Nesta edição, um convite à reflexão: por que tratar o ChatGPT como uma ferramenta que sempre falha ou que nunca funciona revela mais sobre a nossa pressa em tirar conclusões do que sobre a tecnologia em si?
Leia aqui: https://t.co/6wiRCs8Fxn
Se a inteligência artificial terá um papel crescente na comunicação política, como a IA pode ser usada de forma responsável dentro das campanhas?
Foi dessa pergunta que surgiu a ideia de desenvolver um experimento prático: o #CandidatoGPT.
Nesta edição da #agenteGPT, os resultados de um estudo sobre o que acontece quando a IA é orientada a ser mais direta e menos "boazinha" e de que forma isso pode influenciar sua forma de interagir.
Leia e assine para + conteúdo: https://t.co/P2IdM71QFA
Conclui-se rapidamente que a tecnologia é superficial. Mas essa conclusão raramente examina com profundidade a natureza da interação que produziu aquele resultado.
Leia agora e assine para + conteúdo: https://t.co/y9NWfZsft9
Mas o texto da ombudsman escancara uma outra questão: a coerência institucional do jornal.
E tem mais: Gemini ganha recurso para geração de música!
Leia agora e assine para + conteúdo: https://t.co/NH4jO6FCFp
Em novo artigo sobre o caso do uso de IA por uma colunista, a ombudsman da Folha de S.Paulo amplia o tema ao registrar algo que deveria ser óbvio, mas que precisou ser dito: quem paga pelo jornal quer saber se está lendo coluna ou resultado de prompt: https://t.co/NH4jO6FCFp
Nesta edição da agenteGPT, considerações sobre o que poderia ter sido evitado no caso da coluna da Folha de S.Paulo escrita com IA sem aviso ao leitor.
Leia agora e assine para + conteúdo: https://t.co/MiSyYewBit
Nesta edição, por que o “domínio de IA” ainda não é um requisito recorrente nas descrições de vagas em jornalismo e comunicação? E não basta o candidato “conhecer o ChatGPT” e muito menos o contratante não saber exatamente por que usar inteligência artificial.
Na agenteGPT, o risco de as plataformas de inteligência artificial, como ChatGPT e Gemini, se tornarem apenas mais uma distração digital, assim como as redes sociais, quando, na prática, o uso recreativo é propagado e estimulado.
Leia a edição: https://t.co/4Yk6fmisj5
Nesta edição da agenteGPT, dados e análise da pesquisa que aponta alta no uso da IA entre os brasileiros e com mudança na sua finalidade.
E mais: novos movimentos na disputa Google versus OpenAI.
Leia e assine para mais conteúdo: https://t.co/emAta9Tuwh
Nesta edição da #agenteGPT, entenda como a clareza das prioridades e a gestão de expectativas ajudam a amplificar o uso do ChatGPT ou outras ferramentas de IA generativa.
Leia e assine para + conteúdo: https://t.co/tKOGcRYJMv
A #agenteGPT está de volta e nesta primeira edição do ano, uma reflexão não tanto sobre o que vem aí, mas muito sobre o que podemos fazer em relação ao uso da IA.
Leia e assine para + conteúdo: https://t.co/1VNfAmqvPZ
Esta é a última edição regular da agenteGPT em 2025. A newsletter entra em recesso e retorna no dia 8 de janeiro. E para fechar o ano, optei por não fazer uma retrospectiva nem dar mais um destaque para os “agitos” do mercado de IA [que continuam, aliás].
O ChatGPT fez 3 anos no domingo, mas a OpenAI não tem sossego. Dois grandes jornais publicaram reportagens com bastidores da empresa e mais um vazamento de memorando do CEO mostra o impacto da ascensão do Google com o Gemini. Código vermelho ativado.