@zecarlosbarbosa O maluquinho dos comboios a ver a vida andar para trás. Corruptos de merda, sobre a razão que fez sair às ruas muitas centenas de milhar de pessoas, nem zurram.
@ch0rabebe Nos últimos 50 campeonatos da I Liga (1976/77–2025/26), não foi identificado qualquer outro jogo em que uma equipa tenha cometido apenas 1 falta. O Rio Ave–FC Porto (2026/27), com 1–11 em faltas, constitui o registo mais baixo identificado e um caso estatisticamente excecional.
@rfarelos_@ptsp86@miguel_milhao Para mim foi mais a necessidade de sobreviver, forte identidade, inovação, serviço militar e décadas a lidar com ameaças. Criaram uma sociedade habituada a unir-se, a adaptar-se e a reagir rapidamente quando surgem crises.
@ptsp86@miguel_milhao Questiona-te porque é que mesmo ninguém os querendo, expulsos de dezenas de cidades, reinos e países na Europa, Oriente Médio e norte de África, assassinados aos milhões e ainda assim existem e são uma potência.
@velosahv O parlamento não pode parar. As dificuldades dos tugas não param,os preços não param de subir, a empresa onde trabalho não pára, os hospitais e centros de saúde não?! param, supermercados não param... mas os deputadozecos vão todos de férias ao mesmo tempo. Só mudam as moscas.
☢️ Reflexão da Cooperativa: Espanha arde. França arde. Olhamos para o calendário e sabemos que, mais cedo ou mais tarde, chegará a nossa( 🇵🇹) vez.
E perante isto, é inevitável perguntar aos grandes sacerdotes da emergência climática, o que é que vocês, seus merd@sos, fizeram?🥸
Não o que disseram. Não as conferências a que foram. Não os compromissos que assinaram, as fotografias com árvores em pano de fundo, os copos de papel, as palhinhas de cartão ou as tampinhas presas às garrafas. O que fizeram para preparar os nossos países para aquilo que juram, há décadas, ser inevitável?
F@da-se, nada, seus c@brões.
Ou muito perto disso.
Passámos anos a ouvir que tínhamos de travar as alterações climáticas. Travá-las. Como se Portugal, Espanha e França, de mãos dadas e com dois pauzinhos biodegradáveis, fossem conseguir regular o termóstato do planeta. Fecharam centrais, inventaram taxas, proibiram coisas, subsidiaram outras, criaram mercados de licenças, consultoras, observatórios, comissões, institutos, cimeiras e uma indústria inteira de gente muito preocupada, desde que a preocupação venha com budget para vocês pagarem as contas no final do mês. E já agora, também os luxos de que tanto gostam.
A causa tornou-se uma economia. Criou empregos, carreiras políticas, lobbies, fundos, seminários e aquela aristocracia moral que viaja pelo mundo de avião para nos explicar que devemos andar menos de carro.
Mas aquilo que realmente nos podia proteger ficou por fazer.
⚠️Limpar as matas não dá glamour. Criar descontinuidades florestais não dá fotografias bonitas. Recuperar caminhos, pontos de água, faixas de proteção, agricultura e pastoreio não gera hashtags. Comprar meios aéreos, formar bombeiros, ordenar o território, demolir construção clandestina em zonas de risco, fazer queimadas controladas e preparar evacuações não cabe no guião, pois não?
E, no entanto, era isso que interessava mesmo fazer.
Porque mesmo admitindo que amanhã toda a Europa deixava de emitir um único grama de carbono, os incêndios não desapareciam. As florestas continuavam carregadas de combustível, o interior continuava abandonado, as casas continuavam enfiadas no mato e os bombeiros continuavam a chegar onde a política nunca chegou.
➡️➡️A obsessão foi sempre salvar o planeta. Salvar pessoas, aldeias e cidades pareceu-lhes uma ambição demasiado modesta.⬅️⬅️
⚠️ Pedro Sánchez aparece, como sempre com ar de estadista consternado. Fala claro da emergência climática, da unidade, da solidariedade, da reconstrução e provavelmente de um grande pacto nacional. Depois das chamas, virão os discursos. Depois dos mortos, os minutos de silêncio. Depois das casas queimadas, os apoios extraordinários. Tudo extraordinário, menos a incompetência, que é perfeitamente regular.
Em França será igual. Em Portugal conhecemos a cerimónia de cor. O país arde, os governantes deslocam-se ao terreno, abraçam alguém diante das câmaras, anunciam uma comissão e juram que desta vez serão retiradas todas as consequências, ou seja, nenhumas.
E é esta a grande hipocrisia daqueles que mais gritaram que o clima estava a mudar, precisamente os que menos prepararam a sociedade para essa mudança. Se acreditavam mesmo no apocalipse que anunciavam, deveriam ter tratado a adaptação como uma prioridade nacional.
É muito mais fácil obrigar uma pessoa a beber por uma palhinha que se desfaz na boca.
⚠️A alteração climática explica o perigo crescente. Não explica a impreparação. ⚠️
Não vos chateio mais hoje. Já avisei demais da vossa paciência para ler.
Fui.
o dono da cooperativa