@BolsonaroSP A bucket of lies! He’s a traitor. The entire Bolsonaro family are traitors. They seek personal interests over the country’s! They pledged allegiance with US only to safeguard themselves against facing justice. Traitors!
@BBCWorld He’s a traitor. The entire Bolsonaro family are traitors. They seek personal interests over the country’s! They pledged allegiance with US only to safeguard themselves against facing justice. Traitors! Brasil is made of and for Brasilians. Respect our sovereignty
@BolsonaroSP Soy lo que me enseñó mi padre
El que no quiere a su patria, no quiere a su madre
Soy América Latina
Un pueblo sin piernas, pero que camina, ¡i!
Traidores da pátria! O Brasil tem vergonha de vocês!
@FlavioBolsonaro Traição à pátria em prol de interesses privados. Que o Sr. seja responsabilizado, “Senador”. Espero muito que o Brasil não sofra as consequências da sua ignorância pública. O país não é seu, nem de interesseiros estrangeiros. O país é nosso, do povo brasileiro. Lembre-se disso
O GALO que você aprendeu a amar não existe mais.
E isso dói de um jeito que nem derrota em final de campeonato consegue explicar.
Porque o GALO não era só um clube.
Era quase uma religião torta, meio pagã, meio operária.
Uma fé que nascia no concreto quente das arquibancadas, na cerveja morna no copo de plástico, no radinho de pilha do seu avô chiando no interior.
O GALO era sofrimento compartilhado.
Era dignidade na dificuldade.
Era orgulho de ser o time que quase nunca tinha tudo, mas nunca teve medo de ninguém.
Era do atleticano que herdava o clube do pai como quem herda uma cicatriz.
Nós crescemos torcendo por coisas simples e imensas.
Torcendo pelo punho cerrado de Reinaldo, que levantava mais que um braço: levantava uma ideia de mundo.
Torcendo pela cabeçada impossível de Dadá Maravilha, que parecia desafiar até a gravidade.
Torcendo pela perna esquerda milagrosa de Victor, que um dia virou muralha e fez o impossível caber dentro de um gol.
A nossa torcida sempre foi por isso.
Mas agora parece diferente.
Agora dizem que o futuro depende de aporte.
De investidor.
De reunião de conselho.
De planilha.
O GALO que era de quem sofria junto foi ficando distante de quem sempre carregou ele no peito.
Arquibancada virou ativo.
Torcedor virou cliente.
Paixão virou ~projeto~.
E nós, que sempre torcemos por punho cerrado, por cabeçada improvável e por defesa milagrosa, agora temos que torcer para bilionário fazer aporte.
Talvez não exista nada mais frustrante do que isso.
Porque o GALO sempre foi uma coisa meio desorganizada, meio caótica, meio improvável.
Mas era nosso.
Era humano.
Agora parece uma empresa tentando simular paixão.
E paixão não se simula.
O GALO não nasceu em conselho administrativo.
Talvez o futebol moderno tenha decidido que clubes precisam virar empresa.
Mas alguém esqueceu de avisar que alguns clubes eram mais do que isso.
O GALO era um deles.
E é impossível não se perguntar:
Até quando vamos resistir a isso?
Porque atleticano aguenta muita coisa.
Aguenta jejum.
Aguenta derrota.
Aguenta injustiça.
O que talvez ninguém esteja preparado para aguentar…
é perder o próprio GALO.
Porque perder jogo, campeonato, a gente aprende desde criança.
Mas perder o próprio clube… isso ninguém ensina.
O GALO que você aprendeu a amar não existe mais.
E isso dói de um jeito que nem derrota em final de campeonato consegue explicar.
Porque o GALO não era só um clube.
Era quase uma religião torta, meio pagã, meio operária.
Uma fé que nascia no concreto quente das arquibancadas, na cerveja morna no copo de plástico, no radinho de pilha do seu avô chiando no interior.
O GALO era sofrimento compartilhado.
Era dignidade na dificuldade.
Era orgulho de ser o time que quase nunca tinha tudo, mas nunca teve medo de ninguém.
Era do atleticano que herdava o clube do pai como quem herda uma cicatriz.
Nós crescemos torcendo por coisas simples e imensas.
Torcendo pelo punho cerrado de Reinaldo, que levantava mais que um braço: levantava uma ideia de mundo.
Torcendo pela cabeçada impossível de Dadá Maravilha, que parecia desafiar até a gravidade.
Torcendo pela perna esquerda milagrosa de Victor, que um dia virou muralha e fez o impossível caber dentro de um gol.
A nossa torcida sempre foi por isso.
Mas agora parece diferente.
Agora dizem que o futuro depende de aporte.
De investidor.
De reunião de conselho.
De planilha.
O GALO que era de quem sofria junto foi ficando distante de quem sempre carregou ele no peito.
Arquibancada virou ativo.
Torcedor virou cliente.
Paixão virou ~projeto~.
E nós, que sempre torcemos por punho cerrado, por cabeçada improvável e por defesa milagrosa, agora temos que torcer para bilionário fazer aporte.
Talvez não exista nada mais frustrante do que isso.
Porque o GALO sempre foi uma coisa meio desorganizada, meio caótica, meio improvável.
Mas era nosso.
Era humano.
Agora parece uma empresa tentando simular paixão.
E paixão não se simula.
O GALO não nasceu em conselho administrativo.
Talvez o futebol moderno tenha decidido que clubes precisam virar empresa.
Mas alguém esqueceu de avisar que alguns clubes eram mais do que isso.
O GALO era um deles.
E é impossível não se perguntar:
Até quando vamos resistir a isso?
Porque atleticano aguenta muita coisa.
Aguenta jejum.
Aguenta derrota.
Aguenta injustiça.
O que talvez ninguém esteja preparado para aguentar…
é perder o próprio GALO.
Porque perder jogo, campeonato, a gente aprende desde criança.
Mas perder o próprio clube… isso ninguém ensina.
@Atletico Sou contra violência, mas que a porrada que vocês levaram em campo e na briga sirva pra alguma coisa. PERDEMOS 4 FINAIS SEGUIDAS! Falta brio, do dono ao último jogador reserva, falta brio! Respeitem os torcedores!!!
O Atlético está na zona de rebaixamento (mais um ano), o Atlético PERDEU a sul-americana pra esse mesmo Lanus. Perdeu a segunda final continental, inclusive. O estádio foi inaugurado com um gramado e tiveram que gastar mais pra trocar por sintético. O dono do clube (que nunca aparece) acha q ta fazendo um grande mousse vindo brincar com o Flamengo. Eu queria ser delulu assim.