Essa ideologia insana, cretina e abjeta não dominou as mentes fracas apenas no Brasil.
Essa sujeira é um movimento financiado pelo mega capital globalista.
Tem método, dinheiro e finalidades bem definidas.
A esquerda é apenas um instrumento para a consolidação de suas metas.
Dia histórico na Globo Lixo!
A militante petista Miriam Leitão quis culpar Bolsonaro pela situação fiscal do país. Mas Alexandre Schwartsman, ex-diretor do Banco Central, desmontou a narrativa ao vivo:
“ Não foi por causa de pautas bombas e nem bombas escondidas, nem nada..Não adianta botar a culpa no governo
Bolsonaro.”
Não se envergonhe de ter acreditado no OVNI de Taubaté
Adotaram uma véia gorda acreditando que ela tinha 12 anos
Mas burrice mesmo é votar de novo em quem promete cerveja e pikanha
O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.
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An epic battle, Joao. And a hard-fought victory you deserve. Best of luck for the rest of the tournament and the incredible career you have ahead of you.
As for Paris… tu as mon coeur 🫶🏼
Os irmãos Batista são os caras mais sortudos do mundo! E posso provar:
A marca de detergente mais popular do Brasil, cujos donos doaram R$ 1 milhão para Bolsonaro, teve seus produtos suspensos pela Anvisa.
Qual a sua principal concorrente? A Minuano, dos irmãos Batista!
Em janeiro de 2025, os irmãos Batista compram 50% da Mantiqueira, a maior produtora de ovos do Brasil. Daí, semanas depois, o governo publica uma portaria obrigando todos os produtores a carimbar a data de validade em cada ovo individualmente.
Os pequenos produtores não tinham como pagar por essa tecnologia. Já a Mantiqueira estava usando desde antes.
Em junho de 2024, os irmãos Batista compraram 13 usinas da Eletrobras por R$ 4,7 bilhões. Três dias depois, o governo assinou uma medida provisória transferindo a dívida dessas usinas, de R$ 10 bilhões, para a conta de luz de todos os brasileiros.
Quem ganhou? Os Batistas. Quem pagou? Eu e você!
Em 2017, Joesley Batista delatou Lula, afirmando ter pago US$ 150 milhões em propinas ao ex-presidente e à Dilma. Foram presos. Depois, soltos. A multa que deveriam pagar era de R$ 10 bilhões.
Logo depois das eleições de 2022, os Batistas contrataram um advogado chamado Cristiano Zanin, homem de confiança do próprio Lula. Meses depois, Lula indicou Zanin para o STF. E a multa dos Batistas? Foi reduzida para menos de R$ 3 bilhões.
Olha que sorte enorme: Toda vez que um setor da economia entra no radar dos Batistas, uma lei ou portaria aparece logo em seguida, travando a concorrência pequena e abrindo caminho para o império.
Detergente. Ovos. Energia. Carne. O mesmo roteiro, setores diferentes!
NOTA OFICIAL
513 deputados. 81 senadores. Eleitos pelo povo brasileiro para representá-lo. O povo falou pelo Congresso.
Hoje, um único homem, não eleito, sem mandato e com interesse direto na causa, apagou isso com uma caneta.
Chama-se democracia representativa quando o povo governa por meio de seus eleitos.
Chama-se outra coisa quando um juiz governa sozinho acima de todos.
A decisão monocrática do ministro Moraes não suspendeu apenas uma lei. Suspendeu a vontade popular.
Cabe à Câmara reagir com firmeza e aprovar, com urgência, a PEC contra decisões monocráticas que suspendam leis aprovadas pelo Congresso.
E cabe ao povo eleger representantes corajosos para promover uma verdadeira e saneadora reforma do Judiciário em 2027.
Rogério Marinho
Líder da Oposição no Senado