@Taina_Castr Minha irmã é autista nível de suporte 3, ela come feijão, ovo, frango, mas não come arroz, legumes ou qualquer fruta, toma alguns sucos. A gente sempre tenta ofertar a ela outras coisas, alguns ela até aceita, outras é um escândalo, mas o que ela come hoje já foi um avanço
@furiatroppical Ela é autista de nível de suporte 3! Ela já foi muito mais seletiva do que é hoje! Mas a gente sabe que ela pode evoluir ou regredir em relação a seletividade.
@furiatroppical Minha irmã ficou de 1 ano até os 6 anos e meio tomando só mingau, conseguimos tirar as poucos. Hoje ela come feijão, ovo, frango, algumas carnes, alguns biscoitos, mas não gosta de pão e nem frutas, mesmo assim é complicado
E teve um dia que os meninos ficaram tomando choque na chuva. Eu e minha amiga já estávamos planejando o enterro de todo mundo que tava ali.
Esse negócio de tomar choque, acredito que foi assim que a gente acabou dividindo o mesmo neurônio.
Toda vez que eu conto a história que eu e meus amigos na oitava série, a gente se reunia, dava as mãos e ficava tomando choque num poste ninguém acredita, mas é verdade.
@THORNOPHELIE Depende muito, falo por ter uma irmã autista com seletividade. Pode deixar quantas vezes for com fome, ela não come outra coisa. Tem muita coisa relacionada a texturas, cor! Ela ama feijão, mas ele nem clarinho, ela não come de jeito nenhum se ele tiver um pouquinho mais escuro.
@CarolineCaos E não só isso.
Quando se é adolescente você quer ser aceito de qualquer forma, e se sujeira a ser que não é, e isso acaba que muitas das suas escolhas são por conta dessa vontade de aceitação do que outra.
@CarolineCaos Exatamente!
No meio social que vivemos, eu entendo porque muitas pessoas aceitam ir pra igreja e sei também porque muitas pessoas saem dela.
Hoje, sou cristã mas não preciso me mostrar cristã dentro de uma igreja.
Esse papo de que não podemos falar do racismo argentino porque no Brasil também existem racistas é, no mínimo, preguiçoso.
Existe uma diferença enorme entre um país que criminaliza, discute e pune o racismo e outro que aceita, estimula ou simplesmente se cala diante dele.