@analeticiacesar Eu me importo tanto com a Ponte Preta de Minas que não sabia dos equatorianos que jogam por lá. Equador é mais fácil de bater numa possível quartas de final. Pero si apoyas a México, te cuento que soy mexicano desde que era pequeño
Ale to jest dobre.
Sophie Cunningham, amerykańska koszykarka występująca w lidze WNBA, zaczęła wytykać podczas meczu palcem murzynkę i ta natychmiast zrobiła się fizycznie agresywna. Kilka osób musiało ją trzymać na dystans od rywalki.
Kiedyś czytałem, że ludzie z niskim IQ nie mogą zdzierżyć widoku skierowanego w ich stronę palca. Taki gest wywołuje w nich agresje i szybko tracą nad sobą kontrolę. Szympansy zachowują się podobnie: interpretują wystawiony palec jako sygnał do ataku.
QUERIDINHA ANTIWOKE
Cansada de apanhar nas quadras, Sophie Cunningham, jogadora da WNBA -Associação Nacional de Basquete Feminino dos EUA- resolveu sair em defesa de sua companheira, Caitlin Clark, agredida pela jogadora Alyssa Thomas na quadra.
Os juízes ignoraram, mas Sophie não.
Sophie partiu para cima da agressora, sem dizer uma única palavra, e durante mais de 20 segundos apontou para DeWanna Bonner, companheira de Alyssa, ameaçadora, impondo respeito.
O gesto viralizou imediatamente em todo o mundo, por se tratar de uma jogadora branca reagindo contra uma negra, coisa inadmissível na cartilha woke da esquerda.
O dedo em riste da menina brava do time Indiana Fever se espalhou rapidamente pelo mundo, a esquerda surtou e Sophie virou a estrela anti woke dos EUA, a queridinha da América.
Os canhotos se deram mal, muito mal: Caitlin Clark e Sophie são as duas maiores estrelas comerciais da liga, responsáveis por impressionantes 71% das vendas das camisas (jerseys) da WNBA.
Sophie é uma pimentinha, de personalidade forte, branca, do Missouri, conservadora e chamada por muitos de 'Maga Barbie.'
Ela mesma já se autodefiniu, modestinha, como 'centro/moderada'.
Por essa personalidade, já foi multada várias vezes por críticas a arbitragens e tem fama de não levar desaforo para casa.
Sophie chegou a processar o Suns por acusá-la -através de um ex funcionário- de ter tido um caso extra conjugal com o CEO casado Josh Bartelstein quando jogava no Mercury.
Sophie é uma estrela destes novos tempos, em que o woke vai derretendo.
Sou fã.