"Há, sim, uma tentativa de mudança, mas ela parece mais significativa para o próprio Stray Kids do que para o K-pop."
Um trecho da minha crítica que resume o que penso sobre "THIS & THAT", novo álbum do Stray Kids: https://t.co/UubRSH5teS
"Recife tem encantos mil", já dizia Reginaldo Rossi. Para Marco Nanini, um deles tem gosto de pitomba. Eternizado nos corações dos brasileiros como Lineu, de “A Grande Família”, o ator nasceu na capital pernambucana em 1948 e viveu no bairro do Pina até os dez anos.
As pequenas e doces lembranças da infância, como o sabor das pitombas colhidas pelo caminho, ainda hoje são suficientes para fazê-lo abrir um largo sorriso assim que escuta o nome do Recife. Há décadas radicado no Rio, Nanini ainda nutre uma relação íntima com a cidade natal. Quando a reencontra por meio do teatro, fazendo aquilo que mais ama, o retorno ganha um significado ainda mais especial, como acontece desta vez.
Em parceria com Guilherme Weber, Nanini sobe ao palco do Teatro Luiz Mendonça, no Parque Dona Lindu, com a adaptação do espetáculo “Fim de Partida”, clássico do dramaturgo e escritor irlandês Samuel Beckett, entre esta quinta-feira (23) e o domingo (26).
As sessões acontecem às 20h, exceto a última, marcada para as 19h, todas com ingressos à venda no site do teatro a partir de R$ 75 (meia). Seis décadas após sua estreia, a peça segue lembrando que as grandes inquietações humanas continuam tão atuais quanto inevitáveis.
“Eu gostaria de ter atuado nela há muito tempo, mas eu era jovem demais. Corria o risco de virar uma caricatura”, conta Nanini, aos 78 anos, em entrevista ao Diario. “Então esperei e estou gostando muito, porque é um texto espetacular que permite inúmeras interpretações”, continua.
A oportunidade de finalmente concretizar esse desejo surgiu a partir do convite de Guilherme Weber, com quem o ator recifense já havia contracenado em “Os Solitários” (2002) e “A Morte do Caixeiro Viajante” (2004).
Em cena, Nanini dá vida a Hamm, enquanto Weber é Clov, que têm uma relação de dependência física e emocional atravessada pela violência, pela crueldade cotidiana e por um humor tão ácido quanto melancólico. Confinados em um espaço claustrofóbico, a dupla habita um mundo esvaziado de sentido, onde a rotina se sustenta por repetições, disputas de poder e uma espera interminável que jamais encontra resolução.
Vídeo: Alan Lopes/DP e Karol Rodrigues/DP Foto
nosso futebol sul-americano sempre foi esse, fico incrédulo quando vejo um brasileiro reclamando disso. talvez seja por isso que o Brasil foi eliminado pela fraca Noruega vendo os caras tocarem a bola os 90 minutos e Haaland marcar os dois gols sem ser incomodado
imagina ser burro desse jeito e não entender que isso é por causa da rivalidade envolvendo as Ilhas Malvinas mds não aguento mais fã de diva pop comentando futebol
Olise, Kento Shiogai e até Luisinho.
Em comum, todos foram vítimas da contendice dos brasileiros que não ouviram o que queriam e foram descontar suas frustrações.
Queria ver essa mesma cobrança nos políticos...
Quatro das minhas cinco maiores favoritas antes do torneio chegaram na semifinal - exceção foi Portugal.
A Copa do Mundo tem um jeito muito especial de ser imprevisível e, ao mesmo tempo, manter a hierarquia.