🚨 TOP 1 DO YOUTUBE: Vídeo com Porchat expondo a relação entre Vorcaro, Valadão, Flávio Bolsonaro, Nikolas Ferreira, Igreja Lagoinha e Banco Master acaba de atingir a liderança no YouTube.
Assistam! Vale cada segundo.
GloboNews fez um resumo da sabatina com Flavio Bolsomaster: “Enrolou demais, mentiu bastante, inclusive sobre o escândalo Master. Foram várias mentiras em série. Do início ao fim.”
QUE PAULADA! Marcelo Freixo, que foi presidente da CPI das Milícias no Rio de Janeiro, acabou com Flávio Bolsonaro após o candidato à Presidência mentir ao dizer que não sabia quem era Adriano da Nóbrega, um dos maiores matadores de aluguel do Rio.
Negar o aquecimento global em pleno século XXI e reduzir o combate às mudanças climáticas a saneamento básico dá a dimensão do amadorismo irresponsável de quem se propõe a governar um país. É retrato de gente que vende soluções simples para problemas complexos. É da lavra do povo que nega a importância das vacinas e de gente que anda acompanhado de quem prega o fim do voto feminino. Gente que não ouve a ciência.
E que fique claro: saneamento básico é fundamental. Tanto que, desde 2023, destinamos R$ 23 bilhões para obras de abastecimento, esgoto e resíduos, além de R$ 3,5 bilhões para destravar obras abandonadas anteriormente. Mas enfrentar a crise climática de verdade exige muito mais. Demanda compromisso. Antecipação. Trabalho em várias frentes.
» Um exemplo atual: para discutir o impacto potencial do El Niño em 2026 temos uma Sala de Situação que reúne 24 ministérios e dezenas de especialistas. Da saúde à energia, da assistência social à segurança alimentar. De unificação de dados a monitoramento de rios e sistemas de alerta. Prevenção e resposta a desastres. Investimento: são R$ 1,3 bilhão destinados.
» Isso nos garante previsibilidade. Não temos o poder total de conter ou antecipar ciclones, enchentes, estiagens, deslizamentos, incêndios. Mas temos planos claros de ação.
» Prevenção a desastres se faz ainda com obras estruturantes: são R$ 18,6 bilhões no Novo PAC para drenagem urbana e contenção de encostas. Modernizamos alertas com o Cemaden em 1.427 municípios e via sinal direto de celular pela Defesa Civil.
» Pelo Fundo Amazônia, o mesmo que ficou parado na gestão anterior, usamos meio bilhão para modernizar equipamentos, veículos e estruturar bases. Mapeamos regiões críticas. Temos agora mais helicópteros, aviões, viaturas e equipamentos destinados diretamente ao combate a incêndios.
» Investimos em estoques de emergência de alimentos essenciais para momentos de crise. No SUS, criamos Centros de Informação em Clima e bases regionais da Força Nacional do SUS.
» Na energia, estamos garantindo a segurança elétrica com R$ 118 bilhões em geração renovável e R$ 107 bilhões em transmissão (equivalente a duas Itaipus de nova capacidade instalada). O Novo PAC contempla R$ 15 bilhões em obras de segurança hídrica essenciais no Nordeste.
» É com essa perspectiva que revertemos o abandono da gestão ambiental anterior. Reduzimos o desmatamento em 50% na Amazônia, 32,5% no Cerrado e 63% no Pantanal. Fortalecemos IBAMA e ICMBio. Chegamos a 4,4 mil brigadistas federais em 2026 nos cinco biomas, aumento de 40% em relação a 2022.
» O Brasil voltou a ser protagonista global. Sediamos a COP30, lideramos discussões sobre financiamento climático e conservação de florestas, sempre tendo como prioridade o bem-estar das populações que vivem embaixo das árvores e à margem dos rios.
Governar o Brasil não é para aventureiros. Quem não entende a gravidade das questões conectadas ao clima, opera na lógica de "passar a boiada" e enxerga o mundo com a lente embaçada do negacionismo, certamente não tem preparo para guiar o futuro de uma nação.
Poucas coisas me dão mais asco do que os integrantes da família Bolsonaro, seu cinismo, sua burrice e sua representatividade do que há de pior na política.