Não custa deixar aqui, mais uma vez e de maneira serena, alguns esclarecimentos básicos e importantíssimos sobre o caso Filipe Martins:
• Listas de passageiros, verdadeiras ou falsas, 𝐧𝐚̃𝐨 𝐠𝐞𝐫𝐚𝐦 registro de entrada nos EUA.
• Travel History 𝐧𝐚̃𝐨 𝐞́ 𝐚 𝐦𝐞𝐬𝐦𝐚 𝐜𝐨𝐢𝐬𝐚 que I-94.
• Travel history 𝐍𝐀̃𝐎 𝐆𝐄𝐑𝐀 I-94.
• I-94 só é gerado no 𝐏𝐎𝐑𝐓𝐎 𝐃𝐄 𝐄𝐍𝐓𝐑𝐀𝐃𝐀 mediante apresentação PRESENCIAL do PASSAPORTE.
• O nome incorreto “FELIPE MARTINS”, a classe de visto ERRADA e o número de passaporte CANCELADO só entraram no sistema de imigração dos EUA apenas em 𝐀𝐁𝐑𝐈𝐋/𝟐𝟎𝟐𝟒 (Filipe foi preso em FEV/24) - 16 meses após a suposta viagem.
• Não houve nenhum “𝐞𝐫𝐫𝐨 𝐝𝐞 𝐩𝐫𝐨𝐜𝐞𝐬𝐬𝐚𝐦𝐞𝐧𝐭𝐨”. Eu atesto isso tranquilamente mediante meu trabalho jornalístico cobrindo este caso há 20 meses, apurações junto a fontes governamentais brasileiras e americanas, consultas a especialistas e, principalmente, análise de documentos e de comunicações oficiais, como o do próprio CBP, que classifica como “𝐄𝐍𝐓𝐑𝐀𝐃𝐀 𝐅𝐀𝐋𝐒𝐀” o documento usado para manter Filipe preso por mais de 6 meses em uma prisão e há 14 meses em sua própria casa. 𝐑𝐄𝐏𝐈𝐓𝐎: 𝐨 𝐧𝐨𝐦𝐞 𝐅𝐞𝐥𝐢𝐩𝐞 (𝐨𝐮 𝐅𝐢𝐥𝐢𝐩𝐞) 𝐍𝐔𝐍𝐂𝐀 𝐄𝐍𝐓𝐑𝐎𝐔 𝐍𝐎 𝐒𝐈𝐒𝐓𝐄𝐌𝐀 𝐀𝐌𝐄𝐑𝐈𝐂𝐀𝐍𝐎 𝐀𝐓𝐄́ 𝐀𝐁𝐑𝐈𝐋 𝐃𝐄 𝟐𝟎𝟐𝟒.
• Todos os meus contatos e informações aqui nos EUA estão de acordo com o editorial do Wall Street Journal: este caso não é só um escândalo transnacional de lawfare e autoritarismo político, é também um caso que afeta o coração da segurança nacional americana.
• Felizmente, o CBP, o DHS e o FBI estão investigando o caso a fundo e logo tudo será esclarecido nos mínimos detalhes - com ou sem tentativas de interferências de quem quer que seja, no Brasil ou nos EUA.
- Esses são os fatos até aqui já comprovados. Eu não desviarei a atenção do que realmente importa - desnudar a injustiça que Filipe Martins está sofrendo.
- E isto não é apenas uma questão de jornalismo - é uma questão da defesa da verdade e dos direitos humanos de um inocente.