Vamos voltar com as lives!
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Vamos conversar sobre futebol, política, os desafios do nosso país e tudo o que está acontecendo no Brasil.
Quero manter essa conexão cada vez mais próxima com vocês.
Espero você na próxima live. 🇧🇷💪
Faça de conta que você é de esquerda. Sei que, para muitas almas ainda não de todo mortas, o exercício soa como um desarranjo mentalmente insalubre, quase um banho de ácido no espírito. Mas convenhamos: não é de todo impossível. Houve um tempo em que todos nós, conscientes ou não, fomos de esquerda. Depois que as Senhoras de Santana ergueram seus protestos anticomunistas nos anos 60, depois que a CNBB guinou para o progressismo com a mesma naturalidade com que outrora benzera o conservadorismo, e, por fim, depois que a OAB abandonou o ofício de guardiã do direito para se tornar mais um megafone ideológico, restou à direita brasileira apenas o silêncio e a agonia. A pá de cal definitiva veio, como era previsível, da Globo: suas novelas e seu jornalismo hegemônico nos deixou moles nas poltronas, a mente ocupada com futebol, adultério de luxo e outras alienações de primeira classe. Assim atravessamos os setenta, os oitenta, os noventa, os anos 2000 e alguns quebrados, até que dois personagens, cada um a seu modo improvável, surgiram para sacudir o torpor: Olavo de Carvalho e Jair Bolsonaro.
Até então, é bom que se diga, éramos todos de esquerda, os despertos e os sonâmbulos. Logo, não custa grande esforço mental recolocar-se, por alguns instantes, na pele do comunista. Um exercício salutar, aliás, pois só dentro da experiência petista ou psolista se pode fazer certa reflexão que a direita, em sua ingenuidade crônica, teima em evitar: quem, hoje, representa a maior esperança de uma esquerda envelhecida e exausta senão os Constantinos e os Nikolases da falsa direita?
A esquerda, é claro, não tem orgasmo coletivo com a performance de um Lula octogenário, nem vibra com os velhos ativistas de sempre, um Juca Kfouri, uma Miriam Leitão, figuras demasiado carimbadas, gastas, que já não dão leite aos bezerros famintos do marxismo cultural. Não há novidade, nem ar fresco, nos recintos gestados por Zé Dirceu e sua caterva. Mas quando veem Rodrigo Constantino sugerir, com a solenidade de quem faz uma descoberta filosófica, que prefere Lula no poder a “qualquer coisa” para derrubá-lo, como se Flávio fosse “qualquer coisa”, quando imaginam que, para realizar o sonho presidencial de Nikolas Ferreira, vale a pena mais quatro anos de petismo, então, meus amigos, a esquerda renova suas esperanças. Sorri. Respira aliviada. Quando as forças lhe faltam, eis que surgem, cavalgando em seu socorro, os cavalos brancos do Apocalipse: aquele, precisamente, que triunfa pela força da mentira.
Pronto. Agora que você cumpriu o penoso exercício de pensar como um esquerdista, volte ao normal. E veja se consegue, com os mesmos olhos de antes, olhar para Constantino e Nikolas sem sentir um misto de piedade e náusea. Veja se consegue entender por que eles são a esperança da velha esquerda.
Deixar o filho fazer homeschooling, aprendendo Latim e música clássica = prisão e multa milionária.
Deixar o seu filho ser espancado, torturado e morto pelo padrasto = perdão judicial.
Que país bizarro.
A postagem feita por Donald Trump nesta terça-feira, 2 de junho, quase uma semana após a visita de Flávio Bolsonaro à Casa Branca, possui um peso político muito maior do que aparenta à primeira vista.
Se o objetivo fosse apenas registrar o encontro, a publicação teria sido feita no mesmo dia da reunião, mas não foi.
Trump escolheu publicar a imagem agora, em um momento de forte tensão política entre Brasília e Washington, de debates sobre sanções, liberdade de expressão, PCC, Comando Vermelho, tarifas comerciais e da crescente aproximação do governo Lula com a China.
Trump não se limitou a publicar uma foto, ele fez questão de elogiar Flávio Bolsonaro publicamente, chamando-o de "um jovem inteligente que ama muito o seu país, o Brasil".
Na linguagem política americana, isso não é um detalhe. Presidentes escolhem cuidadosamente quem destacam, quando destacam e de que forma destacam. O significado da postagem está justamente no timing.
