Sem projeto, sem convicção, sem planejamento e, principalmente, sem competência.
Em aproximadamente dois anos, o Vasco passou pela liderança de cinco técnicos efetivos, com filosofias radicalmente distintas e, em alguns casos, opostas: Álvaro Pacheco (pressing alto, verticalidade), Rafael Paiva (pragmatismo defensivo, transições rápidas), Fábio Carille (bloco baixo, organização), Fernando Diniz (posse de bola, saída curta, o “Dinizismo”) e Renato Gaúcho (pontas dribladores, liberdade individual).
São cinco modelos de jogo incompatíveis em sequência. O elenco não acumulou identidade de jogo; apenas trocou de vocabulário tático. Pedrinho, como comentarista, nunca perdoou clube sem projeto. Sabia articular como a ausência de continuidade destrói um elenco. Como presidente, produziu exatamente o vazio que dizia combater.
O caso Vegetti resume bem o que acontece quando não há planejamento integrado. Ao longo de 2025, o atacante foi perdendo espaço sob Fernando Diniz. Em janeiro de 2026, pediu para sair, e o clube aceitou, aliviando a folha salarial. Dois meses depois, Diniz também foi demitido. Pedro Emanuel assumiu um elenco sem centroavante de referência.
Vegetti, que custou R$ 5,4 milhões e foi vendido por R$ 8 milhões, entregou mais do que os quatro atacantes mais caros da atual gestão juntos: Marino Hinestroza, Brenner, Andrés Gómez e Spinelli somam aproximadamente R$ 98 milhões em investimentos e uma produção ofensiva abaixo da de um centroavante de 37 anos que o clube considerou dispensável.
Até hoje, foram aproximadamente R$ 200 milhões investidos em atacantes desde 2024. O resultado: 23 gols no Brasileirão de 2026, pior ataque da Série A, empatado com Chapecoense e Internacional. E os dois maiores artilheiros do período não são reforços contratados: são Gabriel Pec e Rayan, jogadores formados na base do clube.
Para entender a dimensão disso, vale listar quem essa gestão contratou: Maxime Dominguez, Jean David e Emerson Rodríguez (2024); Garré, Nuno Moreira, Loide Augusto e Carlos Cuesta (2025); Alan Saldivia, Facundo Colidio, Santiago Sosa, Johan Rojas, Cuiabano, Brenner, Marino Hinestroza, Andrés Gómez e Spinelli (2026). São mais de 15 reforços em pouco mais de um ano e meio.
Em tempo: o atual time sub-20 do Vasco está entre as melhores gerações dos últimos anos. Certamente há ali soluções que talvez pudessem evitar tantas contratações caras de jogadores tecnicamente duvidosos.
A venda de Rayan por 35 milhões de euros foi possível porque o clube o desenvolveu por mais de uma década. Entrou na base aos 9 anos, virou profissional em 2023 e se tornou o maior negócio da história do Vasco.
Rayan não foi sorte. Foi fruto de um processo.
Hoje, nenhum jogador formado na base está entre os titulares regulares do time profissional. Se essa gestão não estiver preparando o próximo Rayan desde já, terá colhido o fruto de um trabalho que não é dela sem plantar nenhum outro para o futuro.
A espinha dorsal do time em 2026 ainda é herança da 777: Léo Jardim, Puma, Lucas Piton, Jair, Adson, Paulo Henrique e David. A final da Copa do Brasil, disputada em 2025, foi alcançada com Jardim pegando pênaltis nas fases classificatórias e com gol de Vegetti no último minuto da semifinal.
A gestão atual se apoia no que herdou e adiciona camadas ineficazes e caras sobre uma base sólida que não foi ela quem construiu. Jogadores que antes vinham em evolução pioraram suas performances. O time não vence há sete partidas no campeonato. O presidente não fala com a torcida. O diretor técnico de futebol não aparece. Ninguém se responsabiliza ou dá uma satisfação. Os sócios e a torcida viraram um detalhe.
