Brazilian and French citizen of the world, born and raised in Sao Paulo in a revolved time :) For the record I changed account name following mr Lula da Silva..
@polly_lobos@EngVDallaCorte@OsmarTerra@walterbritomac1 Aqui também tem 1.5% de diferença. Vc deve achar que a diferença também não é estatisticamente relevante. Pois “somente” se observam 300% de mortes a mais num caso do que no outro… de 0.5% a 2%. Me diz onde vc estudou estatística. Vou passar longe, pode ser contagioso :)
Confesso que não dá para entender a lógica desses 4 procuradores que votaram para abrir uma investigação sobre a conduta do PGR à frente do Caso Master, mas não para afastá-lo do caso. Se viram indícios fortes de má conduta, suficientes para a abertura de uma investigação, como podem achar que ele pode ficar à frente do caso durante as investigações?
Imaginemos que o placar tivesse sido 5 a 4 pela abertura da investigação. Nesse caso, teríamos hoje um PGR investigado por suspeita de relação promíscua com um criminoso, atuando no inquérito que, ao final, poderia denunciá-lo? 🤔
Proibição das bets com uma canetada, do dia pra noite e sem nenhum plano de transição, é como tentar extirpar um tumor no cérebro dando um tiro de escopeta na cabeça
Globo faz "reportagem" sobre possível investigação do papel (pouco higiênico) de Gonet no caso Master, e esquece de dizer que Nicolao Dino, que preside a sessão, é irmão do Flavio Dino.
Só um detalhe mesmo.
https://t.co/dvYnlM0Krb
pautas de campanha do PT esse ano: contra corrupção e a favor do catolicismo
como pode tanto tempo no poder tratando o brasileiro como retardado, isso só se explica pq eles tem razão, o brasileiro é muito retardado mesmo
👆👇JOSÉ ADONIS CALLOU DE SÁ:
“O problema é que esse juízo não pode ser feito pelo próprio PGR. Um membro do Ministério Público não pode atuar na avaliação de relevância de provas e tampouco postular o reconhecimento de nulidades de relatório de investigação em que ele próprio é mencionado por suposto envolvimento com as pessoas investigadas.
Eu lembro que esse Conselho já puniu um procurador da República porque oficiou em representações sobre questões ambientais em que ele e a família eram interessados. O Conselho puniu o procurador e depois removeu por interesse público. Eu digo isso porque eu fui relator do processo de remoção por interesse público.
Aplicam-se aos membros do Ministério Público as normas relativas à suspeição e aos impedimentos dos juízes, nos termos do artigo 258 do Código de Processo Penal. E conforme artigo 252, inciso IV, do Código de Processo Penal, o juiz não poderá exercer jurisdição num processo em que ele próprio seja diretamente interessado.
O magistrado não pode avaliar e fazer julgamento sobre imputações contra ele próprio. O membro do Ministério Público não pode avaliar a relevância de provas que poderiam apontar o seu próprio envolvimento com pessoas investigadas e muito menos postular o reconhecimento de sua nulidade.
Nos termos da aludida regra da Lei Complementar 75, cabe ao subprocurador-geral da República, designado pelo Conselho Superior do Ministério Público Federal, o juízo sobre a existência de indícios contidos em peças de informação ou representação sobre crime comum atribuível ao procurador-geral da República.
Independente da relevância do conteúdo das notas a ele referidas na Informação de Polícia Judiciária (IPJ), observo que o procurador-geral Paulo Gonet é potencial beneficiário do pretendido reconhecimento de nulidade.
Nesse contexto, é necessário avaliar se a conduta do PGR configura o tipo penal do artigo 319 (…). Essa tarefa cabe ao procurador-geral da República, que seja designado pelo Conselho Superior do Ministério Público Federal.
A condição de beneficiário da pretendida anulação da decisão do ministro relator e da Informação de Polícia Judiciária é suficiente para verificação do interesse pessoal objetivado com a prática do ato.
(…) Eu poderia fazer outras avaliações críticas à atuação do procurador-geral na investigação em referência, considerando as notícias… por exemplo, as notícias desde os primeiros meses de 2026, sobre indícios de envolvimento, de possível envolvimento de ministro do STF com intermediação de familiares em negócios e contratos firmados com empresas relacionadas a Daniel Vorcaro.
Em relação a esses fatos da investigação, não tivemos notícia de iniciativa do PGR pela abertura de investigação contra ministro do Supremo Tribunal Federal e nem mesmo pelo reconhecimento de suspeição ou impedimento. Todavia, esses aspectos da atuação do PGR na investigação não estão contidos no objeto da representação.
