Ok, time for some self-promotion. I will pin this thread with scouting-related work that I'm proud of.
I'm a software engineer and also run a SaaS, so I've never had the chance to focus on scouting full-time. But over the last 12 years, I've followed football far beyond a casual level, especially during my time working with @PanAmCalcio.
My profile was never a scouting mural that mentions every u23 player that can walk in a straight line, so I think it adds more weight to some of these posts.
I also believe scouting is about being more right than wrong, and not about being super right in 10% and wrong about 90%. In that aspect I feel super confident about my track record.
@VLeaobs@oicaroanalises É bem impressionante, nunca foi goleador. Se não me falha a memória não tinha 1 gol de fora da área ou de esquerda na carreira. No Paulista fez só um com bola rolando e acertou 50% dos pênaltis que bateu. Parece que pegou o embalo na CdB.
@LeaonoGrau1@CifutBR@centrallusa@centraldotimao Envelheceu mal esse aí. Mas esse Renê nesse nível não existiu na Lusa, nem no São José. Mas feliz pela transformação dele na A, esforçado demais. Triste por ficar sem ele para a D ou C na Lusa, contava com o retorno.
Panamá hoje tem uma seleção bem em linha com a CONMEBOL. São melhores do que as 4 que não classificaram, inclusive. E hoje jogam sem o meio titular com Godoy e Carrasquilla (que muito provavelmente será um daqueles destaques de seleções menores nessa Copa).
Túlio Eduardo do Decisão é um jogador que seria muito interessante para alguma equipe da B ou C apostar. Centroavante alto, forte e brigador. É um jogador complicado de analisar nesse momento, porque a maior parte das ações dele se concentram no meio campo, disputando bola e tentando criar algo, por ser a referência técnica de uma equipe bem frágil. O que impressiona é a quantidade de gols que ele já tem na D, ao mesmo tempo que joga em um time que praticamente não cria. Criou alguns gols do nada. Fora os do vídeo, fez mais 2 agora pouco.
Creio que em agências tem espaço mesmo, é o que comanda os negócios nesse esporte hoje mesmo. Não acredito nesse espaço em clubes, especificamente. Dediquei basicamente de 2016-2020 da minha vida à isso quando ainda não tinha uma carreira como engenheiro de software, e ainda tinha o sonho de trabalhar no esporte. É o que disse, conheci a realidade salarial de diversos mercados, intermediei alguns negócios, tinha contato com atletas de todos continentes (trabalhei provavelmente com mais de 20 nacionalidades), identifiquei atletas em ligas de baixíssimo nível (ou até amadoras) que vieram a se tornar negócios multimilionários. Isso nunca serviu de credencial nem para estágio, ou algo assim. O mercado de agenciamento é muito desgastante pra quem não é influente no meio, então sempre quis algo em clube.
Talvez o mercado tenha melhorado desde então, como você disse. Seria ótimo pra quem é bem jovem e ainda busca esse caminho.
Dito isso, entendo e admiro sua iniciativa em ajudar pessoas que querem entrar na área. Não foi um ataque ao seu trabalho.
@odavicorreia Parte debaixo da Colômbia é cheia de oportunidades pra clubes de baixo orçamento. Jogadores saíam de lá até para a segunda divisão do México (caso do Aguirre indo pro Celaya), porque até isso era mais vantajoso financeiramente.
É isso, infelizmente esse esporte é um clubinho fechado. A única forma de me introduzir nesse mercado foi na raça, de forma quase autônoma, representando atletas. Por anos tive experiência prática com dirigentes e atletas latino/norte americanos e africanos, negociando contratos, estudando mercados, assistindo incontáveis partidas para identificar talentos e, por pura paixão ao esporte, como tenho outras fontes de renda, já procurei até vagas *voluntárias* em clubes, e não tive sucesso. A maioria dos profissionais são extremamente inacessíveis pelo medo de expor a fragilidade de conhecimento. E os bons profissionais muitas vezes nem têm voz na estrutura interna do clube, ou são mal remunerados, como você disse. A maioria dos bons contatos que criei lá para 2017-20, nem seguem na indústria, ou foram trabalhar com agenciamento.
@udan7_@Leandrosilvaan@giaoselva É momento. Maceió foi um dos principais no Paulista, hoje é um dos piores na D. Renê fez um gol com bola rolando no Paulista, jogando contra times bem mais fracos, e hoje já tem 4 na A. Zé Vitor foi um meia nota 6-7 no Paulista/Maringá, mas hoje é considerado titular no Vitória.
A imensidão desse país é completamente subestimada. Só a cidade de São Paulo dá a população de umas 3 Croácias. Tem clube grande e relevante em todas as divisões, simplesmente porque o país é imenso.
É normalizado repatriar ou buscar jogador em mercados ultra inflacionados com nível abaixo, como no Oriente Médio ou MLS, ao invés de considerar algo internamente. Hoje quase nem existem contratações de divisões inferiores na A. Basicamente os que chegam são ou ultra destaques, ou através de acesso ou a partir de um estadual.
Só nos últimos 2 anos a Lusa reviveu a carreira, ou lançou vários jogadores:
- Jajá (sem destaque no Japão)
- Renan Peixoto (segunda da Áustria)
- Gabriel Pires (sem destaque na Grécia)
- Caio Roque (sem destaque no Volta Redonda)
- Zé Vitor (sem tanto destaque no Maringá)
- Renê (destaque jovem de série D)
Eu duvido que algum desses jogadores teriam essa ascensão na carreira simplesmente após atuarem bem em alguma divisão inferior. Acaba que todos precisam passar por um "clube validador" ou fazer uma partida nota 7 contra uma equipe grande.
