Lindo esse palco, né? Ele inteiro foi pago pela prefeitura de São Paulo. Custou R$ 1,7 milhão.
Só tem um problema: era um show FECHADO. Mas quem pagou foi o contribuinte paulistano.
O show era de Jorge e Mateus no Pacaembu, no dia 13 de dezembro.
Por algum motivo que nenhum documento diz, a prefeitura resolveu pagar pelo palco. E pela iluminação. E pelo telão de LED.
Também pagou a montagem dos bares. E toda equipe de segurança que trabalhou no evento PRIVADO.
Uma brincadeira que custou R$ 3,2 milhões à prefeitura, mas que nunca foi tornada pública.
Toda a documentação EXISTENTE são uma "ordem de serviço" para um evento chamado "J E M - 20 ANOS", uma planilha de gastos, algumas fotos, e notas fiscais emitidas pelos fornecedores citando o "J E M - 20 ANOS".
A única forma de saber o custo total é baixando centenas (senão milhares) de pastas zipadas e garimpando documentos lá dentro.
A cidade ganha com um gasto deste? Alguma coisa, se a gente considerar que há alguma atração de turistas.
Mas outras centenas de shows também atraem turistas todo ano para São Paulo e não tiveram as despesas pagas pela prefeitura. Quem escolheu Jorge e Mateus? Por que escolheu Jorge e Matues? A pedido de quem escolheu Jorge e Mateus?
A conta é básica: se alguém paga R$ 3,2 milhões em despesas de um evento, então o organizador lucra R$ 3,2 milhões a mais.
Graças à decisão de alguém que ninguém sabe quem é, nem o que ganha com isso.
Uns playboys arrombados defendendo o trabalho de adolescentes porque acham que a ocupação padrão de quem mal saiu da infância no Brasil é como o deles: brincar de estagiário e ser paparicado pelos “colegas” porque é filho do dono.
Foda, viu?
Érik Lira, volante do Cruz Azul, do México, viralizou ao atender a um pequeno torcedor no Estádio Azteca, no último domingo (26). A criança tirou uma foto com o jogador e ainda recebeu uma camisa e um abraço. Pequenos gestos como esse são o que fazem a diferença no futebol
📽️@AldoTheWey
O repórter estava entrevistando a torcedora do Boca, gostou dela, não quis arriscar nunca mais encontrá-la na vida, teve atitude e foi recompensado com a reciprocidade dela, cinema.
Com sua atuação de ontem, Endrick já nos fez um grande favor: transferir o clamor e o lobby sobre a convocação para um jogador de futebol que costuma entrar em campo. ☺️
Vaiar cobrança de pênalti só porque o baterdor definido pelo técnico não é o favorito da torcida diz muito sobre o perfil do torcedor em jogos do Brasil, sobretudo fora do país. O “Brasa” no uniforme é apenas um sintoma do público elitizado com movimento verde-amarelo e afins.
@liberta___depre Esses fdps do ministério público que ainda não liberaram as bandeiras nem a bebida alcoólica no estádio, duvido liberarem a volta das torcidas, infelizmente.
O BBB voltou e tá na boca do povo.
Mas ao contrário do que disseram no programa, o Bolsa Família não tira ninguém da escola.
Na verdade os filhos menores de 18 que não concluíram a educação básica têm que estar matriculados e indo a 75% das aulas pro benefício ser pago.
#BBB26
O Brasil acaba de assinar o maior acordo global de livre comercio e voce nao vai ver um unico ser "liberal" desse site comemorando.
Depois ideologica é a esquerda.
É impossível ler o livro do Menino Maluquinho para um filho e não se emocionar ao chegar nas últimas páginas. Ziraldo foi genial nessa!
(Ah, tempo, seu miserável!)
"O menino maluquinho pegava todas as bolas! Mas teve uma que ele não pôde pegar, não deu para ele segurar. O menino maluquinho não conseguiu segurar o tempo. E aí o tempo passou. E, como todo mundo, o menino maluquinho cresceu. Cresceu e virou um cara legal. Aliás, virou o cara mais legal do mundo. Mas, um cara legal, mesmo.
E foi aí que todo mundo descobriu que ele não tinha sido um menino maluquinho.
Ele tinha sido um menino feliz."