto sem maquiagem, mas dava pra notar o quanto a pele é macia, um olhar que me penetrava e lábios que me hipnotizavam a cada palavra que ela dizia.
Quando noto essa aproximação me assusto, nunca fiquei com ninguém depois do meu marido, obviamente, mas também nun
Desde que consegui um trabalho home office, tive a certeza que morar no interior era pra mim, já estava casada, não pretendia ter filhos, não precisava mais sobreviver na correria de São Paulo. Foi aí que, depois de muita pesquisa e conversa, decidimos nos mudar para a cidade de
nada, é só me chamar!
Ela diz olhando no fundo dos meus olhos, de perto, já que estávamos ambas no banheiro. Acho que eu nunca tinha ficado tão perto dela assim... O suficiente para sentir o perfume ambarado, frescor de quem acabou de tomar banho, seios fartos soltos dentro da ca
ajudar!
Ela pede licença e procura a barata, eu vou atrás, fico parada na porta, ela consegue matar e jogá-la fora. Eu me aproximo enquanto ela acabava de lavar as mãos no banheiro e agradeço, digo que não queria incomodar:
- Imagina Rô, eu tô aqui para o que precisar. Não custa
ou em casa. Começo a gritar, até que ouço a campainha tocar, era a Jade:
- Tá tudo bem? Ouvi os gritos e vim correndo...
- Aii desculpa, é só uma barata... tudo bem.
- Ahh imagina, conseguiu matar?
- Na verdade eu a vi entrando no quarto e não tive coragem de ir atrás...
- Vou te
amos a criar uma boa relação com eles, almoçamos na casa deles um dia e eles estavam nos ajudando a nos habituar à cidade, vizinhos, comércio, enfim, entender esse novo jeito de viver que estávamos descobrindo.
Certo dia, eu estava plena no meu horário de almoço e uma barata entr
vizinhos, Jade e Ruan, e começaram a conversar com a gente. Aparentavam ter idade próxima à nossa, uma mulher loira, elegante, alta e um marido de cabelos castanhos um pouco mais baixo, ambos com corpo forte, aparentando que pegavam pesado nos treinos.
Com o passar dos dias começ
Águas de São Pedro, uma casinha tranquila num condomínio fechado, pra viver a paz que tanto sonhamos e construímos juntos.
Nos mudamos durante a semana e arrumamos o mínimo necessário para cozinhar e dormir. Na manhã de sábado enquanto arrumávamos o quintal, apareceu um casal de