@folha A manchete é 52% a 48%. Mas o dado mais intrigante está na mudança.
Antes do 1º turno, Datafolha: Lula 48%, Flávio 45%.
Agora: Flávio 49%, Lula 45% (votos totais).
A diferença mudou 7 pontos em uma semana.
Isso merece análise, não conclusões precipitadas.
@g1 O dado que merece atenção não é apenas o 52% a 48%.
Com 94% declarando voto definido e empate técnico no limite da margem, a discussão também passa pelo comparecimento efetivo.
Intenção de voto e voto depositado na urna são coisas diferentes. A abstenção merece atenção.
Como trazido pelo Gov @tarcisiogdf, quase 3 milhões de votos colocaram o Paraná no centro de um debate nacional.
O caso Deltan exige conciliar soberania popular, segurança jurídica e regras eleitorais.
Mais do que decidir uma candidatura, o TSE precisa oferecer uma resposta clara e fundamentada.
UM DATA CENTER DO GOOGLE VAI EXIGIR 564 MW DE NOVA GERAÇÃO ELÉTRICA.
Uma utility anunciou US$ 1,8 bilhão em investimentos para atendê-lo.
Talvez este seja o dado que melhor explique a próxima fase da IA:
o gargalo pode deixar de ser chip.
E virar ELETRICIDADE.
15/15 | A CORRIDA MUDOU
Talvez dados nunca tenham sido o novo petróleo.
Talvez a commodity estratégica da era da IA seja muito mais antiga:
ELETRICIDADE.
Sem energia, não há data center.
Sem data center, não há escala.
Sem escala, não há revolução.
A IA pode viver na nuvem.
Mas o poder continua vindo da tomada.
1/15 | A PRÓXIMA GUERRA DA IA
Durante anos, disseram que a corrida da Inteligência Artificial seria decidida por chips.
Talvez não.
O novo gargalo começa a aparecer em outro lugar:
ELETRICIDADE.
A IA está deixando de ser só tecnologia.
Virou uma questão energética.
14/15 | OLHAR SÓ PARA NVIDIA É VER METADE DA HISTÓRIA
A pergunta dos próximos anos não será apenas:
Quem tem os melhores modelos?
Será também:
Quem tem energia?
Quanto custa?
Onde está?
Quem consegue conectá-la?
E quem consegue construir antes dos outros?
10/10
Talvez esta seja a melhor síntese do dia:
Nenhuma fábrica foi construída.
Nenhum imposto caiu.
Nenhuma dívida desapareceu.
Nenhum brasileiro acordou 7,7% mais produtivo.
Mesmo assim, o país terminou o dia valendo muito mais na Bolsa.
Porque o mercado negocia o presente.
Mas precifica o FUTURO.
E hoje, em poucas horas,
O FUTURO DO BRASIL MUDOU DE PREÇO.
9/10
Agora começa o teste de verdade.
Euforia abre movimentos.
FUNDAMENTOS decidem se eles sobrevivem.
O mercado vai querer respostas sobre:
Equipe econômica.
Regra fiscal.
Trajetória da dívida.
Reformas.
Relação com o Congresso.
E, antes de tudo:
quem vencerá o segundo turno.