Foto de Flávio em safári na África do Sul reúne senador e advogado investigados no caso do INSS | Imagem feita em março de 2025 mostra Flávio Bolsonaro ao lado de Weverton Rocha e Willer Tomaz; Flávio afirma que a relação de amizade entre as famílias é ... https://t.co/92RVaRHZgW
Exclusivo. Flávio Bolsonaro conseguiu 200 mil reais por emenda parlamentar para projeto em área de milícia a pedido de criminoso apontado como elo entre o matador de Marielle e os irmãos Brazão, mandantes do assassinato da vereadora.
Por @brenopires
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Brazil’s President Lula is facing a tight race as he campaigns for an unprecedented fourth term. He tells me he’s always concerned before any election, but argues the stakes are now higher: “What is at stake today is a choice, that either we have democracy, or we have barbarism.” Nonetheless, he appears confident that “we’re going to win the elections once again.”
'Nosso senador': Flávio Bolsonaro mandou emenda a miliciano condenado no caso Marielle. A @revistapiaui revela troca de mensagens de Robson Calixto, o Peixe, com o gabinete do Senador. Emenda tem indício de irregularidade. https://t.co/EeLtXZms1a
Em 2006, na véspera da eleição, a Folha publicou imagem de dinheiro apreendido sem ter ligação com o Lula e colocou imagem do Lula de capuz para passar a impressão de criminoso. É com essa imprensa que o Lula convive há anos.
URGENTE.
Galera, muito atenção pra manobra. A mídia hereditária e os seus miquinhos nada amestrados estão tentando requentar a putaria no STF.
Não caiam nessa. Não reverberem.
Nossa pauta tem que ser fim da escala 6x1, luta contra as bets e ampliação do bolsa família.
Valendo?
Única vez que os quatro paulistas se juntam não é pra combater o racismo, não é pra combater a violência contra as mulheres, não é pra combater a homofobia. É pra apoiar a Bets. Que nojo.
O manifesto dos clubes contra o veto às bets tem uma parte que me diverte em específico: no fim, quando dizem "o torcedor não pode pagar essa conta". Quem será que eles acham que paga a conta da publicidade doentia e perversa de bets? Duendes? O manifesto é todo uma gracinha. Os signatários lembraram até que o veto afetaria os clubes menores. Nossa! Nossos clubes grandes agora se importam com os pequenos? Que preocupação nobre. Veta, Presidente! As pessoas e a economia do país vem antes da mamata dos clubes.
Reajuste de 15,04% no Bolsa Família recompõe a inflação de março de 2023 a agosto de 2026. Respeita-se a LRF e a Lei Eleitoral, vale dizer. Não se trata de conceder benefício novo, mas de neutralizar a perda nominal. O resto é fantasia ou desconhecimento.
Paulo Gonet, Procurador-Geral da República, tem reputação ilibada e vida pública de lisura insuspeita. Isso nunca foi objeto de disputa: é reconhecido em todos os espectros, por quem concorda e por quem discorda dele. Mesmo assim, teve a honra injustamente manchada pelo levantamento do sigilo de conversas que nada de ilícito retratavam. E, naquele exato momento, o estrago à reputação já estava feito. Ninguém desfaz manchete com reparo tardio em plenário.
Ainda assim, assistimos na terça-feira a uma cena lamentável. Em plenário, o próprio relator reconheceu, em alto e bom som, a lisura da conduta de Gonet e admitiu que nada havia contra ele. Nada. Então por que expor? Quem atesta a honra de alguém só depois de tê-la arrastado pela praça pública não está corrigindo um erro: está confessando que ele era evitável.
E não foi só isso. A intenção de lucrar politicamente com o episódio ficou escancarada quando o relator fez publicar vídeo nas redes sociais agradecendo o apoio popular. Apoio a quê, exatamente? A um ato que ele mesmo admitiu não ter fundamento contra a pessoa exposta? Quem age assim não é magistrado imparcial: é boneco de campanha, um pixuleco eleitoral.
Já vimos esse filme. Na Lava Jato, Deltan Dallagnol e Sergio Moro transformaram vazamento seletivo em método. A ideia era sempre criar o fato consumado antes da ação penal, colher os dividendos políticos e deixar a defesa correndo atrás de um julgamento que a opinião pública já havia feito. Linchamento coletivo serve para esvaziar o direito de defesa e enterrar a presunção de inocência.
E, como na Lava Jato, a hora nunca é ao acaso. Lá, sigilos caíam a poucas semanas das eleições. Aqui, o levantamento apareceu às vésperas do 7 de Setembro, para inflar as ruas, arrancar dividendos políticos, sujar reputações e intimidar quem se opõe a esse método. No fundo, o alvo é o direito de defesa de pessoas contra as quais esses agentes nutrem algo que se parece muito mais com vingança do que com justiça.
Instituição séria respeita o devido processo desde o primeiro ato.
A Paulo Gonet, minha integral solidariedade. O Brasil e as instituições são devedores da coragem, da seriedade e da correção de homens como ele.