o infisical é uma app pra você gerenciar secrets/variaveis de ambiente das aplicações. ao inves de ficar na agonia de "por onde" compartilhar o .env, qual o env + atualizado... vc sobe tudo no painel deles, e os devs sincronizam o repo, cabô todo mundo usando a msma coisa
to achando ele bem intuitivo e vc pode conectar com seu CI/CD tbm, pra o workflow já catar de lá e nao ter conflito/esquecimento
O Claude me ajudou a resolver um problema complexo.
O LLM resolveria sozinho? Não.
Eu resolveria sozinho? Sim, mas demoraria mais. Por que? Porque é uma área que eu domino pouco, basicamente patches de Kernel e de boot num SoC.
Algumas coisas só resolveu usando Fable. Foi caro.
Fazia tempo que eu queria encontrar um problema realmente complexo pra testar um LLM. Ainda não terminou, mas está sendo uma experiência legal.
E confirmou o que eu já sabia: LLM não substitui ninguém, principalmente alguém muito experiente.
Quando eu terminar eu vou postar e dar mais detalhes.
a apple não reclama do preço da multilaser.
nenhuma marca que sabe o que é olha pro lado e reclama que o outro cobra menos:
isso é um atestado fortíssimo de que você está no mesmo mercado que ele.
você com certeza ja viu por ai gente reclamando do cara que cobra R$ 50 por edit e faz no capcut.
se você é essa pessoa, eu tenho uma má notícia:
se o cara do capcut é seu concorrente, o problema não é o cara do capcut.
isso porque, na minha cabeça, existem dois tipos de profissionais:
o primeiro é o executor. apertador de botão. o cliente manda o briefing, ele edita, entrega e acabou. não pergunta pra que serve aquilo, não opina, não discorda. é o café com leite.
e mesmo assim sempre vai ter alguém fazendo a mesma coisa por menos — o sobrinho, o cara que começou ontem, a ia que faz automático. esse cara compete por preço. e quem compete por preço sempre vai perder, porque sempre vai existir alguém mais desesperado que você kkkk é triste mas é verdade. been there, done that.
o segundo é o editor que o cliente vê como um parceiro.
esse cara ou essa mina entende por que aquele vídeo tá sendo feito. sabe qual é o objetivo do cliente com o vídeo, opina na estrutura, sabe como a edição vai gerar resultado — vender mais, reter, mais inscritos, gerar autoridade?
não fica puto com qualquer alteração, porque entende que algumas alterações podem deixar o vídeo melhor.
é pago pra tomar decisão.
e isso muda até a forma como você trabalha. você para de se preocupar só com quanto cobra e passa a se preocupar com o que aquilo resolve de verdade. edita com mais tesão. faz reunião sem medo de falar o seu preço.
o que separa um do outro não é técnica. não é o pc, não é a câmera, não é o software.
é posicionamento.
o que faz um cliente pagar R$ 200 e outro pagar R$ 2.000 pelo mesmo tipo de trabalho é um conjunto de coisas que passa segurança pro seu cliente:
→ clareza sobre o problema que você resolve
→ portfólio que comunica intenção
→ presença profissional: site, redes, contrato, uma experiência de cliente que não pareça amadora, segurança financeira e jurídica
→ capacidade de negociar e precificar sem gaguejar e arquivar conversa, falando a língua de quem tá pagando.
nada disso é sobre editar melhor ou aprender um efeito novo no premiere.
por isso que mais um tutorial ou curso de edição não resolve o problema.
você pode aprender mais um efeito, mais um plugin, comprar mais um pack e continuar na mesma fila, brigando pelos mesmos R$ 200, com o mesmo cliente que acha caro e vai te dar trabalho do começo ao fim do vídeo.
porque preço é consequência da percepção que o seu cliente tem sobre o teu trabalho.
você não sobe de preço só ficando melhor no premiere
você sobe de preço mudando de fila.
Eu entendi claramente. Devs como nós, empreendedores, somos criativos, resolvemos problemas complexos e normalmente temos mais ideias do que conseguimos executar. Escrever código sempre foi um gargalo pra gente. A IA resolveu isso pra nós, conseguimos com time mais enxuto construir mais. Muitos devs são apenas codificadores, contratados para suprir esse gargalo, masterizaram codar mas eles não criam projetos pessoais, não tem nenhuma ideia de codar projetos fora do que é pedido no trabalho, criatividade baixa. E quando a IA resolve exatamente o que eles foram contratados pra fazer eles ficam perdidos, dizem que programar perdeu a graça, não sentem que o trabalho foi feito por elas pq usaram IA pra codificar.
O ano era 2021 quando o Paulo Gustavo falecia em decorrência a Covid 19 e Luísa Sonza indignada com todo o ocorrido e a situação do governo atual na época, desabafou no seu twitter sobre o caso e terminou o texto com a frase “tudo perdeu a graça”
O pior do TCC não é terminar o texto.
É descobrir, no fim, que ainda falta ajustar margem, sumário, paginação, citações e referências — tudo do jeito que a ABNT e a faculdade exigem.
Foi por isso que eu, como desenvolvedor, criei a Kodem.
No vídeo: de um projeto novo para um Word formatado, sem passar horas brigando com o documento.
Responda com sua faculdade + curso. Quero descobrir quais aparecem mais por aqui.