@GloboNews O púlpito vazio é um constrangimento criado/adotado pela Globo em 2006. Nas eleições anteriores em que o FHC não compareceu, não tinha isso. Inegável é o fato do Flávio ser um candidato sem substância e que ía tomar um coió do Renan Santos, por isso desistiu.
@CNNBrasil@jussarasoares Mente, pois tem trouxa que acredita e repete de boca cheia. A “matéria” só reproduz a mentira e, assim, faz apenas propaganda.
@VEJA A mídia corporativa certamente se orgulha do trabalho que vem fazendo para que haja um grupo relevante de eleitores ignorando o envolvimento maciço da direita com o Master.
Vou contar uma história aqui que todo mundo do campo educacional conhece, mas a sociedade em geral não. Por isso eu peço que compartilhe para que alcance o máximo de pessoas. Vou descrever em 10 pontos o que aconteceu na educação no governo Bolsonaro e depois elencar 13 pontos (há bem mais) sobre o que foi feito no governo Lula.
Os 10 retrocessos de Bolsonaro na educação
1/10 — Desfinanciamento do MEC
Bolsonaro deixou programas essenciais como PNAE e PNATE congelados e defasados, reduziu recursos para universidades e institutos federais e cortou a assistência estudantil justamente durante a pandemia.
Na infraestrutura da educação básica, o desmonte foi brutal: a proposta para 2023 previa 97% de redução nos recursos da rubrica específica.
2/10 — O fracasso na pandemia
Na pandemia, o MEC demorou a coordenar uma resposta nacional, não articulou com estados e municípios, não garantiu conectividade suficiente e não estruturou uma política nacional robusta de recuperação da aprendizagem. O resultado apareceu no SAEB: a proficiência caiu nas três etapas avaliadas entre 2019 e 2021.
3/10 — Ciência e pós-graduação em queda
Capes, CNPq e universidades federais sofreram cortes, contingenciamentos e perda de previsibilidade. O número de bolsistas do CNPq caiu de 92,2 mil em 2018 para 65,8 mil em 2020. Pesquisa, ciência e formação de mestres e doutores foram tratadas como despesa, não como investimento estratégico para o Brasil.
4/10 — Menos dinheiro para o MEC
Entre 2019 e 2021, os recursos discricionários do MEC caíram 29% em termos reais, atingindo o menor patamar em uma década. Menos orçamento significou menos capacidade para financiar políticas, apoiar redes de ensino e manter as instituições federais funcionando.
5/10 — Extinção da SECADI
Em 2019, Bolsonaro extinguiu a Secretaria de Educação Continuada, Alfabetização, Diversidade e Inclusão (SECADI). Foram enfraquecidas políticas voltadas à educação especial, educação do campo, diversidade e educação para as relações étnico-raciais.
6/10 — Expansão desregulada da EAD
O governo Bolsonaro acelerou a expansão da Educação a Distância sem enfrentar adequadamente os desafios de qualidade e formação. O resultado foi o fortalecimento de um modelo cada vez mais concentrado no setor privado, enquanto a oferta presencial perdia espaço.
7/10 — Ataque à participação social
Bolsonaro enfraqueceu e desativou espaços de participação e controle social da política educacional.
O Fórum Nacional de Educação foi extinto. Educação pública se constrói com diálogo, participação e democracia — não com decisões de gabinete.
8/10 — Ausência de grandes políticas nacionais
O governo Bolsonaro não criou políticas nacionais de grande escala equivalentes ao Pé-de-Meia, Escola em Tempo Integral e Compromisso Nacional Criança Alfabetizada. Também não estruturou uma estratégia nacional de conectividade capaz de enfrentar as desigualdades reveladas pela pandemia.
9/10 — Instabilidade e crise no MEC
Foram cinco ministros da Educação em quatro anos, crises administrativas e graves denúncias de corrupção envolvendo o MEC e o FNDE. Houve baixa capacidade de coordenação federativa e conflitos com universidades federais, incluindo ataques à autonomia universitária e às escolhas feitas pelas próprias comunidades acadêmicas.
10/10 — Abandono da EJA
A Educação de Jovens e Adultos foi praticamente abandonada. 2019, 2020 e 2021 estão entre os piores orçamentos da série histórica, e a queda acumulada dos investimentos em relação a 2018 chegou a 94%.
Quem não teve oportunidade de estudar na idade adequada foi justamente quem menos recebeu atenção do governo. Em quatro anos, Bolsonaro deixou uma marca clara na educação: menos financiamento, menos participação social, menos ciência, menos políticas nacionais e mais precarização.
O desafio do governo Lula foi reconstruir o que foi desmontado — e voltar a colocar a educação pública no centro da agenda nacional. +
Pra não esquecer:
"Rapaz, a solução mais fácil era botar o Michel "Estancar a sangria da Lava Jato", Se não o primeiro a ser comido vai ser o Aécio, Quem não conhece o esquema do Aécio? Fui do PSDB 10 anos, não sobra ninguém.""Conversei ontem com alguns ministros do Supremo. Os caras dizem 'ó, só tem condições sem ela. Enquanto ela estiver lá essa porra não vai parar nunca""Michel é Eduardo Cunha, é um acordo, botar o Michel, num grande acordo nacional. Com o Supremo, com tudo. Aí parava tudo".
O lawfare não é uma teoria conspiratória da esquerda nem um exagero da direita. É um método. E os Estados Unidos o aperfeiçoaram ao longo de décadas com uma precisão que nenhum país do mundo conseguiu replicar.
A lógica é simples: em vez de invadir, você enquadra. Em vez de declarar guerra, você abre processo. Em vez de derrubar um governo pela força, você criminaliza sua liderança, congela seus ativos, isola seus aliados financeiros e espera o colapso institucional de dentro para fora.
O que os EUA fizeram com o PCC e o Comando Vermelho ao classificá-los como organizações terroristas internacionais não é uma medida de segurança pública. É uma posição estratégica no tabuleiro geopolítico da América Latina. Com esse rótulo, qualquer brasileiro com ligação documentada ou alegada com essas organizações pode ser alvo de sanções, bloqueio de contas, veto a viagens, impedimento de negócios e, em casos extremos, solicitação de extradição.
Isso alcança políticos, empresários, advogados e qualquer um que transite nesse ecossistema.
A China leu esse movimento e respondeu. Nos últimos anos consolidou uma legislação interna específica para bloquear a jurisdição extraterritorial de potências estrangeiras, criando uma barreira jurídica contra exatamente esse tipo de operação.
O Brasil ainda não teve essa conversa de forma séria.
Enquanto debatemos lawfare como fenômeno interno, como instrumento de perseguição política entre partidos, o mundo já está numa fase mais avançada: o lawfare como política externa soberana de grandes potências.
O direito virou campo de batalha. E o país que não entende isso como questão de Estado vai continuar sendo jogado nesse campo sem saber as regras.
@flaviaol@thiamparo@DracoImagem Exato, praticamente toda a obra do magritte segue nessa direção e ele mesmo dizia que seu objetivo era educar o espectador para a natureza da imagem e sua distinção das coisas.
@CNNBrasil Fico pensando como uma declaração asquerosa como essa pode encontrar eco por aqui. Um sujeito arriado, vira-lata, como esse não poderia nem cogitar se tornar candidato.
@GloboNews "muito mais importante do que eu mostro no Jornal Nacional é o que eu não mostro" Roberto Marinho
- 1° mandamento (o mais importante e aplica-se em todo o segmento jornalístico da Globo)