🎻 THE SYMPHONIC SYNERGY — SÃO PAULO 🇧🇷
Brazil, we’re coming back! ❤️
On November 20, 2027, we will bring ‘The Symphonic Synergy’ to Vibra São Paulo as part of our 25th Anniversary celebrations. This will be the first time ‘The Symphonic Synergy’ takes place in South America.
The aviation community may be global, but it is tight-knit. Help us rally around Brazilian aviation’s @avioesemusicas who has been diagnosed with Creutzfeldt-Jakob disease. A pilot in Texas paid Lito this honor.
To learn more about Lito’s situation: https://t.co/ACKN4UHgBr
@NexEcosystem que raios que a PREFEITURA do Rio quer com IA? tipo, todos os problemas foram resolvidos pessoal nada pra fazer afff... deixa eu ver esse bicho de IA aqui.
@lendasdoasfalto Acho que a porcentagem de carros com escapamento modificado é minúscula comparando com as motos com escapamento de cigarra aí né.... Tem mais peso pra aprovar, sorry
Look at this map.
–55 °C in Siberia.
+45 °C in Australia.
At the same time. On the same planet.
And I’m supposed to believe that averaging this into a single number called “global temperature” tells me something physically meaningful?
That’s not climate science... that’s statistical abstraction dressed up as reality.
There is no such thing as a global temperature in the way people intuitively understand temperature. Temperature is local. It depends on latitude, season, altitude, oceans, clouds, circulation, land cover, and time of day. Averaging wildly different thermodynamic regimes into one number erases the very physics that control climate in the first place.
You can calculate a global mean.
You can plot it.
You can build policy around it.
But don’t confuse a mathematical construct with a physical state of the planet.
No ecosystem experiences the global average.
No human lives in the global average.
No storm, drought, heatwave, or cold snap is driven by the global average.
The obsession with a single number exists for one reason: it’s easy to message, easy to scare with, and easy to regulate.
🚨 BREAKING: The left-wing media was just caught REFUSING to cover the fact tens of THOUSANDS of Venezuelans are celebrating Donald Trump’s victory over Maduro in Buenos Aires
They won’t show it.
They hate Trump so bad, they want Venezuelans to suffer.
@WallStreetApes This is the same thing the Leftist propaganda rag news outlets and Democrats won’t talk about….
God Bless the people of Venezuela 🇻🇪
This is truly a Glorious day, they have suffered under the Communist Cartel Maduro regime since 1998, that has destroyed their country! 🙏🏻
2026 chegou.
O Brasil não tem mais governo.
Tem cobrança.
Não existe projeto de país.
Existe um projeto claro de tirar dinheiro do povo.
Imposto em tudo.
Imposto recorde.
Serviço lixo.
A conta caiu no colo de quem?
Da classe média.
Porque pobre não paga.
Rico sempre dá um jeito.
Quem sobra é quem trabalha, produz, paga imposto e não recebe nada.
O objetivo é simples.
Destruir a classe média.
Criar dois grupos.
Um governo gigante.
E um povo pobre, dependente, sem saúde, sem educação e sem perspectiva.
Isso não é erro.
É método.
Eles mesmos disseram isso por décadas.
Socialismo não chega de uma vez.
Chega aos poucos.
No imposto.
Na dependência.
No controle.
O discurso é sempre o mesmo.
“Democracia”.
“Liberdade”.
“Defender as instituições”.
Enquanto isso, o dinheiro vai embora.
Não vai para escola.
Não vai para hospital.
Não vai para saneamento.
O Brasil segue mal em educação básica.
Segue mal em saneamento.
Segue mal em produtividade.
Segue cheio de doenças de país pobre.
Mas com imposto de país rico.
O país está endividado.
O povo está endividado.
E o Estado nunca esteve tão confortável.
Esse dinheiro não some.
Ele financia poder.
Campanha.
Narrativa.
E projetos políticos que querem se eternizar.
Dizem que existe eleição.
Dizem que existe escolha.
Dizem que existe futuro.
Na prática, querem um povo ocupado demais sobrevivendo para pensar.
Quando todo mundo depende do governo,
ninguém questiona o governo.
Isso não é crise.
É projeto.
E o mais perverso:
muita gente ainda acha que está sendo protegida.
O que há é um Estado gordo.
E um povo cada vez mais magro.
Não é colapso repentino.
É esgotamento programado.
Quando a classe média acaba,
o país vira refém.
E refém não vota.
Sobrevive.
Fim de jogo.