escritoras, irmãs, discípulas de Octavia E. Butler • criadoras do #LeiaRepresentatividade • membras do @cladaspretas e do @decoloniais• aroaces 💚💜 (ela)
Uma das marcas do colonialismo é um presente que limita os futuros possíveis da população negra. Por isso, contar e protagonizar histórias importa. ✨Nossa dica de hoje é Raízes do Amanhã, antologia de ficção científica com representatividade.
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hoje realizo um sonho que começou há quase 3 anos - lancei meu curso sobre estruturas de histórias fantásticas na doméstika!!! foi um processo lindo, feito com muito amor, e estou feliz demais em finalmente compartilhá-lo com vocês <3 chega mais! >> https://t.co/IM3dGdP0Jc
Lendo meu primeiro livro da braba Le Guin e já fumegando com os macho colonizador.
Um misto de emoções potentes e intensas nessa que parece ser mais uma leitura daquelas.
Obrigada sempre @afrofuturas. Abrindo porta para futuros e suas pluradidades.
Há espaço para as lágrimas dos homens negros? 🎥
Da literatura ao audiovisual, @stefanovolp vem realizando um trabalho contínuo em suas obras. Em entrevista ao #CatarseBlog, ele comenta sobre seu mais novo desafio: os primeiros passos no cinema nacional independente com a adaptação em curta-metragem de SECO, uma história de “Homens Pretos (Não) Choram”!
Texto de @dayharabooks 💚 Leia agora no blog: https://t.co/H9w2Z5f0FS
Bora ler livros *escritos e protagonizados* por pessoas autistas?
📖 Aqui uma de livros sobre personagens autistas, escritos por autores autistas pra esse dia do orgulho autitsta: https://t.co/CzNrmQNzXK
📌 Link da lista na amazon com livros indicados: https://t.co/iPN2AJX3EN
A neuronormatividade é uma tentativa de remover o contexto da diversidade humana. A neuronormatividade faz parte do pacote do esforço para rotular a diversidade como “errados” e reforçar alguns como mais próximos "do modelo humano”. +
Os livros e a forma de lê-los que busca compreensão fora dos limites de estereótipos, permitem redefinir o que comumente as pessoas querem dizer quando usam palavras como autismo, autista ou neurodivergente.
Então, pra compartilhar o convite: +
Tenho tentado me aprofundar cada vez mais no fato de que existe diversidade no autismo. De que quando lemos algo sobre uma pessoa autista, estaremos lendo uma vivência dentre muitas outras possibilidades de vida e de humanidades no espectro. +
Hoje, 18 de junho, é dia do orgulho autista. Desde que recebi o diagnóstico, na minha caminhada emancipatória e anticapacitista de autoconhecimento, tenho entendido o quanto me custa tentar assimilar um modelo de vida neurotípico. E os livros têm sido aliados nesse momento tbm +