UÉ, TIO SAM BARROU? 🇺🇸❌
O Capital Inicial militou contra a direita, mas queria faturar em dólar.
O visto foi NEGADO! 🤡💸
Já que os EUA fecharam as portas, fica a dica: partiu turnê em Cuba, Venezuela ou Coreia do Norte! 🇨🇺🇻🇪🇰🇵
Faz o L e canta na ditadura! 💵🤣
Tem gente que vive dando aula de ética, independência e consciência política. Mas bastaram R$ 300 mil para descobrir que certas convicções também são “publi”.
O problema nunca foi defender uma posição. O problema é posar de autoridade moral enquanto faz ATIVISMO REMUNERADO.
Típico das feministas de iPhone!
Hipocrisia continua sendo hipocrisia, mesmo quando vem acompanhada da hashtag #publi.
Enquanto Lula passa o tempo todo atacando seus adversários sem sofrer nenhuma consequência, o país assiste a escândalos gravíssimos vindo à tona. São ligações do alto escalão do governo com o caso Master e até vereador do PT envolvido com o PCC. É uma teia gigante de corrupção que está massacrando o Brasil.
É inacreditável que em pleno 2026 sejamos complacentes com o que acontece no nosso próprio país.
Trabalhadores brasileiros denunciam agressões físicas dentro de uma fábrica de multinacional chinesa em Minas Gerais e pararam a produção em protesto. Já não basta o poder de compra pífio do brasileiro, a casa própria que virou sonho distante e a aposentadoria que não vem. Agora temos que aguentar abuso de quem usa o nosso país como mão de obra barata. O trabalhador brasileiro merece respeito dentro e fora das fábricas. E o governo precisa parar de entregar o nosso país de mãos beijadas.
Para mudar os rumos do Brasil, não basta vencer uma eleição. Precisamos ser maioria nos espaços de poder.
Hoje, decisões que afetam diretamente a vida dos brasileiros mostram a importância de eleger representantes comprometidos com os nossos princípios.
Em 2026, temos a oportunidade de fortalecer esse projeto e construir um Brasil que respeite a vontade da maioria.
Por isso, defendo a eleição de @FlavioBolsonaro
O bolsonarismo como movimento internacional Flávio e Eduardo como seus principais líderes.
Arthur destaca que Eduardo construiu uma base sólida na Europa e com Trump, carimbando a direita brasileira com Vox, Chega, Orban e Fratelli d’Italia.
Já Nicolas é visto na Europa como “um pet bonitinho, um chihuahua” sem substância.
“Flávio e Eduardo têm substância política. Eles podem se tornar grandes líderes internacionais da direita na América Latina”.
Ele alerta que o objetivo de Nicolas, Tarcísio, Zema e liberais é usar Flávio como “presidente de transição” para enterrar o bolsonarismo e emplacar a agenda liberal.
Por isso, independentemente do resultado de 2026, é preciso consolidar um bolsonarismo verdadeiro.