@CriasdaToca Sobretudo no primeiro tempo, domínio quase que total do Vasco, tomando a iniciativa do jogo e gerando ocasiões com o Zucarello. Cruzeiro conseguiu atacar mais em contra-ataques, com Rayan puxando, como sempre. Índio - não pode ser reserva - entrou pra entregar um gol para o Rhuan
Outro ponto que pode parecer elitista mas é básico é como jogador brasileiro é negligenciado intelectualmente.
Times com dinheiro pegam eles crianças de dentro de casa e não fazem questão de formar um cidadão que saiba conjugar verbo e as tabuadas básicas.
Ta cheio de jogador ai jogando no profissional e reprovando na escola. E como brasileiro não valoriza educação não ver nenhuma relação entre isso e serem pessoas limitadas para escolher companhias, jogadas, posição na carreira, o que comer no almoço, quem escolher como líder seja religioso ou espiritual...
Enquanto o jogador europeu ta ali na casa dos pais até virar adulto, termina a escola, tem base familiar...
O brasileiro sai de casa cedo, não tem uma educação básica responsável, não tem um desenvolvimento intelectual.
E isso já prejudica quem da certo, avalie quem não da e volta pra sociedade pra ficar jogando campeonato amador ate os 40 anos porque é o que sabe fazer....
Mais uma vez, a nossa maravilhosa imprensa esportiva brasileira vai se fazer de sonsa, como se não tivesse qualquer responsabilidade. Na volta do Brasileirão, continuará pedindo a convocação de jogadores dos times queridinhos, rumo a mais um fracasso do Brasil em Copa do Mundo.
Vale lembrar sempre um exemplo: Samuel Lino apareceu como titular da Seleção Brasileira depois de apenas duas partidas e meia, impulsionado por um lobby pesado das mesas-redondas de praticamente todos os canais.
El fútbol brasileño vive una crisis de identidad desde hace décadas. Hoy en día, las categorías inferiores, en manos de empresarios estafadores, priorizan el "perfil exportación" para complacer al mercado Europeo, donde el talento nato ha dado paso a atletas puramente biotipados. La Selección de 2026, con un promedio de 1,82 m de altura, deja en evidencia esta obsesión física: el equipo actual es más fuerte físicamente y mide entre 6 y 11 cm más que las generaciones de 1958 (1,76 m), 1962 (1,77 m), 1970 (1,74 m), 1994 (1,71 m), 1998 (1,72 m) y 2002 (1,72 m), donde la improvisación, el alto coeficiente intelectual de juego y la técnica dictaban el ritmo en lugar de los robots genéricos que están ahora en el campo. La estandarización también es conductual: la espontaneidad del pagode en el bus y la fuerte religiosidad del pasado fueron bloqueadas por discursos blindados, muchas veces ensayados y enfocados en la creación de una marca propia (Raphinha, por ejemplo, dejando de lado el amor a la camiseta, se quejó de no tener vacaciones... Es decir, juega por obligación corporativa). Son jugadores sin alma.
0 - Since the introduction of yellow and red cards at the 1970 edition, no player has ever received a red card and gone on to play in his team's next match at the FIFA World Cup.
Unprecedented.
Iran couldn’t get visas. They didn’t intervene.
A Somalian referee couldn’t get a visa. They didn’t intervene.
Fans of Muslim countries couldn’t get a visa. They didn’t intervene.
Ronaldo got a red card. Intervened.
USA player got a red card. Intervened.
F*** FIFA. Corrupt.
Está es la razón de la eliminación de Brasil. Scaloni lo explicó sencillo y directo, los brasileros lo aplicaron al revés.
Se dejaron llevar por un fútbol que no les pertenece, traicionaron su cultura desde las academias hasta la selección nacional.
Lionel Scaloni: “Italia tiene una cultura futbolística increíble, y tienen que seguir respetando eso. No pueden olvidarse de la táctica, la estrategia. Cada país tiene su cultura. Italia tiene la suya y eso lo ha llevado a ser una de las potencias mundiales. Cuando empiezan los cambios, jugar a otra cosa que el futbolista no siente, que el pueblo no siente, ahí puede empezar el problema. Al final, te sentás en la mesa con un italiano y todo el mundo te habla de táctica, de estrategia, porque lo llevan adentro. Y eso es algo bueno que tendrían que fortalecer. Pero el fútbol ha cambiado tanto, que parece que sólo se puede jugar de una sola manera, y creo que no. Cada país tiene su manera de entender el fútbol, y hay que respetarla. Si se dan cuenta de que son muy buenos en estas cosas, seguramente vuelvan a estar, porque son potencia”.
@GaloBoard https://t.co/Hoes7Lm7dn
Fique a vontade para ouvir sobre um jogador diferente e que fazia diferença desde novo. E pare de forçar algo que nenhum scout concorda.
@GaloBoard Irmão, desde os 15 anos que o Endrick já atuava no Sub20 e - performando -. Não sou eu quem digo, mas o próprio treinador dele da época, que hoje está na Seleção Sub20/23. Veneno nunca foi dominante nas categorias, mas pra quem nunca viu a base jogar, repetir mentiras faz parte.
@impopularopniao Hahahahahhahahaha flaterrista é isso aí. Bouaddi e Pablo Lucio na mesma frase. Parece piada, e é. No dia que o Pablo descobrir que futebol se joga sem bola e trocando ritmo, aí ele tem chance de jogar em algum nível relevante.