A imprensa viu quando Alexandre de Moraes usou o aparato do Estado para perseguir uma família por um bate-boca em um aeroporto no exterior?
A imprensa viu quando Alexandre de Moraes baniu o X no Brasil?
A imprensa viu quando Alexandre de Moraes puniu uma empresa de Elon Musk sem razão?
A imprensa viu quando Alexandre de Moraes ameaçou um delator, citando prender esposa, pai e filha de 18 anos?
A imprensa viu as pescas probatórias?
A imprensa viu quando centenas foram condenados sem individualização de conduta, sob narrativa de golpe armado contra o Estado?
A imprensa viu uma mãe condenada a 11 anos por escrever numa estátua com batom?
A imprensa viu a ameaça de multa de R$ 50 mil à população?
A imprensa viu um inquérito sem objeto claro durar sete anos e incluir desafetos?
A imprensa viu contas congeladas, passaportes cancelados, verbas bloqueadas e prisões questionadas?
A imprensa viu a prisão de Filipe Martins por uma viagem que nunca ocorreu?
Onde a imprensa estava durante esse período?
Bem-vindos ao Brasil que a imprensa ajudou a construir.
95% da imprensa tem responsabilidade no que está acontecendo. Aplaudiram e passaram pano para tudo que foi barbaridade jurídica e perseguição que aconteceu nos últimos anos, e agora estão ai se fazendo de surpresos e pedindo investigação.
Posso ser burro, mas tenho memória.
@karenllyandra A pergunta é: Pq Ministro do STF teve palanque ? Lula ok é o que se tem de PR no momento e inauguração de um canal . Assim como CNN JP etc faz parte presença da "autoridade maior" do país
Agora Ministro do STF , "Juiz". Entendo meio estranho.
Hoje o bolsonarismo levou uma porrada com sensação de nocaute, e não há por que passar pano para isso. Não neguem e nem peçam para as pessoas negarem. Ao contrário do andar de cima, onde o jogo é jogado de forma diferente, aqui embaixo ainda existem pessoas que acreditam em algo maior do que interesses.
Trump mostrou o que sempre foi e o motivo de ter chegado tão longe. Enquanto candidato, o discurso foi “America First” e assim está agindo. Enquanto empresário e ser humano, “Me First”. Mesmo que muitos se coloquem contra a lógica do “eu primeiro”, ela está impregnada em todos nós. Talvez por isso a passagem bíblica “Ame o próximo como a ti mesmo” seja uma das, senão a mais difícil de ser colocada em prática. Por essa razão, causa incômodo ver versículos sendo usados aleatoriamente como ornamento.
Olhando de fora, a retirada da Magnitsky foi mais uma amostra de como os interesses se movem. Quando interesses entram na sala, a ideologia não debate, ela se retira.
Além de descredibilizar uma lei cujo objetivo é proteger direitos humanos, o episódio deixa claro que o instrumento nunca foi utilizado por compaixão, liberdade de expressão, compromisso democrático e ideologia.
A atitude não gera surpresa, raiva ou revolta. Apenas um certo “ok, isso é o que você sempre foi”.
Vê esse vídeo? Ele é o retrato explícito e escancarado da linha que separa o povo do andar de cima. Um povo que existe para além dos rótulos de direita e esquerda, bolsonarista ou petista. Na maioria das vezes, ideologias e rótulos servem apenas como “pompom” de torcida. Quem balança melhor vence o jogo. A massa acredita que participa, quando na verdade é apenas conduzida.
Eu sinto muito, muito mesmo, apenas pelos presos do dia 8. Certo ou errado, esses sim levaram às últimas consequências aquilo em que acreditavam.
Pensar por si mesmo é incentivado como virtude e aplaudido até o momento em que atravessa limites e começa a incomodar.