@JoaquinTeixeira Vô, me disseram que você estava pagando bem por fotos de uma ministra nua nas festas do Vorcaro, é verdade? Aquela que não gosta de pequenos tiranos?
@reportersalles Então, agora que tudo acabou e somos uma democracia pujante de fato, dá para colocar os dias de votação em uma terça-feira, assim emendados o feriadão nos dois turnos, viajamos ou apenas comemos capim de acordo com o ano e as urnas decidem o resto só?
Montanha Wumeng, na China.
O palco perfeito para a farsa ambiental global.
Lá, bem ali, onde a natureza ainda respirava com a dignidade das montanhas antigas, tratores avançam como legiões metálicas, esmagando tudo o que vive. Não é desmatamento qualquer. É cirurgia brutal: arrancam habitats inteiros, expulsam animais, trituram plantas raras, destroem solo, apagam séculos de vida.
Tudo para instalar 40.000 acres de painéis solares.
Quarenta mil.
Na Montanha Wumeng.
E tudo isso em nome da “agenda verde”, essa religião pós-moderna onde devorar florestas virou ato de salvação planetária. Basta chamar de energia limpa que qualquer violência ecológica vira heroísmo. O Partido ordena, os tratores passam, e a mídia internacional aplaude feliz, sem um pingo de constrangimento.
É a espiritualidade ecológica de boutique: destrói-se natureza real para fabricar símbolo virtual.
Arrancam árvores, mas plantam hashtags.
Apagam biodiversidade, mas imprimem relatórios coloridos.
E assim vão, santificados, “sustentáveis”, “modernos”.
A China, claro, ri por dentro. Domina a cadeia dos painéis solares e transforma cada árvore derrubada em bilhões de dólares. O Ocidente, sempre crédulo, bate palma para o massacre, como se arrancar o pulmão da montanha fosse um ato nobre de amor ao planeta.
Chamar isso de desenvolvimento sustentável é o mesmo que chamar censura de liberdade ou perseguição política de “defesa da democracia”.
Montanha Wumeng virou símbolo.
Símbolo do absurdo.
Símbolo do cinismo.
Símbolo do planeta fingindo salvar a natureza enquanto a destrói.
Agenda verde?
Só se for verde pelo dinheiro.🤡