A Marujada de Bragança reúne dança, música e ritual em uma tradição que atravessa mais de dois séculos, marcada pela presença negra na Amazônia e pelo sincretismo entre o catolicismo e saberes afro-amazônicos.
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Em um espaço familiar onde a violência se impõe pelo silêncio e pela repetição do cotidiano ribeirinho, a protagonista tenta se ocupar de tarefas domésticas enquanto o abuso, o ciúme e a culpa crescem em casa.
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El agente secreto muestra cómo el autoritarismo controla la memoria. En este ensayo, Marcos Colón reflexiona sobre cine, periodismo y represión. Texto publicado originalmente en inglés por Latin American Bureau.
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A jornada da Castanha-do-Pará, retratada no ensaio de Flávio Bezerra Barros, revela o extrativismo na Terra do Meio como prática ancestral que une famílias, natureza e território.
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Em 2026, a Amazônia Latitude inicia o ano guiada pela Encantaria e abre chamada para trabalhos que reconheçam a Encantaria como fundamento de identidade, memória, espiritualidade e resistência.
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Deixamos 2025 com imagens que encantam e afirmam a vida: o nascimento tartarugas albinas, a sumaúma que resiste na COP30 e a chegada de Taimara. Por eles cremos que defender a Amazônia é defender os futuros que ainda podem nascer. 🌅
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A mandioca organiza o viver amazônida. A Casa do Forno é onde esse saber ancestral vira farinha, tucupi e beiju. Ameaçada pelo desmatamento, manter o forno aceso é um ato político de defesa da floresta.
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Em 2025, a Amazônia insistiu em viver. Na Rebio do Abufari, a eclosão de mais de 167 mil tartaruguinhas, registrada por Edmar Barros e viabilizada pelo ICMBio, revelou a força desse ciclo frágil.
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Juventudes negras e povos tradicionais lideram respostas à crise climática a partir de saberes ancestrais e da relação vital com a natureza, articulando justiça climática e racial, práticas sustentáveis, territórios e memória coletiva.
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Que luz seria aquela, surgindo entre tantas misérias? É assim que Verenilde Pereira nos lança em um cenário de poeira, peixes e frutos apodrecidos, onde a rotina da feira é quebrada por um evento que se anuncia como um "milagroso desfile".
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Reportagem em parceria com o @pulitzercenter e veículos latinos investiga como o tráfico de animais silvestres conecta a captura na floresta a mercados urbanos e internacionais, sustentado por redes digitais e fragilidades institucionais.
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Em resenha, Jotabê Medeiros apresenta e contextualiza o livro Virá que eu vi – Amazónia no Cinema, de Anabela Roque, defendendo o cinema como um campo central para compreender os conflitos e disputas da região.
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Reportagem expõe como o ecocídio é denunciado em zonas de conflito como Gaza enquanto ativistas defendem que a luta por um futuro livre da crise climática deve ser também livre de opressão.
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A crise climática afeta mulheres de forma desigual, e a ONU Mulheres estima que 422 milhões serão impactadas. Mesmo assim, elas seguem denunciando injustiças e construindo caminhos para um futuro mais justo.
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Illegal wildlife trade is the fourth-largest illicit activity in the world.
Journalists in Bolivia, Brazil, Colombia, Ecuador, and Peru investigated wildlife trafficking in the Amazon and found that close to three million animals are seized each year.
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A COP30 se destacou pela forte participação popular. Apesar disso, a retirada do Mapa do Caminho agravou a percepção de esvaziamento das decisões, mesmo diante da forte articulação científica.
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Na COP30, a presença de lobistas e a Agrizone motivaram protestos contra o agronegócio e a violência nos territórios indígenas, pressionando a Conferência a reconhecer no texto final o papel essencial dos povos indígenas.
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Aiala Colares examina como a Amazônia se tornou peça-chave na disputa de facções e na integração entre o tráfico e economias ilegais, criticando o modelo de segurança pública militarizado.
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Em carta enviada ao Ministério dos Portos e Aeroportos, organizações pedem a suspensão da política de hidrovias na Amazônia, denunciando o modelo voltado à exportação de commodities nos rios Madeira, Tapajós e Tocantins.
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Como parte Pré-Cúpula dos Povos do Nordeste Paraense, comunidades interditaram a PA-483. Elas denunciaram a a falta de consulta prévia, os impactos e riscos de megaprojetos e enviaram uma carta ao Ministério Público cobrando ações concretas.
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