-Você viu que mais uma mulher foi morta ontem?
-Tá foda sair à noite!
-Foi às 13h30.
-Nossa… pelo visto está difícil sair em qualquer horário.
-Ela não saiu.
-Então precisava escolher melhor quem colocava dentro de casa, né?
-Ela não escolheu. O homem invadiu.
-Mas ela estava vestindo o quê para ele fazer isso?
- Um hábito. Ela era freira.
-?Poxa… mulher jovem realmente não está segura.
-Ela tinha 82 anos.
Talvez o problema nunca tenha sido a roupa, o horário, o lugar ou as escolhas da mulher. Talvez o problema seja simplesmente o homem que decidiu violentá-la. 🙄
As crianças da rua de casa hoje, pra mim:
- menino pode casar com menino?
- Pode.
- E menina com menina?
- Pode.
- E menino com menina?
- Também pode.
Daí concluiram:
- É só ver o que cada um quer, né?
Tá vendo, não é tão difícil. Uma criança de 5 anos entende facilmente
“Acho que toda criança LGBT tem esse impulso. Somos tão detratados e desmotivados que criamos esse mecanismo de defesa. Encontrei nesse sonho uma forma de combater isso, de provar que poderia ser alguém, que tenho valor e que nada do que diziam sobre mim era verdade.” – Jão para ELLE quando questionado sobre seu desejo de “ser alguém” na vida.
“Se eu sou nostálgico por natureza, eu acho que você me alivia. Deixar o passado pra trás é um pouco mais fácil sabendo que o nosso futuro é juntos
Te amo,
Pedro.” 🤍