Agora, Pedro Paulo alega que o dinheiro acabou e que o departamento de futebol passará por problemas para honrar compromissos e salários. Faz pedidos de desculpas que não solucionam os problemas e blinda um diretor técnico que entrega um trabalho sofrível e cujo grande mérito é "ser o primeiro a chegar e o último a sair". Felipe só está empregado por apadrinhamento do presidente que transformou o Vasco em um cabide de emprego para seus amigos.
É preciso parar de colocar a culpa pelo fracasso do futebol do Vasco na falta de dinheiro. Está provado que esse não é o problema dessa gestão.
A “água está subindo” rapidamente. Há consequências duríssimas para empresas em RJ que atrasam salários. No passado, o presidente Pedro Paulo disse que, se preciso fosse, arcaria com as despesas da folha do Vasco, mas que não deixaria os vencimentos atrasarem. Será assim? Qual é o plano B diante da conhecida lentidão de uma situação judicial como a que vivemos?
Nada é transparente no Vasco atual. A responsabilidade pelo fracasso é sempre atribuída a um sujeito oculto ou indeterminado.
Enquanto isso, Z4.
Não adianta trabalhar “mais” se estiverem trabalhando errado.
Vamos lembrar o contexto desta gestão: maior receita da história, com a maior venda da história do clube; opção pela RJ, reduzindo dívida velha e suspendendo fluxo de pagamento; patrocinador máster recorde; e salários em dia herdados desde o primeiro dia de mandato.
O resultado entregue: outra briga contra o Z4 (atualmente estamos à frente apenas da Chapecoense e atrás de clubes como Mirassol e Remo); pior ataque da Série A; nenhuma vitória fora de casa; nenhuma identidade de jogo; nenhum próximo talento da base à vista no time principal; e um déficit de R$ 300 milhões em um único ano.
Pedro Paulo queria participar das decisões da SAF porque dizia entender de futebol e que poderia ajudar. Afastou os antigos investidores e assumiu o departamento junto com suas pessoas de confiança.
Onde está o resultado prometido?
A gestão do NADA se tornou a gestão do PREJUÍZO. E a gestão dos AMIGOS.
Chega de Pedro Paulo. Chega de Sempre Vasco.
#FORAPEDRINHO
Inúmeros são os sócios estatutários que procuraram a Confraria alegando que o pagamento automático via cartão de crédito de seus títulos não foi realizado este mês, como regularmente ocorre.
Para estes casos, faz-se necessário que o pagamento seja feito de forma manual. Se você tiver alguma dificuldade e precisar de ajuda, não hesite em nos procurar
Urge a necessidade de revisão pois em ano eleitoral a inadimplência impede que o sócio esteja apto a votar no dia da eleição
A Confraria Vascaína acompanha com atenção as recentes notícias que indicam o avanço do processo de venda da SAF do Vasco da Gama, etapa que entendemos como decisiva para o futuro do clube.
Reafirmamos, de forma clara e responsável, que a entrada de um novo investidor é, hoje, o único caminho viável para que o Vasco retome sua capacidade de investimento, competitividade esportiva e protagonismo no cenário nacional e internacional. A realidade financeira e estrutural do clube exige soluções concretas, sustentáveis e alinhadas às melhores práticas de governança do futebol moderno.
Nesse contexto, manifestamos total apoio ao presidente Pedrinho na condução deste processo, reconhecendo a complexidade das negociações e a importância de decisões firmes, baseadas no interesse maior do Vasco da Gama.
Causa preocupação, no entanto, a circulação de informações recentes — inclusive veiculadas pela imprensa — sobre a possível atuação de um grupo interno, denominado “G8”, que estaria oferecendo resistência ao avanço das tratativas. Caso tais informações se confirmem, é fundamental que haja transparência absoluta sobre sua existência, composição, papéis, motivações para serem contrários à negociação e eventuais influências no processo decisório do clube.
O Vasco não pode mais conviver com estruturas informais de poder, zonas cinzentas de governança ou interferências que não estejam alinhadas ao interesse coletivo. Qualquer movimento que represente atraso, obstrução ou tentativa de captura do processo de venda deve ser devidamente esclarecido à comunidade vascaína.
