A lógica é a seguinte:
Você assina o plano da @vivobr .
Eles te ligam pra confirmar agendamento da instalação
Você passa o dia todo em casa.
Ultrapassa o horário e eles não aparecem e o máximo que podem fazer é agendar para o dia seguinte no fim da tarde.
Vergonhoso
@AnatelGovBR
“Este é um momento de clareza moral”, diz o premiê britânico Rishi Sunak, acrescentando que “Israel deve ser capaz de se defender contra o terror, restaurar sua segurança e trazer os reféns para casa”. https://t.co/MnbFUR33A0
Em tempo de guerra, infelizmente, é comum haver disseminação de mentiras, distorções da verdade e acusações levianas, especialmente no ambiente virtual. Essa prática torna-se mais nociva quando parte de um professor universitário como Reginaldo Nasser (PUC-SP).
Na plataforma X (ex Twitter), o professor da PUC-SP acusou a Conib de ter predileção por genocidas. A Confederação Israelita do Brasil - CONIB é representante máxima da diversa comunidade judaica brasileira e, como tal, dialoga com partidos e políticos de todo espectro, sendo praxe dar os parabéns àqueles eleitos democraticamente ao mais alto cargo da república. Foi assim com o ex-presidente e foi assim com o atual presidente.
Ao tentar manchar o nome da CONIB, Nasser estende a insinuação contra todos os judeus que a entidade representa. Tal calúnia é antiga, nada mais que um eco dos libelos de sangue da Idade Média, os quais acusavam judeus, sem provas, de cometer assassinatos e ter prazer na morte de não judeus. Os nazistas usaram essa falácia e, infelizmente, ela nunca foi completamente abandonada. Reginaldo Nasser a usa também.
Com sua postura irresponsável, o professor da PUC-SP dissemina ódio contra uma minoria historicamente perseguida. Isso é ainda mais perigoso agora que os casos de antissemitismo cresceram mais de 1200% no útimo mês no Brasil, segundo o Cyber Security Monitoring System. Esperamos que a Pontifícia Universidade Católica de São Paulo tome as devidas providências jurídicas e administrativas, deixando claro que não aceita racistas entre seu corpo docente.
Ao comprar a versão do Hamas sobre o foguete que caiu no hospital Al-Ahli, em Gaza, a imprensa atingiu a sua própria credibilidade. Que já não era muita. https://t.co/XxPeQrHwto
As Forças de Defesa de Israel (IDF) divulgaram um áudio nesta madrugada (18) de uma conversa interceptada entre dois terroristas do Hamas. Nela, eles afirmam que o foguete que atingiu o hospital na Faixa de Gaza foi disparado pela Jihad Islâmica, a partir do cemitério que fica atrás do local. As primeiras imagens divulgadas do ocorrido mostram também que apenas o estacionamento do hospital foi atingido. Isso põe em cheque a afirmação do Ministério da Saúde de Gaza, liderado pelo Hamas, de que cerca de 500 pessoas tenham morrido. O número de vítimas palestinas pode ter sido bem menor. O presidente dos EUA, Joe Biden, também já está em Israel e, embora insista na necessidade de uma investigação, afirma que não foi o Estado judeu o responsável pela explosão. Em breve, postaremos o áudio divulgado pelas IDF e traremos mais informações.
O grupo terrorista Hamas é uma ditadura ultra radical religiosa na Faixa de Gaza, anti-mulher similar à Arábia Saudita. Já estive em Gaza. Tem apoio de parte dos palestinos, mas não de todos e muito menos da maioria. Não são representantes da justa causa palestina de ter um Estado soberano vivendo em paz e segurança ao lado de Israel. Além disso, o representante oficial dos palestinos é a Autoridade Palestina, formada por grupos inimigos do Hamas. Você pode ser um defensor da causa palestina, e eu sou, sem apoiar terroristas como os do Hamas que matam 900 israelenses e são responsáveis pela guerra que deixará milhares de palestinos mortos. Lembro que sou libanês. Se você for ao Líbano, como vou sempre, descobrirá que a imensa maioria dos libaneses se opõe ao Hezbollah e pressiona o grupo a não abrir uma nova frente contra Israel, que devastaria o Líbano. Assim como o Hezbollah não é o Líbano, o Hamas não é a Palestina. Você pode criticar o Hamas pelo terrorismo sem ser anti-Palestina