@VascodaGama@fjv_oficial@CarlosGregJr Precisamos melhorar bastante, nosso resultado está abaixo dos últimos 4 que subiram nos últimos 12 anos. Precisamos ganhar os 4 jogos em casa de qualquer jeito e faturar mais algum fora.
Hoje é o dia mais importante da minha vida!
De todos os amores que eu tive, és o mais antigo
O vasco é minha vida, minha história, o meu primeiro amigo
Quem não te conhece, me pergunta por que eu te segui
Porque eu te amo!
Eu levo a cruz-de-malta no meu peito desde que eu nasci
Philippe Coutinho.
Pintado muitas vezes como um ex-atleta em atividade, com análises que mais diziam sobre os autores se baseando em aplicativos de estatísticas do que de fato vendo o jogo, virou ponto de discordância e problema. Ele não está no céu. Mas muito menos no inferno.
Coube à torcida, e aos analistas que realmente assistem aos jogos do Vasco (são poucos), equilibrar e enxergar o que é crítica devida e o que é exagero com pitada de desconhecimento. Antes de Diniz, Coutinho seguia um padrão de ser poupado para jogar os grandes jogos. Convivia com lesões musculares, não tinha sequência física, apesar de alguns lampejos por ter um talento indiscutível. Falava-se, e com razão, em “falta de companhia” para acompanhar o raciocínio do craque.
Após a chegada do técnico, que já declarou que o atual camisa 10 estava pensando em parar de jogar, Coutinho encontrou uma nova função. Melhorou seus números, pouco foi poupado e, com isso, alcançou a maior marca (!) de partidas da carreira em 2025, atuando por clubes. O melhor momento do atleta foi, justamente, quando “cuidava da equipe”. Se tornou um facilitador, a roda que fazia a engrenagem girar. Descendo para participar do jogo, movimento tão criticado por muitos…
Quando os apps viram balizador de desempenho, quem perde é o futebol. Quer um exemplo? A melhor partida de Coutinho com a camisa do Vasco não teve gol e nem assistência. Recebeu uma nota 6.9. Vasco 2x0 Fluminense, no Maracanã. Desfilou em campo. Coincidentemente aquele também foi o melhor momento do trabalho de Fernando Diniz. A ponto de Ancelotti visitar São Januário para assistir Coutinho, Rayan, Léo Jardim e Paulo Henrique.
O trabalho de Diniz regrediu. Sequência terrível no Brasileirão, até que vieram as semifinais da Copa do Brasil. Quem ganha o maior salário do elenco, e tem a pompa merecida de ser um craque mundial, será inevitavelmente cobrado por desempenho. Nem o facilitador, muito menos o definidor que foi em outrora com a camisa do Liverpool, apareceram. E não tinha ninguém para suprir. O banco era inexistente.
Em 2026 o Vasco perde o artilheiro e líder. Vegetti deixa uma lacuna de gols e de referência. Perde também o melhor e mais decisivo jogador, Rayan. Contrata peças que se encaixariam melhor no “estilo Coutinho”, que ainda ganha motivos para “estar próximo do gol”, já que Thiago Mendes se torna o organizador como 2° volante. O camisa 10, então, tem até números que dizem o contrário, mas diante de um cenário em que as referências se foram, os holofotes se viram para ele.
Coutinho, 10 e faixa, que abriu mão de muito dinheiro, sempre respeitou o clube e recebeu todo o carinho e apoio possível da torcida, vira um alvo. Pouco decisivo, menos participativo e, além do campo, com posturas inadmissíveis para um cara que deveria ser um líder. Não estar com o grupo após ser substituído fere mais a instituição do que o campo. Ali não era o time do Diniz, principal responsável pelas más atuações da equipe. Ali era o VASCO. E o debate acaba saindo das 4 linhas.
Falta de companhia não é mais desculpa. E muito menos falta de reposição. Coutinho, mais próximo ao gol, parece mal fisicamente e pouco participativo. Vê, ainda, seu concorrente (Rojas) ser um do melhores em campo toda vez que entra. Recebe vaias, que qualquer um está sujeito, e não corresponde em campo. Hoje o cenário é mais de críticas (corretas) do que elogios.
Nenhum jogador pode ser intocável. O campo sempre fala. Mas ainda me arrisco a dizer que não chega a ser um problema. Se voltar a ser o facilitador que mostrou no 2° semestre de 2025, tem tudo para ajudar o Vasco. Não por 90. Mas, quem sabe, por 60 minutos? A realidade é bem diferente da teoria. Não é 8 ou 80. Não é gênio ou lixo. Mas precisa voltar a ser Coutinho. Inclusive na essência. E isso só depende dele. Porque quem vaia, acredite, só quer aplaudir.
📸: @Thiago_porthix
Ainda cedo para falar, mas o meio de campo no início do jogo foi muito bem, não se se foi cansaço, mais caiu de produção depois do gol, ainda cedo para muitas conclusões, precisamos de ponta para uma saída mais rápida!
@rodsilverio_ Infelizmente tem muito que se dizem vascaínos, mais a política é mais importante que Vasco, sabe o que é melhor para esses, se afastar do Vasco, por isso estamos nesse buraco, pois o que realmente importa o poder na frente do Vasco e não o Vasco!