Yes, those photos you’ve seen are real.
More than 18 years ago, a baby named Lamine Yamal and his mom Sheila met Lionel Messi at a UNICEF fundraising photoshoot.
Today, their achievements on the pitch inspire millions. Off the pitch, both Messi and Lamine Yamal use their voices and platforms as UNICEF Goodwill Ambassadors to support and advocate for children around the world.
The goal? That every child survives, thrives, and fulfils their potential.
We are proud to have them on our team.
Credit: Joan Monfort
A Argentina é a primeira seleção da história a chegar a uma semifinal de Copa do Mundo sem ter enfrentado nenhum time no top 10 do ranking e/ou campeão mundial.
Parabéns, FIFA! Missão cumprida!
A FIFA cancelou a suspensão do artilheiro dos EUA, Florian Balogun, expulso JUSTAMENTE contra a Bósnia, e ele poderá enfrentar a Bélgica.
É um dos maiores escândalos da história das Copas. Algo só imaginável se a competição estivesse sendo disputada numa ditadura e… não… pera.
Não sei se vocês estão percebendo, mas existe um movimento crescendo no Brasil e no mundo que funciona quase como uma religião da riqueza.
É uma espécie de supremacismo de rico. Uma ideologia que tenta convencer a sociedade de que pobre é menos inteligente, menos capaz, menos digno, menos humano. É por isso que a gente vê influencer, coach e esse tipo de figura dizendo que pobre não deveria votar, que trabalhador não tem cognição, que pobreza é sujeira, burrice ou preguiça.
E o mais assustador é entrar nos comentários dessas pessoas.
Você entra no perfil de um coach que está demonizando pobre, humilhando trabalhador, dizendo que pobre não deveria ter direito, e tem um monte de gente aplaudindo. Você entra no vídeo de uma influenciadora dizendo que mulher não deveria votar, e também tem gente apoiando. É gente defendendo abertamente a retirada dos próprios direitos, como se isso fosse sinal de inteligência, coragem ou superioridade moral.
Isso não é opinião solta. É projeto.
É gente que ganha dinheiro em cima dos pobres, vendendo curso, vendendo fórmula mágica, vendendo humilhação fantasiada de meritocracia. E é bom deixar uma coisa muito clara: quem ganha 10 mil, 20 mil por mês, não é rico no sentido real do poder. Se a pessoa depende do próprio salário para sobreviver, se perde a renda e entra em desespero, ela está muito mais perto do trabalhador comum do que da elite.
O problema é que muita gente que ganha um pouco mais passou a se enxergar como parte da elite, quando na verdade continua sendo trabalhador. Continua dependendo de emprego, de contrato, de cliente, de salário, de renda mensal. Só que foi convencida a odiar quem está embaixo, enquanto idolatra quem está muito acima e jamais vai aceitá-la como igual.
O que esse movimento tenta fazer é animalizar o pobre. Transformar trabalhador em lixo. Transformar desigualdade em culpa individual. Transformar privilégio em superioridade moral.
Isso lembra a lógica dos movimentos supremacistas da história: primeiro desumaniza, depois naturaliza a violência, depois tenta tirar direitos. A extrema direita sempre testou esses limites. Bolsonaro fez isso durante anos, ofendendo mulheres, negros, pobres, indígenas, LGBTQIA+, e muita gente tratou como piada.
Só que não era piada. Era método.
Hoje a gente vê gente pobre aplaudindo quem quer tirar o direito dela de votar, de estudar, de se tratar, de circular pela cidade, de ter acesso ao mínimo. Isso é lavagem ideológica. É fanatismo de classe. É a pessoa sendo convencida a admirar quem despreza a sua existência.
E isso se conecta diretamente com uma política que trata representante do povo como celebridade, como casta, como gente acima da sociedade. Só que político não é dono do país. Político é empregado do povo.
O alerta é esse: não é um caso isolado, não é um vídeo perdido, não é um coach falando bobagem para viralizar. É um movimento organizado de desumanização da pobreza. É a tentativa de transformar riqueza em religião e pobre em inimigo.
Quando uma sociedade começa a achar normal humilhar quem trabalha, quem pega ônibus, quem usa serviço público, quem depende do SUS, quem vive do próprio salário, essa sociedade já passou do limite do absurdo.
A gente precisa acordar antes que esse fanatismo nos engula.
@awaisaftab Eu consegui ler o relato do Dr Oli Delgaram-Nejad's. Tenho um caso parecido na família, mesmo com sintomas negativos conseguiu finalizar 2 graduações anos após o início da doença, mas nunca conseguiu emprego.
Imagina travar uma batalha judicial com uma figura pública que é queridinho de vários famosos e marcas, correr um risco enorme de boicote, mas mesmo assim não deitar e, após seis anos, provar que foi sim vítima de racismo. Thelma, você é MULHER!!!!