Lula não tá fazendo esse "pacotão de benefícios" pra tentar a reeleição. Ele tem experiência o suficiente na política pra saber que já perdeu.
Ele tá fazendo isso pra FUDER o orçamento de 2027, forçar o próximo governo a fazer cortes impopulares e gerar manifestações.
“Quando Deus quer julgar uma nação, Ele lhes dá governantes ímpios.”
— João Calvino
Impossível olhar pra este julgamento do STF e não ver as mãos de Deus julgando o nosso país. Nós merecemos de fato.
Até eu, que sou ateu, estou começando a crer que isso aí já transcendeu qualquer plano terreno e entrou para a esfera do espiritual. O nível de toxicidade, escárnio e cinismo é tão grande que parece que estamos ouvindo uma conversa entre demônios.
O BANCO MASTER NÃO É DO VORCARO.
Será que vocês ainda não perceberam?
Vorcaro é o sujeito que aparece na fotografia.
O nome.
O “banqueiro”.
O personagem perfeito para estampar a capa do jornal enquanto Brasília finge que o problema nasceu e morreu nele.
Só que basta levantar um pouco o tapete e começa a aparecer gente de todo lado.
Executivo.
Legislativo.
Judiciário.
A Polícia Federal!
Gente ligada ao Banco Central.
Até nomes da própria estrutura responsável por investigar o caso aparecem nessa teia.
E você ainda acredita que essa é a história de UM BANQUEIRO?
A leitura é outra!
Vorcaro não era o dono.
Era o operador.
O sujeito que circulava onde precisava circular.
Aproximava quem precisava ser aproximado.
Fazia o dinheiro chegar onde precisava chegar.
Lubrificava a engrenagem.
Até que a engrenagem precisou de alguém para esmagar.
E sobrou para quem?
Para ele!
O quadro na parede da entrada.
O bobo da corte.
O boi de piranha perfeito.
Vorcaro virou manchete.
Brasília virou a página.
Que conveniente.
Porque o personagem caiu.
Mas o palco continua montado.
E os atores continuam sentados nas mesmas cadeiras.
Por isso, talvez a pergunta mais importante do caso Master nunca tenha sido:
“Para quem Vorcaro dava dinheiro?”
A pergunta é:
de quem era o dinheiro, por que ele precisava chegar a determinadas pessoas e o que se esperava em troca?
Porque talvez Vorcaro nunca foi o dono do jogo.
Talvez fosse apenas o caixa.
E quando o caixa sabe demais, você fecha o caixa.
A engrenagem?
Essa continua funcionando.
Não há explicação natural para um carpinteiro de uma cidade perdida como Nazaré conseguir, em menos de três anos, criar um movimento religioso que não morreu junto dele.
Entendam. Maomé era um líder político e militar. Buda era um príncipe e passou décadas pregando.
Jesus? Um carpinteiro de uma província periférica do Império Romano, sem exército, sem cargo político, sem riqueza, que morreu executado como criminoso aos 33 anos, abandonado por seus próprios discípulos, redefiniu a civilização ocidental, o calendário global, a moral, a arte, o direito e a filosofia.
De fato, termos a quantidade de documentação que temos — cartas, evangelhos, atas de mártires — sobre um galileu sem posição social como Jesus é, em si, algo extraordinário.
Não havia razão estrutural para esse homem ser registrado. Exceto se o impacto que ele causou — novamente, em três anos, sem dinheiro, sem exército, sem cargos, apenas caminhando e pregando — tenha sido extraordinário.
Por fim, movimentos messiânicos costumam morrer com seus fundadores. Algo (talvez vê-lo ressucitar), entretanto, fez com que os discípulos de Jesus, mesmo sob ameaça constante de morte e prisão, não abandonassem o seu Messias após sua morte, mas se tornassem ainda mais fervorosos e se espalhassem pelo mundo, anunciando a boa-nova.