@SeaskySunair@Gabrielmg_OB95 Só essa brincadeira de divisão em "braços" gerou centenas de milhões em prejuízo. A empresa foi fatiada por dentro (carve-out), rompendo a sinergia entre as áreas.
Depois foi preciso desfazer tudo, fazer um "carve-in", para voltar a ser eficiente.
@DefesaBrazil@Gabrielmg_OB95 Alguém tem fonte que afirma que é manutenção nos motores?
Espero que não tenham comprado barato por causa dos ciclos do motor, pra conta chegar depois. Companhia aérea tem cobertura para essas revisões nos contratos de manutenção, tipo o TotalCare.
@DefesaBrazil@Gabrielmg_OB95 Aeronave "nova" não fica esperando manutenção de motor.
Revisão fora da asa tem que desmontar o motor inteiro, custa milhões e pode levar meses no shop.
É difícil acontecer com avião militar que voa poucas horas. Era um avião de linha aérea, então depende dos ciclos.
@Despairvms@catholicbra Eu não disse que fracassou.
Só não existe plano de fazer um KC-390 desse tamanho.
Nem faz sentido para o Brasil operar um C-17, a não ser que o propósito seja queimar dinheiro por queimar dinheiro.
@deCamaret@AnaliseGeopol Até foguetes suborbitais passam da linha de Kármán.
Não sei se você achou que era algo difícil de atingir ou algo assim. Deve soar bonito pra quem aprendeu a palavra recentemente.
@AWeirdPhysicist Essa crítica é energética demais.
O Estado nunca deixou de suportar a Embraer, bancando desenvolvimento de projetos como Tucano, Super Tucano, E/R-99, modernizações (AMX-M, F-5M, E-99M), KC-390, contratos como as Fragatas Tamandaré...
Foram inventar um tal de teto de gastos...
@joaovic73384331 @bruno_marcello@OliverStuenkel Curiosidade: hoje a margem de lucro da Embraer é maior do que a da fabricante dos motores do E2.
Recuperar o capital investido não é trivial. Ou o Estado banca em troca de capacidade estratégica, ou você precisa de demanda garantida (exportações).
@joaovic73384331 @bruno_marcello@OliverStuenkel Um parque industrial custa bilhões para levantar e operar, e esse custo não some quando a linha de produção para. Não existe "ter tecnologia" para fabricar motor de avião só quando precisar, como se fosse uma receita guardada em uma gaveta.
@joaovic73384331 @bruno_marcello@OliverStuenkel Normalmente é quando a corda aperta que um país aceita bancar uma empresa que não se paga (ou subsidiar setores deficitários inteiros) em troca de autonomia estratégica.
@joaovic73384331 @bruno_marcello@OliverStuenkel O investimento é tão alto que o retorno acaba sendo diluído nos contratos de manutenção ao longo de toda a vida útil do motor.