Além disso, dessa avaliação, como também de outros aspectos aqui mencionados pelo conselheiro relator, que estão mencionados também na Informação de Polícia Judiciária, nas mensagens que foram ali apontadas, não seria possível necessariamente extrair viabilidade de atribuição de crime comum.
Como já assinalado por outro conselheiro, a atuação processual do procurador-geral da República é exercida também sob a garantia da independência funcional.
Então, senhor presidente, colegas conselheiras e conselheiros, pretendendo ser muito objetivo, eu enfa(tizo)… considerando o que aqui expus, divergindo parcialmente do conselheiro relator, eu voto favorável à designação de subprocurador-geral da República para os fins previstos no artigo 57, inciso XI, alínea a, da Lei Complementar 75, considerando a atuação do procurador-geral da República na PET número 16.662/DF. É assim o meu voto, senhor Presidente. Muito obrigado.”
Por 5 votos a 4, Paulo Gonet foi blindado no Conselho Superior do MPF contra abertura de investigação.
Mas vale destacar voto vencido de José Adonis Callou de Sá, que criticou o PGR por defender nulidade de relatório que o citava e por não abrir investigação de ministros do STF.
Assista.
Eu, como bom apostador raiz, só jogo na boa e velha Loteca e nunca cheguei nem perto dessas bets.
Mas q este é um país amaldiçoado em q não vale a pena investir, não há nenhuma dúvida.
Eu sei q depois da eleição o Congresso vai derrubar a MP e farão um belo acordão, mas é muita cara de pau: foi esse mesmo governo merda q regulamentou essa porcaria, encheu o rabo de dinheiro e agora, orientado por pesquisas de opinião, enxergou uma chance de lacrar pra galera.
ELEIÇÕES 2026 | Origem foi informação errada veiculada pela GloboNews e corrigida, horas depois, pela emissora.
Apoiadores de Lula ampliaram alcance da narrativa de que candidato do PL apoiaria projeto arquivado em 2008. ‘Nem projeto existe. Milícia do PT se ocupou de espalhar essa mentira’, disse Flávio Bolsonaro.
➡️ Saiba mais em https://t.co/pgqd8ui0rG
Codinome ‘Italiano’
Completa dez anos neste sábado (26) a prisão de Antonio Palocci, ex-ministro dos dos petistas Lula e Dilma. Foi alvo da 35ª etapa da Lava Jato, a operação Omertá. Acabou fechando acordo de delação premiada.
Pega o baiano.
Jaques Wagner estava quieto, tocando sua campanha para a reeleição ao Senado, na Bahia, fazendo de tudo para ser esquecido. Só que não. Voltou à cena do crime Master. Ainda bem.
Denunciado pelo próprio Vorcaro, por uma mesada de R$ 3 milhões, mensais, que seu grupo político recebia, Jaques Wagner era o maior OPERADOR político do escândalo. Seu cacife foi construído desde quando, ainda governador da Bahia, montou com Augusto Lima, sócio de Vorcaro, o esquema da Credcesta, turbinado por Rui Costa, seu sucessor.
Ambos, Jaques e Rui, tornaram-se agentes políticos decisivos dentro do PT, face à sua proximidade histórica com Lula. Reconhecido como boa praça, bom de conversa, Jaques sempre foi a ponte do PT com o Centrão.
Pode-se dizer que Jaques Wagner é o padrinho do Banco Master. Pelas suas implicações na maracutaia, e dado sua ligação direta com Lula, perdeu imediatamente seu posto de Líder do Governo no Senado, logo após a 9ª fase da Operação Compliance Zero, da PF, ocorrida em junho 2026.
"Saiu de comum acordo" noticiaram os porta-vozes oficiais da quadrilha vermelha. Sim, saiu para não sobrar para Lula, que deve ter-lhe dito: "vá para a Bahia e fique pianinho".
Duas coisas se esperam agora: 1) que a Justiça tudo apure e 2) que o povo baiano lhe negue o voto. Será que vai rolar?!
Fernando Schüler em sua melhor forma 👇
“”Contrariou frontalmente a orientação do Itamaraty”, diz a ação movida pela campanha Lula sobre uma suposta “intervenção externa” nas eleições. A acusação se refere ao candidato da oposição e a seus aliados: “opuseram-se à posição oficial do Estado brasileiro”. Vejam que coisa. Políticos de oposição se opondo a posições do governo. Talvez seja este, sabe-se lá, o ponto fraco das democracias.