Ela acontece enquanto o governo americano aumenta o tom das críticas em relação ao Brasil e enquanto o cenário político brasileiro já se movimenta para as eleições de 2026.
Ao publicar a imagem agora, Trump sinaliza proximidade com o principal grupo de oposição ao governo Lula e sinaliza que o movimento político liderado pela família Bolsonaro continua sendo visto em Washington como um ator relevante para o futuro do Brasil.
Em política internacional, símbolos importam, e poucas imagens carregam mais simbolismo do que uma foto dentro do Salão Oval acompanhada de elogios assinados pelo presidente dos Estados Unidos.
Não foi apenas uma simples postagem, foi um gesto político calculado, publicado exatamente no momento em que produziria o maior impacto possível dentro do debate político brasileiro.
O sujeito mora nos EUA há nove anos e não aprendeu absolutamente nada sobre liberdade de expressão.
Nos EUA, figuras públicas como Moura têm proteção muito menor contra críticas e insultos do que pessoas privadas.
Chamar alguém de "cretino" é considerado "pure opinion" ou "rhetorical hyperbole". A Suprema Corte americana já decidiu repetidamente que opiniões e exageros retóricos não são difamatórios.
Por isso, Moura pode continuar a xingar direitistas de fascistas sem sofrer processos, mesmo sabendo que esse tipo de ofensa tem levado a atentados contra a vida dessas pessoas.
Você pode tirar um esquerdista do Brasil, mas jamais conseguirá tirar a tirania de um esquerdista.
O argumento de que a designação do PCC e do Comando Vermelho como organizações terroristas pelos Estados Unidos “ameaça a soberania brasileira” inverte completamente o problema.
A ameaça à soberania brasileira não vem dos EUA reconhecer a realidade. A ameaça à soberania brasileira vem de facções criminosas que controlam territórios, impõem regras paralelas, aterrorizam populações civis, corrompem agentes públicos, lavam bilhões, traficam drogas e armas através de fronteiras e projetam sua atuação para além do Brasil.
Soberania é a capacidade efetiva do Estado de controlar seu território, proteger sua população e impedir que organizações criminosas substituam o poder público.
O argumento de que PCC e CV não poderiam ser tratados como organizações terroristas porque “não têm bandeira política” é juridicamente estreito e empiricamente ingênuo. Essas organizações talvez não publiquem manifestos ideológicos como grupos revolucionários clássicos. Mas exercem poder político no sentido mais concreto possível porque controlam comunidades, intimidam autoridades, influenciam eleições, paralisam cidades, impõem toque de recolher, ordenam ataques contra agentes públicos e usam violência sistemática contra civis para preservar domínio territorial e econômico.
A designação americana não transforma o Brasil em alvo. Ela mira organizações criminosas específicas que representam ameaça transnacional. Também não autoriza automaticamente intervenção militar em território brasileiro. Esse espantalho serve mais para criar pânico político do que para explicar o direito aplicável. O efeito concreto da designação é ampliar ferramentas contra financiamento, logística, facilitadores, lavagem de dinheiro, movimentação internacional, apoio material e redes de suporte. Ou seja onde essas facções são mais vulneráveis.
Também é curioso ouvir preocupações abstratas com soberania quando as principais vítimas da perda de soberania são os brasileiros que vivem sob domínio criminoso. Para a mãe que não pode sair de casa porque uma facção decretou toque de recolher, para o comerciante extorquido, para a família atingida por guerra territorial, para o policial assassinado e para a comunidade abandonada à governança criminal, a soberania brasileira já foi violada há muito tempo — não por uma designação americana, mas pelo poder armado das facções.
A pergunta correta é por que o Estado brasileiro permitiu que essas organizações crescessem a ponto de se tornarem uma ameaça hemisférica. Se o Brasil tivesse desmantelado sua infraestrutura financeira, contido sua expansão internacional, protegido suas fronteiras, impedido sua infiltração institucional e recuperado os territórios dominados por facções, talvez EUA não tivesse sentido necessidade de agir.
Isso não é uma medida anti-Brasil. É uma medida contra o PCC e o Comando Vermelho. O verdadeiro ato pró-Brasil é reconhecer que o povo brasileiro é a primeira e maior vítima dessas organizações e que a cooperação internacional contra elas deve ser bem-vinda, não tratada como ofensa nacional.
