A CNN Portugal tentou reabilitar a imagem de José Sócrates? Indignação total.
Estamos a um mês do início de um dos maiores julgamentos de sempre em Portugal, e é impossível ignorar o que se está a passar na televisão. O timing não é coincidência. E, sim, estou indignado.
Convém relembrar:
José Sócrates, ex-primeiro-ministro, vai finalmente ser julgado por 22 crimes — repito, 22! — incluindo 3 de corrupção passiva, 13 de branqueamento de capitais e 6 de fraude fiscal qualificada. Não estamos a falar de suspeitas leves. São anos de investigações, escutas, transferências suspeitas e milhões a circular em offshores. Sócrates é acusado de ter recebido cerca de 34 milhões de euros entre 2006 e 2015, recorrendo a esquemas com grupos económicos como o Grupo Lena, a Portugal Telecom e Vale do Lobo, sempre com o seu “testa-de-ferro”, Carlos Santos Silva, a disfarçar o rasto do dinheiro.
O julgamento está marcado para 3 de julho de 2025, depois de anos de adiamentos, decisões incompreensíveis e recursos. Em 2021, um juiz chegou a ilibar Sócrates das acusações de corrupção por “falta de provas” e prescrições, mas a Relação de Lisboa reverteu essa decisão. O escândalo voltou a ganhar vida e a justiça vai finalmente avaliar o que realmente se passou.
Até hoje, Sócrates não foi condenado — é verdade. Mas alguém com 22 acusações, por crimes tão graves e com provas tão discutidas publicamente, merece ser “reabilitado” por um canal de televisão, com entrevistas longas e peças de reportagem simpáticas, como se nada fosse? É este o exemplo que queremos dar?
E não esqueçamos o seu legado político: Sócrates levou o país à bancarrota. Negou, mentiu, adiou o inevitável e recusou pedir ajuda externa até ao último segundo, obrigando Portugal a pedir intervenção internacional já sem margem de manobra, com todas as consequências que isso teve para os portugueses. Há memória curta neste país, mas não devia haver.
Se isto não é manipulação de opinião pública, então não sei o que é. Não podemos permitir que a história seja reescrita por interesses políticos e mediáticos.
Portugal precisa de Justiça, não de amnésia seletiva.
Partilhem, informem, não deixem que nos enganem outra vez.
Os eventos são hoje uma peça essencial do funil de vendas e da estratégia de marca. Quem ainda os vê como um custo está a perder a oportunidade de gerar negócios de alto valor. 🚀
Caro Euro-deputado, esta publicação carece de fundamentação. Na realidade, a Meta revelou que a administração Biden pressionou a empresa para censurar conteúdos. Aqui estão algumas provas:
1.Mark Zuckerberg admitiu que a Casa Branca pediu para moderar publicações sobre a COVID-19, incluindo sátiras e humor.
Fonte: https://t.co/Q1XQoe9luA
2.Zuckerberg expressou arrependimento por ceder a essa pressão e reconheceu que erraram ao limitar conteúdos como o caso do laptop de Hunter Biden.
Fonte: https://t.co/dkTUCYUdkJ
3.O FBI também alertou a Meta sobre desinformação russa antes das eleições de 2020, levando a Meta a limitar a circulação de certos artigos.
Fonte: https://t.co/K17Ixv3vDh
Se queremos falar de censura, que tal discutir estas evidências? Manipular factos não contribui para o debate.
O país está de cacos em tudo o que é público - educação, transportes, SNS, polícias, governantes & amigos investigados. Só funciona bem a economia privada.
Porém, sondagens querem fazer-nos acreditar q intenções de voto dão vitória ao PS.
Era preciso termos todos só um neurónio.
Sobre o debate de ontem não tivemos nada que transcenda a retórica habitual… senti falta de uma discussão mais aprofundada sobre verdadeiras soluções para os nossos desafios. Os temas eram os cruciais mas as respostas foram superficiais. É isto!
Estamos à frente nas sondagens com 4 pontos de vantagem! Este é o resultado do trabalho, da dedicação e da verdadeira mudança que propomos para Portugal. Na AD não entramos em demagogias, estamos prontos para liderar o país com responsabilidade e inovação.
O paradoxo das regalias parlamentares transformou-se no epicentro do debate da moralidade onde alguns se acham donos de uma certa razão, apesar de toda a gente saber que a razão está errada… #ps
Quem fez crescer o Chega foi António Costa e a sua geringonça. Foi ele que quebrou um consenso dos moderados, ao aliar-se à extrema esquerda.
