Quando o corpo cedeu, ele caiu contra a bancada, derrubando frascos, quebrando alguns béqueres — um que ainda borbulhava.
O som final não foi um grito, nem vidro quebrando, foi o som quase imperceptível de uma reação se completando.
A pele de seus dedos já estava esbranquiçada por conta do contato direto com o composto. Seu último movimento consciente foi tentar anotar algo no caderno. A caneta deixou um traço irregular, como se a reação tivesse escapado do frasco e derramado no papel.