Reforçamos que o momento exige responsabilidade institucional. O torcedor vascaíno já demonstrou, de forma inequívoca, que não aceita mais a condução do futebol atrelada a práticas políticas ultrapassadas, marcadas por interesses difusos e desalinhados com a reconstrução do clube.
Confiamos que o presidente Pedrinho saberá conduzir este processo com a firmeza necessária, não se deixando influenciar por pressões internas que, porventura, não estejam comprometidas com o melhor para o Vasco.
O Vasco precisa — e merece — de um novo ciclo, baseado em investimento qualificado, governança, transparência e ambição esportiva.
A Confraria Vascaína seguirá vigilante, apoiando todas as iniciativas que apontem nessa direção.
Fonte:
https://t.co/dyXZEpazRy
Dia Internacional contra a homofobia
Fomos o 1º clube do Brasil a jogar uma partida OFICIAL com uma camisa em combate à homofobia
Atitude SE VESTE!
Muito orgulho de termos liderado essa briga, mesmo que por pouco tempo.
Em 15 de maio de 2024, o presidente Pedrinho obteve uma liminar judicial que afastou a 777 Partners do controle da SAF do Vasco da Gama, alegando falta de garantias financeiras por parte da empresa. Naquele momento, o Vasco havia disputado sete rodadas do Campeonato Brasileiro, com duas vitórias, cinco derrotas e seis pontos, ocupando a zona de rebaixamento.
Um ano depois, em 11 de maio de 2025, após a oitava rodada do Brasileirão, o Vasco encontra-se em situação semelhante: sete pontos conquistados, ocupando a 17ª posição, novamente na zona de rebaixamento.
Enquanto isso, outros clubes controlados pela 777 Partners enfrentam desafios, mas nenhum apresenta uma crise societária tão profunda quanto a do Vasco.
Diante desse cenário, a pergunta que fica é: se a intervenção de Pedrinho visava salvar o Vasco de uma gestão considerada temerária, quem salvará o clube da atual administração, que, até o momento, não apresentou resultados esportivos ou financeiros superiores aos da gestão anterior?
A nova crise política no grupo SEMPREVASCO, que hoje comanda o clube e a SAF, reforça a necessidade de refletirmos sobre os caminhos que nos trouxeram até aqui. Edmundo, um dos maiores ídolos de nossa história, rompe publicamente com o grupo que fundou e com o Presidente que ajudou a eleger.
O segundo mandato como presidente de Roberto Dinamite foi marcado por rompimentos de quase todos os seus aliados. O mandato fracassou e isso impactou sua imagem como ídolo (posteriormente resgatada, em parte, pelo trabalho da Confraria na gestão Jorge Salgado).
Na sequência, a volta de Eurico Miranda ao poder foi marcada por rompimentos com aliados históricos como Fernando Horta, José Luiz Moreira e Paulo Reis.
O mandato de Alexandre Campello já nasce de um rompimento consolidado no golpe da Lagoa. Poucos meses depois, uma nova ruptura abala a gestão, agora com o grupo que o ajudou a chegar ao cargo.
Já na gestão Jorge Salgado, embora tenha começado e terminado com os mesmos aliados, o rompimento interno da Mais Vasco ocorreu no terceiro mês, quando quatro grupos romperam com o grupo liderado por Adriano Mendes, após uma tentativa fracassada de retirar a Confraria da gestão.
Na eleição de Pedrinho, o Vasco se vê novamente diante de uma ruptura, desta vez com Julio Brant e outros antigos aliados. Um ano depois, mais um rompimento significativo, com Edmundo.
O que conecta todos esses episódios é a política associativa: nociva, destrutiva e responsável por divisões que minam a saúde do clube. O único período de relativa paz foi durante o primeiro ano da SAF, apesar dos problemas na condução da venda pela gestão Jorge Salgado. Naquele momento, a política ficou em segundo plano.
A Confraria, movimento atuante e comprometido com o futuro do Vasco, acredita que o momento exige clareza e coragem. Reafirmamos nossa posição: o único caminho viável para resgatar a grandeza do Vasco é consolidar a SAF, com a venda do futebol a um investidor qualificado, capaz de aportar recursos, gerir profissionalmente e pensar no longo prazo.