É uma das razões pelas quais acho que jogadores brasileiros deveriam buscar mercados menores pelo mundo. Existe mais chance de crescer na carreira atuando em um país do terceiro escalão na Europa, segundo escalão na Ásia, e em alguns casos talvez até na América Central, do que em uma divisão inferior do Brasil.
mas não serve, jogas na Série B rapaziada
no dia que começarem a ver o tanto de talento que temos nas divisões inferiores, vão descobrir algo engraçado
@Lusa24Horas@sasukeLusitano Existe mais boa vontade por parte do torcedor com jogadores novos do que com a base. Hudson hoje influenciaria mais o jogo positivamente do que qualquer jogador novo que tenha sido usado no meio (Thiaguinho, Guilherme Santos ou João Diogo), dando mais liberdade pro Portuga.
Sempre acho uma besteira quando jogadores/técnicos dão all-in na carreira. Basicamente quando profissionais com algum potencial tomam uma decisão de carreira para o qual claramente não estão preparados, ou quando vão para uma situação claramente desfavorável, só pelo dinheiro ou pela exposição. Quando dá certo é lindo, mas na maioria esmagadora das vezes é só atraso.
Fábio Matias topou sair de um projeto promissor (e com condições financeiras), onde estava ganhando notoriedade, para (imagino eu) ganhar mais dinheiro por um período curto, ou por uma ilusão de que faria algo revolucionário em semanas por um clube em condições bem complicadas, mesmo sem pré-temporada, sem novas contratações etc.
Acho uma visão bem míope de carreira. Ou uma autoconfiança muito desproporcional.
Informação chega, passo pra frente. Igual carro véio. Chapecoense já trata do desligamento do técnico Fabio Matias e já tem novo treinador em pauta. Nomes cotados: Cláudio Tencati, em primeiro plano. Correndo por fora, Thiago Carpini.
A Portuguesa tem hoje no Guilherme Portuga um dos melhores meias das divisões inferiores do Brasil. Tem a qualidade/volume defensivo de um primeiro volante, muita qualidade de passe (associação curta, inversão longa, muita verticalidade entrelinhas), intensidade e até criatividade de um meia mais ofensivo (posição de origem). Consegue exercer diferentes perfis no meio, apesar de que como primeiro volante seria a forma mais simples de se adaptar a um nível de exigência maior (como foi no Paulista), na minha opinião.
Que depressão. No meu universo otimista a Lusa subia pra C, e eu contava com o retorno do Renê pra 2027, onde seria muito útil, depois de ter gerado os 700k mais fáceis da história do time. Infelizmente pra mim, e felizmente pra ele, o Vitória deu minutos, e ele descobriu que conseguia fazer gol de fora da área, de esquerda etc.
Tem muito talento no Brasil. Os clubes precisam parar de queimar dinheiro em jogador carta marcada ou importar estrangeiro simplesmente por importar. Se a Lusa não desse o Paulista de oportunidade para o Renê, provavelmente ainda estaria brigando na D.
🚨🚨 O Vitória irá exercer o direito de compra dos atletas Renê Sousa e Zé Vitor. O valor total a ser pago à Portuguesa pelos dois jogadores é de 7.5 milhões de reais.
Carlos Eduardo e Botteghin (pela idade) estão entre os piores zagueiros que jogaram pela Lusa desde a queda pra D. No mínimo uns 20 clubes nessa D, com orçamentos baixíssimos, têm duplas melhores.
@centrallusa@Lusa_Oficial@AlexBourgeois_ O Coritiba também tem um app com o mesmo nome. Provavelmente a mesma empresa que desenvolveu. Devem ter duplicado o projeto e alterado alguns detalhes, mas esqueceram desse 🤣
O @OliveiraRafa comentou algum jogo da Etiópia, durante uma época que eu estudava jogadores atuando no continente africano profundamente, e lembro que ele soltou uma informação bem específica que eu só tinha visto através de algum perfil/site pequeno que postava apenas em amárico. De fato, um dos poucos apaixonados e estudiosos de verdade nesse esporte.
The sample is still small, since Série C is in its early stages, but the performances and statistical profile of Danielzinho (2000) so far are definitely eye-catching.
He often receives the ball in dangerous areas and has the profile of a direct winger who can hurt teams in different ways: taking players on in 1v1s, progressing play, delivering quality crosses from open play and set pieces, and occasionally finding passes that put teammates in front of goal.
He has enough pace and technical ability to win many of those wide duels, while also offering a decent shooting threat. At Ypiranga, he has freedom to move inside instead of staying fixed wide, which helps him connect more phases of the attack.
He also contributes a lot defensively for the role, which makes the profile more complete. He is not only providing value on the ball, but also working without it, pressing, tracking back, and helping recover possession.
I’d see him best as a transition winger: aggressive, vertical, creative, and willing to take risks. The trade-off is that he can struggle more in tight spaces and is not always the most reliable ball-retention player, partly because he is constantly trying to create advantages.
Potentially a smart budget signing for clubs in multiple countries. He is currently in Série C, but I see him as a high-end Série B / bottom-table Série A level player.