Não tive coragem de avisar a Maria Eduarda de 12 anos que era fissurada em comédias românticas filipinas e animes shoujos que toda visão que ela tinha sobre o amor era extremamente ridícula e fantasiosa
Parando pra refletir que todos os homens da minha vida demonstram o quanto minha dor é nada comparada com eles e lidar com o processo de insignificância é doloroso pq posso gritar chorar me jogar de um prédio mesmo assim ainda não vai mudar a forma como me enxergam