A mesma senadora que ajudou a livrar o Lulinha da CPMI do INSS tentou emplacar a narrativa do governo no grande debate da CNN. Mas dessa vez encontrou o senador Girão pela frente. Com fatos, votações e decisões do próprio governo, a versão não se sustentou. Deu ruim!
Lula chama os outros de “vendilhões da pátria” enquanto demonstra ódio, cólera e desespero político.
Vendilhão da pátria é quem passa pano para Hamas e Hezbollah, relativiza o terror e se solidariza com facções criminosas. É quem usou o BNDES para financiar ditaduras amigas e mobiliza estrutura pública para resgatar condenada por corrupção no exterior por afinidade ideológica.
Além disso, Lula ainda confunde Joaquim Silvério dos Reis com Tiradentes, ao dizer que foi enforcado. Parece faltar conhecimento básico de história.
O problema de Lula não é @BolsonaroSP ou @FlavioBolsonaro. O problema é ver o Brasil rejeitando novamente o velho projeto de poder do PT.
Com a demência avançando, Lula fez hoje um dos mais violentos discursos. Sem controle, Lula despejou seu ódio por meio de acusações e xingamentos. No processo, conseguiu até enforcar Joaquim Silvério dos Reis e passar vergonha com uma atuação infantil. Digno de um trapalhão.
🚨AGORA - Malu Gaspar detona Gilmar Mendes e diz que ele quer acabar com o caso do Banco Master, igual fizeram com a lava jato
“Já começou o discurso de ver se não tem ilegalidade com a prisão de Vorcaro, o mesmo discurso de quando acabaram com a Lava Jato”
O ex-governador Romeu Zema quer taxar em 1% o salário de quem cursou universidade federal. Tenho uma ideia melhor: vamos taxar os políticos que usam dinheiro público nas eleições deste ano.
A Câmara aprovou nesta quarta-feira, 27 de maio, a PEC que acaba com a escala 6x1 e reduz a jornada semanal para 40 horas. O texto passou por ampla maioria: 472 votos favoráveis contra apenas 22.
Enquanto Lindbergh Farias, Gleisi Hoffmann e parlamentares do PT comemoravam a votação como uma “vitória histórica”, empresários, economistas e setores produtivos alertam para os efeitos colaterais que podem atingir justamente os trabalhadores que a proposta diz defender.
A medida obriga empresas a concederem duas folgas semanais remuneradas sem permitir redução salarial. Na prática, isso significa aumento imediato de custos operacionais em setores que dependem de escala contínua, como restaurantes, supermercados, farmácias, comércio, logística, indústria e serviços.
O problema é que o Brasil já enfrenta escassez de mão de obra em diversas áreas. Como alertou o economista José Pastore, muitas empresas sequer conseguem preencher a equipe atual- imagine manter uma segunda equipe de reserva para cobrir folgas obrigatórias.
O resultado pode ser exatamente o oposto da propaganda política; menos contratações, aceleração da automação, aumento da informalidade, repasse de preços ao consumidor e fechamento de pequenos negócios esmagados por custos trabalhistas cada vez mais altos.
Não por acaso, o governo Lula e a esquerda celebraram a proposta como um marco ideológico. Um partido social-comunista historicamente acredita que riqueza nasce por decreto e que produtividade se resolve com canetadas do Estado.
Mas, no mundo real, empresas quebram e, quando quebram, não existe “justiça social” capaz de impedir uma onda de desemprego.