Hoje eu estava aguardando pelo último jogo do dia.
Queria ver Messi.
E eu tinha certeza de uma coisa: continuaria vendo o maior da nossa geração em alto nível. Não importa a idade. Não importa a liga em que jogou nos últimos anos. Não importa o tempo. Eu sabia que ainda seria Messi.
Estamos vendo um cara de 38 anos voltar até o campo de defesa para buscar a bola e levar, de novo, uma nação inteira para o ataque.
A dúvida é: será que ele vai carregar essa seleção mais uma vez?
Messi parece não sentir o tempo. Nem a pressão. Nem o peso da história. Ele simplesmente joga como se o futebol ainda fosse dele.
Para nós, brasileiros, ele causa uma sensação estranha. A gente seca a Argentina, claro. Mas também aceita, quase sem escolha, que está vendo o futebol mágico de um dos maiores que já existiu.
Temos sorte de ver Messi.
E azar por ele ser nosso rival em Copas.
Gênio. Inconfundível. ET. GOAT. O foda.