Faz-vos muita comichão, mas Passos Coelho, mais uma vez, teve razão e viu o que poucos viram. Foi em 2017.
Hoje, o #PSD realiza seu 41º Congresso com o mote da revisão estatutária mas também a oportunidade de lançar as bases da campanha eleitoral. Com Montenegro, o partido prepara-se para abrir um novo ciclo em Portugal, o inverso seria uma tragédia… #41congressopsd
Hoje recordamos um marco crucial na história de Portugal. Momento em que o país deu um passo decisivo na consolidação da democracia. Uma celebração da resiliência e do compromisso com a liberdade e estabilidade democrática, algo que falta a alguns… 🇵🇹✨ #25deNovembro
📝O Crepúsculo de um Governo: A Teia de Escândalos de António Costa
Enquanto português, é com pesar que narro a crónica de uma governação que se despede não com aplausos, mas sob o peso de uma cortina que cai, revelando uma teia de corrupção e má gestão. A administração de António Costa, é assombrada por uma sucessão de escândalos que mancharam a confiança do povo na esfera política.
O caso de Tancos, que expôs um vergonhoso esquema de encobrimento de armamento militar desaparecido, revelou falhas gritantes na segurança nacional e nas responsabilidades ministeriais. Já o escândalo do Siresp e os devastadores incêndios de Pedrógão Grande, que ceifaram vidas e despojaram famílias, expuseram uma chocante negligência e uma falta de preparação inaceitável.
O atropelamento na A6, um acidente trágico que envolveu o carro do então Ministro da Administração Interna, Eduardo Cabrita, levanta questões sérias sobre a responsabilidade e a impunidade de quem ocupa cargos de poder. As golas anti-fogo, uma medida de prevenção contra incêndios, transformaram-se num emblema de más práticas de aquisição pública e gestão de recursos.
E como não mencionar o caso da TAP, um símbolo nacional, que sob a gestão deste governo viu-se no centro de controvérsias financeiras e decisões questionáveis, enquanto os contribuintes são chamados a sustentar o fardo financeiro de sucessivos planos de resgate?
O desfecho do governo de Costa não é marcado apenas pela sua saída, mas pela revelação de uma lista de arguidos que espelha a amplitude da crise. Figuras como João Galamba, anteriormente Secretário de Estado da Energia, e João Pedro Matos Fernandes, ex-Ministro do Ambiente, são agora arguidos, apontados por práticas que comprometem a confiança no nosso sistema. E a lista estende-se, incluindo o chefe de gabinete de Costa, o seu assessor e outros nomes que compõem as camadas superiores da administração, todos envoltos em suspeitas que minam a integridade das suas funções.
Este elenco de figuras próximas ao ex-primeiro-ministro e agora arguidas não é apenas um reflexo de uma liderança comprometida, mas um sintoma de um mal maior que parece ter infiltrado as veias do poder político em Portugal. Como se não bastasse a crise de liderança, enfrentamos uma crise de valores, onde a ética e a responsabilidade são suplantadas pela sombra da corrupção.
A pergunta que permanece é: como permitimos que a situação chegasse a este ponto? A resposta jaz na necessidade imperativa de uma reforma profunda que reinstaure a transparência e a integridade como pilares de qualquer cargo público. Enquanto cronista, minha voz se junta ao coro dos indignados, clamando por um novo amanhecer na política portuguesa, onde tais figuras e práticas não encontrem solo fértil para germinar.
Como cidadão, não posso senão expressar um sentimento de profunda decepção. A democracia portuguesa, forjada com a promessa de igualdade e justiça, não pode ser manchada por atos que a desvirtuem. A renúncia de um primeiro-ministro sob tais circunstâncias não é motivo de homenagem, mas um momento de reflexão nacional e um chamado à ação por uma governação limpa, que coloque Portugal e os portugueses acima de tudo.
"Millionaire: Makes $20m in 2022
Millionaire: Hires "artist" to make "art" for $25k
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Me at museum: This is stupid, it's just a line on a canvas
Hipster next to me: No, you just don't understand it because you're uncultured."
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Ohh and millionaire can also register the walls in his home as an “art gallery”
Donate the newly appraised “art” to his walls & write off the total amount
Welcome to America