Governo Lula admite falta de recursos para manter políticas atuais a partir de 2028 | Projeção não considera novas promessas, como reajuste do Bolsa Família, Pix de R$ 5 mil MEIs e passe livre no no transporte https://t.co/1fqfxbGssu
É estranho como é considerado “inadmissível” que pastores expressem suas opiniões políticas, mas, para “teólogos públicos” da internet e os que vigiam pastores, isso é algo que podem fazer 24 horas por dia, 7 dias por semana.
Nesse domingo vai ser escolhido o presidente do Brasil pelo voto popular. Num mesmo dia de domingo, Jesus Cristo foi constituído rei do universo pela ressurreição dos mortos. O primeiro passará. O segundo, reinará para sempre. Vamos adorá-lo.
Pelo que também Deus o exaltou sobremaneira e lhe deu o nome que está acima de todo nome, para que ao nome de Jesus se dobre todo joelho, nos céus, na terra e debaixo da terra, e toda língua confesse que Jesus Cristo é Senhor, para glória de Deus Pai. (Fp 2.9-11)
Ao dizer que uma mulher vai além da menstruação, do útero e da genitália, Erika Hilton aceita que esses elementos constituem o ponto de partida. A biologia entra como condição necessária. O que ela disputa é a suficiência, não a presença.
A antropologia cristã chegou a uma formulação precisa por outro caminho. A pessoa é unidade de corpo, psique e espírito e essa unidade recusa a hierarquia que faria o espírito vencer o corpo. O corpo participa constitutivamente da identidade pessoal. A psique habita a carne. O espírito assume o sexo como modo de existência no mundo.
Erika Hilton importa, sem perceber, o dualismo gnóstico: a identidade como entidade imaterial que usa o corpo como traje, cuja verdade não passa por ele. Para o personalismo, a pessoa revela-se no corpo, pelo corpo. A sexualidade biológica é a forma pela qual a pessoa existe como doação no mundo.
Essa consciência que paira acima do corpo e decide o que ele é não tem sustentação filosófica. A consciência emerge do corpo, habita o corpo, sente o mundo através do corpo. Você não tem um corpo. Você é um corpo que pensa.
A fenomenologia distinguiu assim: Leib e Körper não são dois entes separados — são dois modos de acesso ao mesmo corpo. O Körper é o corpo visto de fora, tematizado como objeto entre objetos no mundo. O Leib é o corpo vivido de dentro, a carne que sente e se move antes de qualquer reflexão. A distinção é fenomenológica, não ontológica: dois registros de experiência, não duas substâncias.
O corpo biológico é a condição necessária. Erika Hilton reconheceu isso.
O esforço da ideologia aqui é sustentar o contrário: um sujeito interior que existe antes do corpo e tem autoridade para corrigi-lo. É uma ideia antiga. Os gnósticos do século 2 já acreditavam nisso: o espírito verdadeiro estava preso numa matéria falsa. Só que os gnósticos tinham uma cosmologia inteira para sustentar a tese. A versão contemporânea tem apenas a afirmação de que se sente assim.
É mais do que isso, mas não é menos do que sua biologia. É claro que mulher não é só corpo e função biológica, mas também não é só construção social ou autopercepção.
Se mulher é só corpo, então é apenas “carne animal” sem valor humano. Se mulher é só identidade arbitrária, então é apenas produto da consciência. Em ambas as visões a mulher não passa de um produto que pode ser manipulado segundo a vontade de quem desejar.
A visão que valoriza a mulher como ser humano único, distinto do homem e digno de valor é a visão cristã. Mulher como corpo, mente e afeições. Mulher com propósito feminino. Mulher a imagem e semelhança de Deus. Se o significado de mulher é absoluto e profundo, então tem valor inegociável.
Pare de usar o exemplo de Paulo falando aos atenienses como desculpa para a sua teologia secularizada e para a sua carência de aprovação e aplauso de incrédulos.
Na visão mais comum entre os evangélicos, Deus é, na prática, um ser humano com poderes ilimitados, onde projeta-se nele tudo o que é humano, incluindo paixões e sentimentos. Daí a tremenda dificuldade de entenderem antropopatismos, ou tuítes simples como o do Nicodemus.
Happy 2LCF day, everyone. On this day, 1677, Nehemiah Coxe recorded in the Petty France Church Book, "It was agreed that a confession of faith wth the appendix thereto having bene read & considered by the Brē: should be published."