>Renan não vai criar seu partido
>Renan não vai aparecer nas pesquisas
>Renan não vai passar de 1%
>Renan não vai passar de 3%
>Renan não passa de 5%
>Renan não chega nos 10%
>Renan não chega nos 15%
>Ranan não passa dos 20%
>Renan não passa dos 30%
>Renan não ganha do Lula no segundo turno
>Renan não vai conseguir passar nada
>Renan não passa a Argentina em IDH
>Renan não passa a Itália em IDH
>Renan não passa a Finlândia em IDH
>Renan não se reelege
>Renan não anexará o Uruguai
>Renan não anexará a Argentina
>Renan não anexará todos os países da América Latina
>Renan não anexará os EUA
>Renan não tornará o Brasil uma supremacia
>Renan não se reelege pelo décimo mandato seguido
>Ranan não atingirá a paz mundial
>Renan não irá colonizar marte
>Renan não irá colonizar o sistema solar
>Renan não irá colonizar a via láctea
>Renan não irá colonizar todo o universo observável
>Renan não irá transcender a matéria
>Renan não se tornará onipotente
>Renan não vai se tor...
>Renan não...
>Renan...
>...
>Nós somos Renan
>Renan é a singularidade
>Renan é o tempo, o espaço e a existência
>Tudo e nada deixam de existir
>Pois a definição de tudo, agora é Renan
Jordan, em 98, se aposentou após vencer seu 6° anel aos 35 anos.
Lebron, que tem 41 anos, é o rival de Jordan ao trono de "goat" e ainda não chegou ao seu 5°.
Jordan não precisou ir até os 41. Aos 35, ele fez isso.
Pelé não precisou dos 39 anos de Messi.
Aos 29, já era tri.
Pelé foi maior que Maradona e os argentinos sabem disso. Mas jamais reconheceram. No Brasil parte da mídia esportiva e alguns ex-jogadores estão em campanha para provar que Messi é maior que Pelé. O Brasileiro é vira-lata até quando não tem motivo algum para ser! Que coisa!
O problema não é admirar o Messi. Eu também o admiro. Gênio. Ponto.
O problema é transformar essa admiração em licença para reescrever a história do futebol de maneira conveniente e interesseira aos próprios gostos.
Já não basta ignorarem Garrincha e empurrá-lo para um patamar inferior ao que sua carreira justifica.
Agora, parte da canalhada da imprensa resolveu fazer o mesmo com Pelé, justamente o homem que se tornou o parâmetro de qualquer discussão sobre grandeza no futebol. Em vez de analisar a história, preferem adaptá-la para que caiba na narrativa do ídolo que acompanharam de perto.
No fim, não defendem Messi. Defendem a própria incapacidade de admitir que o maior jogador da história talvez tenha brilhado antes de eles começarem a assistir futebol.
Entende...
Olha o tamanho dessa burrice
Falam dos gols em estaduais de Pelé, como se fossem os estaduais dessa década kkkkkkk
A seleção do Departamento Autônomo, campeonato amador, espécie de 2º divisão do RJ foi em turnê na Europa e empatou com o Real Madrid de Di stefano
O campeonato Carioca e Paulista eram muito mais difíceis que qualquer campeonato regional ou nacional da Europa
O melhor jogador da Copa de 50 jogava no Bangu, o zagueiro titular da seleção em 2 títulos mundiais jogava no Bangu
Se eu já fica assim agora, imaginem quando eu tiver com 60 anos kkkk
Só um detalhe: o Brasil teve muitas chances de gol. É do esporte. Tá tudo nivelado — até Cabo Verde quase vence a Argentina. Não precisa de muito drama. Poderia ter sido uma vitória brasileira, tranquilamente.