Valorizamos a tradição e a paixão do torcedor, mas alternativas já testadas falharam. A SAF é a solução concreta para sanear dívidas, promover investimentos e recolocar o Vasco no protagonismo nacional. Defendemos um processo transparente, com diálogo com o torcedor, respeito ao Estatuto e preservação da identidade vascaína, liderado por uma equipe competente.
Estamos abertos ao diálogo com a comunidade vascaína, mas firmes no objetivo: o futuro do Vasco depende da SAF, para proteger o clube dessa política que só nos destruiu.
#SAF #Vasco #Confraria
CLASSIFICADOS!
Com força e uma entrega de encher os olhos, o #GiganteDoBasquete venceu o São José e garantiu a vaga nas quartas de final do #NBBCaixa 24/25!
É talento, trabalho e o amor à camisa que esse grupo que tem que fez história mais uma vez. +
A recente publicação dos balanços patrimoniais do CRVG e da Vasco SAF levanta sérias preocupações. Os documentos foram divulgados sem assinatura dos mandatários, sem auditoria, sem notas explicativas, sem relatório da administração e sem aprovação dos respectivos Conselhos Fiscais — o que compromete sua validade e fere princípios básicos de transparência, governança e conformidade legal.
Trata-se de um material que não atende aos padrões mínimos exigidos pela legislação e pela boa prática contábil, colocando o Vasco sob risco, por exemplo, de exclusão do PROFUT.
A ausência de detalhamento técnico e a presença de informações genéricas dificultam qualquer análise precisa da situação econômico-financeira da instituição, especialmente em um momento em que o Clube atravessa um processo sensível de Recuperação Judicial e depende da credibilidade de suas informações financeiras.
Por que um documento nessas condições foi publicado? A condução do clube, ainda mais considerando que hoje o CRVG exerce o controle da Vasco SAF, merece atenção, pois o cenário atual evidencia um modelo de gestão que não se pauta em técnica, transparência e controle.
O fato do CRVG e SAF terem ingressado, recentemente, em Recuperação Judicial certamente é uma circunstância atenuante, mas não exclui responsabilidades estabelecidas em lei. Retomar o controle da SAF e priorizar a RJ em detrimento da uma composição para revendê-la foi uma decisão política da atual gestão e, como tal, atrai deveres inegociáveis.
A própria RJ, registra-se, parece ser sido aprovada pelos poderes do Clube mediante falsas premissas. As informações, ainda superficiais, reveladas pelo relatório circunstanciado do Administrador Judicial e pelos “balanços” divulgados demonstram um crescimento importante da receita (que deve ser incrementada em 2025 pelo novo acordo de TV, patrocínios e placas de publicidade), ao passo que a dívida não se aproxima dos “1,4 bilhões” anunciados na reunião do Conselho Deliberativo.
Como prospectar investidores com esse baixo nível de detalhamento da realidade financeira do clube? Como renegociar com credores ou propor transação tributária sem demonstrações contábeis auditadas e fidedignas?. A má gestão pode, inclusive, provocar uma reviravolta no litígio societário hoje existente com a 777 no âmbito da arbitragem.
Diante desse quadro, o torcedor e os sócios do clube têm o direito de exigir explicações claras e imediatas. Publicar um balanço sem os requisitos legais não é um mero erro — é um indício de gestão temerária. Se a diretoria não for capaz de esclarecer e corrigir essa situação, será necessário repensar sua permanência à frente do clube.
Mesmo antes de entrarmos na gestão do Vasco, um plano já havia sido delineado. Precisávamos resgatar o vínculo do Vasco com seus ídolos e, em especial, o MAIOR DE TODOS. Era preciso dar a Roberto uma retribuição à altura de todas as alegrias que ele nos deu:
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Em assembleia realizada com todos os seus membros e votação aberta com a participação de todos, a Confraria decidiu apoiar Júlio Brant às eleições presidenciais do Club de Regatas Vasco da Gama em 2023.
Um só Vasco!
Esta é a missão desta candidatura: dar mais vigor ao Club de Regatas Vasco da Gama para unir forças com a SAF e fazer do nosso clube, novamente, um gigante internacional.
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