Comissões? Pra quê? Para aprovar projetos que NUNCA chegam ao plenário? Para convocar um ministro? Convoca o Alexandre ou o Barroso pra ver se eles comparecem.
#AlcolumbreNão
Se você também é contra ao ACORDÃO entre PT, bolsonaristas e pseudo oposição, viraliza essa foto para que Eduardo Girão e Marcos Pontes saibam que o povo não quer mais saber de Alcolumbre como presidente do Senado.
Este é o vídeo que Alexandre de Moraes ordenou apagar da página do Bolsonaro. Agora é nossa vez! Vamos compartilhar em massa nas redes sociais. Quero ver ele tentar apagar de milhares de perfis!
🚨V🚨I🚨R🚨A🚨L🚨I🚨Z🚨A🚨R 🚨
O pix não será taxado . Mas a sua movimentação financeira através do pix será taxada ! O que dá rigorosamente na mesma ! Além de te explorar , o governo ainda acha que você é burro ! O Brasil é que tinha que cobrar taxa por cada vez que tentam fazer o país de idiota .
O deputado Nikolas Ferreira soltou um vídeo em suas redes sociais, sobre a Instrução Normativa da Receita Federal para monitoramento de transações via Pix acima R$5 mil mensais para pessoa física e R$ 15.000, que viralizou e alcançou milhões de visualizações nas redes sociais.
No #3em1, Alan Ghani comentou sobre o vídeo e ressaltou: “O vídeo do Nikolas Ferreira foi uma aula de comunicação”.
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#JovemPanNews #Política #NikolasFerreira #Pix
⚠️Auxílio-alimentação da Alerj paga até R$ 140 por dia; professor ganha R$ 28 e policial civil, R$ 12
O valor médio do vale alimentação diário pago no Rio de Janeiro é de R$ 31,87. A Alerj gastou R$ 143 milhões com o benefício, entre janeiro e novembro do ano passado.
O servidor da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro (Alerj) recebe entre R$ 70 e R$ 140 de auxílio-alimentação por dia. O valor pode ser até 5 vezes maior do que o benefício pago para os professores da rede estadual de educação. Já o policial civil recebe quase 12 vezes menos que o funcionário da Alerj.
Segundo um levantamento de uma operadora de cartões de benefícios, o valor médio do vale alimentação diário no estado é R$ 31,87. O RJ2 mostrou na última segunda-feira (13), que entre janeiro e novembro de 2024, a Alerj gastou R$ 143 milhões com o benefício.
A Alerj tem quase 6 mil funcionários e metade deles recebe duas cotas de alimentação, no valor de R$ 2.940. A outra metade recebe apenas uma cota, de R$ 1.470.
Falta transparência
As cotas de auxílio-alimentação são distribuídas pelos deputados estaduais aos assessores contratados por eles. O repasse não obedece às regras de transparência de uma boa gestão.
Na Alerj não existe um critério definido para a distribuição do benefício. Não é possível saber quem recebe e nem quanto recebe cada servidor.
Link da reportagem do #RJ2
https://t.co/zVYRJEdcVy