A acusação prossegue. O candidato e seus aliados também teriam feito “falsas acusações sobre a censura de vozes conservadoras”. E mesmo menções a “pretensas violações à liberdade de expressão”. Inacreditável, tudo isso. Teriam apoiado a classificação do PCC e do CV como “terroristas” e mesmo acusado o governo de ter alguma culpa no tema do “tarifaço” americano.
Páginas adiante, uma foto do candidato de oposição com Trump, no Salão Oval, e longas considerações sobre a participação da turma em um certo CPAC, um evento conservador.
Imaginem só. Políticos conservadores participando de eventos conservadores. Políticos de esquerda participando de fóruns de esquerda. Onde vai parar isso, confesso que não sei.
Daria para ir longe aqui. Não é preciso. A ação não diz que essas condutas são ilegais. Aposta apenas que, reunidas em uma história adequadamente assustadora, produzam a tese de um grande ilícito. Algo em linha com o direito fluido que se alastrou no Brasil dos últimos anos. Direito como “narrativa”. Das categorias abertas, como “desinformação”, “ameaças à democracia” ou à “soberania”, que oscilam ao sabor da política e permitem amplo espaço de discricionariedade a quem detém o poder.
Seu ponto comum é a conversão do dissenso, por vezes duro, na vida política, em alguma forma de “delito”, no plano jurídico. E, a partir daí, o uso do Estado para suprimir direitos e afetar escolhas que deveriam pertencer aos cidadãos, no próprio jogo democrático.
Entendo que o momento está mais para dedos em riste e coisas piores, às vésperas das eleições, mas acho que valeria dar um passo atrás e aprender alguma coisa com isso. Há uma extensa literatura mostrando como a relativização do direito e a judicialização “seletiva” da política são instrumentos comuns da erosão democrática observada em diferentes partes do planeta, nos últimos anos.
Ozan Varol chamou o fenômeno de “autoritarismo velado” ou “furtivo” (stealth authoritarianism). Sua análise é particularmente interessante quando trata dos “mecanismos sutis de controle autoritário”. Feitos da reinterpretação das regras, do uso expansivo das leis, de sua aplicação seletiva (nosso conhecido “dois pesos e duas medidas”) e do enquadramento de condutas políticas em tipificações criminais. Da campanha que “escolhe” o ministro com certo alinhamento político para dirigir a ação, sem muitos constrangimentos, como vimos na semana.
Como vamos sair dessa? Acho curioso ler que precisamos do “código de ética” no STF. E que talvez devêssemos mudar a idade mínima ou o tempo de mandato dos ministros. Isso tudo pode fazer sentido, mas confesso meu ceticismo. Se um tribunal flexibiliza comandos da Constituição, por que não o faria com um código de ética?
Antonin Scalia, juiz da Suprema Corte americana, dizia que a garantia última das liberdades constitucionais não estava na declaração de direitos, mas no gridlock. No “poder contraditando o poder”. No choque entre poderes independentes, muitas vezes em conflito, capazes de conter uns aos outros. Nisso nos perdemos. Mesmo um “direito da minoria”, afirmado pelo ministro Barroso, em 2021, quando mandou instalar a CPI da Covid, foi “sutilmente” esvaziado, como vimos na recente decisão do ministro Zanin sobre a CPI do Master.
Talvez nos faltem mesmo certas virtudes republicanas. A ideia de viver em um país no qual seja inútil dirigir ações para este ou aquele ministro, dado que nenhum tem lado, a não ser a fidelidade às leis e à Constituição. Um país em que juízes não entram em campo. Como deve ser, em boas democracias.”
@augustodefranco Professor, como já discutimos aqui, o PT no poder é o diabo. Com todos os problemas do Bolsonaro, tinha mais equilíbrio com todas as instituiçõed contra ele. Veja agora, cadê o TSE, o STF ?? Vai correr solto. Vai ser muito dificil tirarmos Lula e o PT do poder…
Vocês estão vendo que quero falar de coisa séria, mas os militantes não deixam. O PT partiu para o golpe baixo. Está espalhando que Flávio apresentou um projeto no Congresso para que Nossa Senhora Aparecida deixe de ser padroeira do Brasil. É a própria definição de Fake News.
Alexandre Moraes, além de autoritário e suspeito de altíssima corrupção, também é mentiroso. Logo no início dos primeiros vazamentos ele declarou que o celular não era dele. Mas a Polícia Federal confirmou que era. Convenhamos, um cara que faz isso não pode ser juiz.