Lookinho usado por Sadie Sink como Jean Grey em Homem-Aranha: Um Novo Dia.
Sadie também contou que uma das opções de figurino para a Jean era um casaco de suede que lembrava bastante o icônico casaco da Penny Lane em Almost Famous, que é um dos seus filmes favoritos. O casaco acabou ficando de fora do filme, mas ela disse que ainda existe a possibilidade de usá-lo nos próximos filmes em que Jean aparecer.
Sadie Sink sobre o que mais despertou seu interesse em interpretar uma personagem como Jean Grey:
“Todas as mulheres dos X-Men são tão fortes e interessantes, a relação delas com seus poderes, a forma como são capazes de fazer coisas incríveis. Isso lhes dá muita força, mas também afeta suas vidas de maneiras negativas.
Foi interessante começar justamente pelo lado negativo da Jean, ver ela ainda descobrindo do que é capaz. E, antes mesmo de conseguir desenvolver sua própria relação com os seus poderes e entender o que eles significam para ela, eles acabam sendo usados por pessoas que querem causar danos com aquilo que tanto ela quanto sua irmã são capazes de fazer.
O que me empolgou foi não interpretar uma vilã, mas alguém que só conheceu sofrimento por ter essas habilidades. Por isso, ela só sabe usá-las como uma ameaça ou como forma de se defender.”
via @VanityFair.
Sadie Sink sobre os rumores de que Kit Connor teria sido escalado como Scott Summers, o Cyclops, na nova adaptação dos X-Men do MCU:
“Ele foi? Sempre surgem esses rumores, e eu nunca sei o que é realmente oficial.”
via @VanityFair.
Sadie Sink sobre as ações e motivações de Jean Grey em 'HOMEM-ARANHA: UM NOVO DIA':
“Ela é muito falha. Você a encontra em um momento complicado, porque eu n��o acho que ela seja alguém que queira machucar os outros, mas ela mesma foi machucada, então é isso que ela conhece. Então, dar a ela essa história de fundo e uma motivação por trás de suas ações é algo realmente poderoso.
Eles me disseram que eu era a vilã, mas que eu não era realmente a vilã, e foi assim que eu a interpretei. Eu não queria me apoiar nessa aura de ‘vilã’. Porque, na cabeça dela, tudo é totalmente justificável. E eu concordo. Acho que é mesmo.”
via @Variety.