O Brasil deveria responder não com indignação performática, mas com cooperação, inteligência financeira, extradições, bloqueio de ativos, repressão à lavagem de dinheiro e uma estratégia nacional séria para recuperar territórios dominados pelo crime organizado.
A soberania brasileira não será protegida defendendo a sensibilidade diplomática de facções criminosas. Será protegida destruindo o poder delas.
https://t.co/ceoTCiVA0Q
Defender menos impostos não é só uma pauta econômica, é uma questão de justiça. Que o exemplo de Tiradentes nos inspire a nunca aceitar calados os abusos de quem deveria servir ao povo, e não se servir dele!
@Poder360@JanjaLula A democratização da informação atrapalha a “democracia” 🤡. Antes da internet, reclamavam que apenas 6 famílias controlavam a mídia do país. Com a internet, viram que o povo não é de esquerda e acharam mais negócio usar do dinheiro do povo p/ patrocinar os jornais e jornalistas.
Sou profa de processo penal há 3 décadas e é revoltante o silêncio da academia c/a destruição do sistema penal brasileiro. São tantos ataques de Moraes às suas bases, tamanhas violações ao devido processo penal q ele foi implodido c/o apoio não tão velado de mts dos meus colegas.
Fiquem muito espertos ai porque o plano do Pink e do Cérebro é eleger muitos deputados com o voto dos bolsonaristas e depois da eleição pular para o NOVO dando uma banana para você ai.
Meu filtro para voto este ano
- não voto em quem apoiou, endossou, ou se calou diante da perseguição aos inocentes do 8 de janeiro
- não voto em senador que não fale com todas as letras que vai votar pelo impeachment de ministro do supremo
- não voto em ninguém do novo nem do mbl
- não voto em ninguém da turma do Nikolas
- não voto em policial, juiz, advogado, promotor, militar
- não voto em mulher (com exceções pontuais)
“a militância Bolsonarista atrapalha, os irmãos atrapalham”.
Enfraquecer a base é um velho caminho para reduzir capital eleitoral, essa constante disputa interna por moldar a direita, por quem manda, por protagonismo e influência enfraquecem não só um, mas todos.
A militância tem papel central nas vitórias, isso foi evidente nas eleições de Bolsonaro, críticas aos irmãos e à militância ou à quem ouse questionar também fazem parte dessa disputa por liderança ideológica, alguns querem herdar, redefinir o espaço ou ser o dono do discurso.
Quem se beneficia disso?
Vias que se dizem alternativas, grupos que querem substituir o líder e reduzir a influência da família Bolsonaro, nomes que querem herdar o eleitorado de Bolsonaro, os salvadores da Pátria, perfeitos e limpos, quem define o que “atrapalha” controla essa narrativa.
Teria método esse enfraquecimento da base?
Seria só por protagonismo na direita, querem substituir o líder?
Querem ditar o que é “direita aceitável” e se apresentam como alternativa “menos desgastada”?
Querem construir uma “nova direita”?
Deslegitimam a militância raiz, tratam como “radicalismo”, criam conflitos internos, militância vs. isso ou aquilo, bolsonaristas vs. “a verdadeira direita”, “nós contra eles” e direcionam o discurso, para assim surgir a tal direita que permitem, “limpa”, “equilibrada”, mas “controlável”.
Ou seria a sonhada herança eleitoral?
Os votos do Bozo?
Se o sobrenome perde força, alguém precisa herdar esses milhões de votos e essa “herança” não acontece por acaso, ela é construída, e estão tentando, desesperados por uma brecha, não terão!
Na real, é tudo sobre PODER, quem enfraquece a base, enfraquece o líder, quem desgasta o nome, abre esse espaço e quem usa método pra isso quer liderar os pedaços, talvez não esperassem que a gente soubesse.
Prestem muita atenção nessa foto. O dia em que vocês entenderem a carga de injustiça retratada nessa imagem, a vergonha que sentirão será semelhante a daqueles que apoiaram as ações do Terceiro Reich. Quando isso acontecer, vocês tentarão se eximir dizendo a si mesmos que era impossível saber, afinal, ele era de direita e falava palavrão. Se até hoje não entenderam, sinto dizer que pra vocês já é tarde demais.
Viver em Brasília, rodeado por séquito de bajuladores, gozando das regalias do cargo de ministro do Supremo, livres de fiscalização, produz nos favorecidos irresistível sensação de impunidade, como estamos assistindo diariamente. Até quando, devem indagar as pessoas de bem?