7 anos já se passaram, outras 2 Libertadores já vieram, mas esse segue sendo DISPARADO o dia mais feliz da minha vida.
Nunca mais haverá um 23 de novembro de 2019.
Em dias como esse a gente descobre os porões da ignorância, da burrice e da desonestidade intelectual. E o mais grave: com orgulho.
Dá pra ser contra uma ditadura e igualmente contra violência, limites intransponíveis e ataques à soberania de um país.
Porra, é tão óbvio.